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VOZ DO COOP

Empresas

Tirol vai investir R$ 40 milhões para ampliar produção de leite e derivados no Paraná

Anúncio foi feito durante reunião entre o governador Ratinho Junior e executivos da empresa. Aporte vai ampliar a capacidade de produção da fábrica da empresa em Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná, de 600 mil para 800 mil litros de leite por dia, além de capacitar a unidade para produção de creme de leite.

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Foto: Roberto Ddziura/AEN

A Lacticínios Tirol vai investir R$ 40 milhões para ampliar a capacidade produtiva da sua unidade industrial de Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (06) em um encontro entre executivos da empresa e o governador Carlos Massa Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

O investimento vai ampliar a capacidade de produção da fábrica de 600 mil para 800 mil litros de leite por dia. A unidade também será capacitada para fabricar creme de leite.

“Isso ajuda toda a produção de matéria-prima, reforçando a produção leiteira do Paraná e gerando renda para o produtor rural do Estado. Além disso, reforça a vocação do Paraná na fabricação de alimentos e derivados, com alto valor agregado. Com muita alegria, portanto, vemos mais uma empresa de grande porte investindo aqui no Paraná”, afirmou o governador.

A planta paranaense da Tirol foi inaugurada em 2021, fruto de um investimento de mais de R$ 150 milhões, produzindo leite UHT longa vida integral, desnatado e semidesnatado. A unidade foi instalada no Estado com incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo.

Agora, os novos investimentos serão usados para capacitar e equipar duas linhas de produção, uma dedicada à produção de leite longa vida e outra para fabricação do creme de leite. Os produtos devem atender os mercados paranaense e paulista.

“Em uma primeira fase, a gente saiu de uma captação praticamente zero de leite aqui no Paraná para uma captação de mais de 300 mil litros de leite diários, além da industrialização de mais de 500 mil litros de leite. Agora anunciamos esta segunda fase de investimentos e agradecemos o Paraná pela receptividade”, afirmou o diretor-executivo industrial da Tirol, Adalberto Rofner.

Atualmente, a planta gera mais de 1 mil empregos diretos e indiretos, além de envolver outros 1 mil produtores rurais da região para o fornecimento de leite para a indústria.

Bacia leiteira

O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, atrás apenas de Minas Gerais. Dois municípios dos Campos Gerais, no entanto, são os maiores produtores do País. Castro produziu 426,6 milhões de litros de leite em 2022, seguido por Carambeí, com 255,6 milhões de litros. Os dados são do IBGE.

Presenças

Também participaram do encontro o vice-governador Darci Piana; o secretário de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; o diretor de Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco; o diretor de Mercado e Novos Negócios da Invest Paraná, Gustavo Cejas; o diretor-executivo comercial da Tirol, Carlos Dresch; o gerente jurídico da Tirol, Diego Franzoi Santos; e o coordenador fiscal da Tirol, Cristiano Bortolanza.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Empresas Setor avícola

Globoaves marca presença no XI Congresso Nacional de Avicultura da Venezuela

A participação da Globoaves no congresso reflete seu compromisso contínuo com a excelência e a inovação no setor avícola.

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Andrio Nascimento, Roberto Kaefer e Wilson Bockhorny na FENAVI-Venezuela. Foto: Divulgação

A Globoaves, uma das maiores produtoras e exportadoras de ovos férteis e pintos de um dia, está participando do XI Congresso Nacional de Avicultura da Venezuela, que acontece na capital Caracas, de 18 a 20 de julho. Este evento é uma oportunidade crucial para a empresa fortalecer sua posição de liderança no mercado latino-americano, buscando expandir ainda mais suas exportações de ovos férteis na região, demonstrando sua capacidade e qualidade na produção avícola.

O presidente da Globoaves, Roberto Kaefer, destacou a importância estratégica da participação no congresso. “Estamos muito orgulhosos de sermos a empresa número um no ranking brasileiro de exportação de ovos férteis. Nossa participação neste congresso na Venezuela é um passo para ampliar nossos negócios na América Latina. Acreditamos no potencial de novos negócios que esta feira pode gerar, proporcionando crescimento e inovação contínua para a Globoaves.”

