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TN70 desenha novos cenários para a genética suína mundial

Desenvolvida nos laboratórios da holando-norueguesa Topigs Norsvin, a nova matriz vem conquistando a preferência de pequenos, médios e grandes criadores de diferentes regiões do mundo.

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Apontada por pesquisadores como a melhor matriz do mundo, a TN70 começa a desenhar novos cenários no palco da genética suína mundial. Desenvolvida nos laboratórios da holando-norueguesa Topigs Norsvin, a nova matriz vem conquistando a preferência de pequenos, médios e grandes criadores de diferentes regiões do mundo.

A mais recente parceria acaba de ser formalizada com o grupo Cherkizovo, maior produtor de carne suína e de frangos da Rússia. A empresa vai substituir todas as 90 mil fêmeas por matrizes TN70. Segundo Brad Heron, Diretor de Produção da Divisão de Carne Suína do Grupo Cherkizovo a decisão busca "melhorar  a eficiência da produção, com aumento do desempenho reprodutivo das fêmeas, além de menor custo de produção, melhor qualidade de carcaça e maior lucro por quilo de carne".

O grupo Cherkizovo opera 16 modernos complexos de produção de suínos e seis plantas de processamento de carne (903 mil toneladas de carnes em 2016), além de cultivar 287 mil hectares de lavouras.

Aurora e Seara

No Brasil, a TN70 vem ganhando crescentes espaços, especialmente entre criadores e empresas que buscam eficiência reprodutiva aliada à excelente qualidade da carne. Entre centenas de adesões recentes, destacam-se a Seara, que segundo seu Diretor de Agropecuária, José Antonio Ribas Júnior, deve encerrar este ano com 80 mil fêmeas TN70 e a gigante Cooperativa Central Aurora, que emprega a mesma genética em seu programa de melhoramento,  nos plantéis das Granjas Núcleos da Aurora e Granjas Multiplicadoras.

Características inéditas

Segundo o diretor geral da Topigs Norsvin no Brasil, André Costa, a matriz TN70 materializa um antigo sonho e aspiração dos criadores: o de poder agregar as melhores características do Large White, como a prolificidade e robustez, com o melhor do Landrace, com destaque para a eficiência alimentar e qualidade de carcaça, em uma única matriz, produzindo uma fêmea híbrida F1 Landrace (L) x Large White (Z).

Testada e aprovada em escala na Europa e agora no Brasil, ela traz uma combinação única entre a alta eficiência reprodutiva e a excelente eficiência na produção de suínos terminados. Produz um grande número de leitões nascidos fortes e vigorosos, que resultam em terminados uniformes, com extraordinária eficiência alimentar, elevado ganho de peso diário e excelente qualidade de carcaças, com elevado percentual de carne magra, reunindo as características desejadas por toda a cadeia, do criador ao frigorífico e consumidor final. É um animal rústico, de fácil adaptação. Extremamente dócil e calmo, sendo de muito fácil manejo.

 

Fonte: Ass. de Imprensa Topigs Norsvin

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Mulheres e robotização mudam a cor da suinocultura no Brasil

De acordo com o censo agropecuário do IBGE, hoje, 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres

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A participação feminina em todas as atividades do campo cresce ano a ano puxada pelas novas tecnologias que democratizam e facilitam o trabalho diário. Conforme dados do último Censo Agropecuário do IBGE, de 2017, cerca de 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres. Somados ao número de propriedades com comando feminino, o levantamento também aponta para uma melhor distribuição no trabalho no setor, no qual cerca de 20,3% dos estabelecimentos são dirigidos por casais, dividindo todas ou parte das responsabilidades.

Realidade de mulheres como Francieli Ribas dos Santos, 27 anos, produtora de suínos de Piraí do Sul, no Paraná. Ao lado do marido, ela comanda desde 2014 a propriedade dos sogros, responsável pela produção de mais de 1,6 mil suínos por lote em dois galpões que contam cada um com um robô alimentador (leia sobre o equipamento abaixo).

Francieli conta que essa é uma transição difícil devido à exigência física que a suinocultura tem para os produtores, mas que foi facilitada pela adoção da tecnologia de robotização. “Ajudou demais, agora não preciso carregar carrinhos enorme com ração e fazer muitas pesagens ao longo do dia. Hoje eu apenas acompanho e monitoro os galpões, o que me dá mais tempo livre para outras coisas”, comemora. Autonomia que a possibilita realizar sozinha todo o manejo diário dos animais e também um melhor acompanhamento das demais atividades da granja. Além de facilitar o manejo, a economia de tempo e recursos com o robô também auxiliou na expansão da produção da granja, com a construção do segundo galpão.

Outubro Rosa

Para valorizar a participação feminina na suinocultura de precisão e, também, alertar a comunidade rural para a prevenção do câncer de mama, a ROBOAGRO mudou a cor do robô alimentador de suínos durante o Outubro Rosa. Especialmente neste mês, o tradicional vermelho da marca foi substituído pelo tom rosado para chamar a atenção das produtoras. Francieli foi uma das primeiras a adquirir o equipamento rosa.

“Ações de valorização e conscientização como essas são importantes para difundir o cenário atual do campo, cada vez mais tecnológico e com mais participação da mulher e dos jovens”, destaca Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Sobre o Robô Alimentador de Suínos

Atualmente, são mais de 500 unidades do Robô Alimentador de Suínos em operação nos três estados da Região Sul, responsáveis por 66% da suinocultura brasileira, além de presença institucional em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. A tecnologia, lançada pela ROBOAGRO, de Caxias do Sul-RS, é inédita do país. Além da melhora na qualidade da carne produzida com o auxílio da tecnologia e os benefícios na qualidade de vida dos produtores, a robotização dos tratos gera uma economia que pode chegar a mais de R$ 26 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. Conforme explica Molin, cerca de 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado a alimentação do animal.

“Nos comedouros atuais existem muito desperdícios além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. O robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui muito mais competitiva frente a outros mercados”, explica Molin.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, cerca de 81% dos suinocultores dos três estados da Região Sul seguem um modelo de produção integrado, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate, a chamada fase de crescimento e terminação.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Nutrição Animal

Kemin destaca monitoramento de doenças e controle de patógenos em rações 

Evento vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos

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médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro - Foto: Divulgação

Feed Safety Forum, realizado pela empresa, vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos, em cenário de recordes das exportações brasileiras de proteína animal e dos preços das matérias-primas da ração.

Monitoramento de doenças na suinocultura e controle de patógenos em ração de aves, suínos e bovinos serão debatidos pela Kemin em um cenário de alta das exportações brasileiras de proteína animal, o que coloca o país em evidência maior. Os casos de enfermidades, como Peste Suína Africana (PSA) e Influenza Aviária, avançando pela Europa e Ásia, aliado ao quadro de recordes nos preços e até importação das principais matérias-primas da produção animal, como a soja e o milho, impactam fortemente os custos do produtor e reforçam a importância de controle de doenças no plantel e contaminações nas rações como estratégia para ganhar eficiência produtiva e competitividade econômica na atividade, destaca a médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro.

“A segurança do alimento é uma preocupação mundial. A incidência de patógenos em rações de aves, suínos e bovinos pode levar a aumento de morbidade do rebanho com impacto na produtividade e na rentabilidade do produtor, por isso a qualidade da ração é especialmente importante neste momento de custos mais elevados. E pode ser também, em alguns casos, uma questão de saúde pública, já que estamos falando do alimento do nosso alimento. Por isso temos um controle tão rigoroso”.

Neste cenário, o Feed Safety Forum, que será realizado pela Kemin na próxima semana, dias 4 e 5 de novembro, gratuitamente, em formato virtual, vai debater, a partir das 11h, no horário de Brasília, do dia 4, “Monitoramento de doenças em suínos para melhorar a saúde animal”. Neste debate, o pesquisador da Iowa State University, Giovani Trevisan, vai apresentar um cenário global atual de doenças em suínos e o monitoramento de patógenos suínos e seus diagnósticos nos Estados Unidos. Trevisan é assistente de pesquisa de pós-doutorado na Iowa State University e coordenador do Swine Disease Reporting System. A maior parte de seu trabalho é dedicada a fornecer soluções baseadas em dados para veterinários e produtores para gerenciar doenças suínas e melhorar a saúde animal.

Em seguida, as discussões sobre “Controle de patógenos: o que você pode fazer para reduzir riscos?” serão encabeçadas pelo Dr. Andrew Yersin, que vai trazer uma abordagem prática para avaliar os riscos de patógenos em alimentos para animais. “No mundo de hoje, a abordagem de segurança do alimento deve trazer proteção contra patógenos bacterianos e virais. É mitigação de riscos na mesa do consumidor final”, defendeu Cherlla.

Com doutorado em Fisiopatologia pela North Carolina State University, em Raleigh, na Carolina do Norte, Yersin apoia programas mundiais de qualidade para manufatura e operações e presta suporte técnico às necessidades do cliente Kemin como VP Sênior de Qualidade e Assuntos Regulatórios. Todas as apresentações do Feed Safety Forum serão ministradas em inglês e podem ser acompanhadas gratuitamente pela internet. Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/feedsafety.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cooperativismo

Começam comemorações dos 50 anos da Coamo

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Diretoria da Coamo abre as comemorações do Jubileu de Ouro - Fotos: Divulgação

Fundadores recebem a camisa do Jubileu de Ouro

Um dia diferente e histórico. Assim foi esta sexta-feira em todas as unidades da Coamo, reunindo funcionários da cooperativa e, também, da Credicoamo, Via Sollus, Arcam e Fups que passam a vestir todas as sextas-feiras a camisa dos 50 anos da Coamo. “Vimos a felicidade dos funcionários em chegar e usar a camisa da nossa cooperativa, em um momento favorável nos seus 50 anos. A Coamo vem cumprindo a missão de gerar renda com desenvolvimento sustentável do agronegócio, com apoio direto dos funcionários para a sustentação das atividades dos cooperado como um todo e, também, a manutenção dos seus negócios e do bem-estar das suas famílias”, afirma Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

 

Funcionários comemoram a nova camisa

LANÇAMENTO – Antes da abertura do último dia da Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Sipat na Administração Central, a diretoria e os funcionários participantes da primeira sessão do evento. Todos posaram orgulhosos com a camisa Coamo 50 anos. “O cooperativismo é uma filosofia de vida com a prática de valores edificantes, os quais possibilita a todos os cooperados e funcionários da Coamo participarem diretamente de um sistema vitorioso, que oferece conhecimento, estrutura e uma assistência para que todos crescerem, evoluírem e obterem o desenvolvimento nas suas atividades”, explica o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo.

Segundo a Assessoria de Comunicação da cooperativa os cooperados de todos os entrepostos no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul também já estão recebendo a camisa comemorativa.

 

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