O evento, que reúne as principais empresas do setor avícola da América Latina, oferece uma plataforma única para a troca de conhecimentos, tecnologias e experiências. A Globoaves, conhecida por sua excelência na produção de ovos férteis e pintos de um dia, está utilizando esta oportunidade para apresentar seus produtos de alta qualidade e performance, e também fortalecer sua rede de contatos. A feira também permite à empresa identificar novas tendências e demandas do mercado, ajustando suas estratégias de exportação de acordo com as necessidades locais.

O superintendente de operações da Globoaves, Wilson Bockhorny, enfatizou os benefícios que feiras setoriais como esta trazem para a empresa. “Participar de eventos como o da FENAVI na Venezuela, e a SIAVS no Brasil que estaremos em agosto, são essenciais para fortalecer nosso relacionamento com clientes e parceiros. Além disso, essas feiras proporcionam um ambiente propício para a realização de novos negócios, permitindo que a Globoaves continue a expandir sua presença no mercado internacional.”

A participação da Globoaves no congresso reflete seu compromisso contínuo com a excelência e a inovação no setor avícola. Ao interagir com os principais players do mercado e explorar novas oportunidades de negócios, a empresa está posicionada para continuar liderando o mercado de exportação de ovos férteis, impulsionando o crescimento e a sustentabilidade do setor avícola na América Latina.

Fonte: Assessoria Globoaves
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Empresas Resultados preliminares

Evonik eleva significativamente sua previsão para 2024

• EBITDA ajustado no segundo trimestre bem acima do ano anterior
• Melhora também na comparação com o já positivo primeiro trimestre
• Expectativas para o ano inteiro: EBITDA ajustado estimado entre 1,9 e 2,2 bilhões de euros

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Divulgação Evonik

Em uma conjuntura difícil, a Evonik registrou mais um trimestre robusto, excedendo as expectativas dos analistas. Por essa razão, a empresa publica antecipadamente seus principais resultados preliminares para o segundo trimestre e aumenta de maneira considerável sua perspectiva para o ano fiscal de 2024.

Com base em números preliminares e não auditados, a Evonik contabilizou um EBITDA ajustado de 578 milhões de euros no segundo trimestre, um valor 29% acima do registrado no ano anterior (Q2 2023: 450 milhões de euros). Os analistas haviam estimado o valor de 531 milhões de euros (Vara Consensus a partir de 29 de maio de 2024). Ao mesmo tempo, o resultado está 11% acima do obtido no primeiro trimestre, que já era positivo.

Como ainda não se verificou uma recuperação macroeconômica generalizada, este desenvolvimento positivo se deveu sobretudo

a fatores específicos da empresa: além da contínua e rigorosa disciplina de custos, o bom desempenho dos volumes na divisão Specialty Additives aliado à recuperação dos preços na divisão Animal Nutrition e aos custos de produção mais baixos, impulsionaram o aumento sequencial.

Com base nessa evolução, a Evonik está aumentando suas perspectivas para o EBITDA ajustado, elevando o intervalo para

o ano inteiro de 2024 em 200 milhões de euros. Conta-se agora

com resultados entre 1,9 e 2,2 bilhões de euros (anteriormente: 1,7 a 2,0 bilhões de euros).

Em seguida e um ligeiro declínio no primeiro trimestre, as vendas no segundo trimestre, tendo como base valores preliminares, ficaram pouco acima de 3,9 bilhões de euros e, assim, próximas do nível do ano anterior (Q2 2023: 3,9 bilhões de euros).

As rigorosas medidas de contingência levaram à redução dos custos no Grupo inteiro. Essa estratégia exerceu impacto positivo sobre a margem EBITDA ajustada, que apresentou melhora de 3,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior para 14,7% (Q2 2023: 11,6%).

A Evonik publicará seus resultados finais do segundo trimestre de 2024 conforme planejado, em 1° de agosto.

Desenvolvimento nas divisões

Com EBITDA ajustado de 220 milhões de euros, a divisão Specialty Additives conseguiu elevar em 19% seu resultado já positivo do primeiro trimestre. Na comparação com o ano anterior, os resultados melhoraram 10% (Q2 2023: 199 milhões de euros). A margem EBITDA ajustada subiu para cerca de 23%. Na comparação com o primeiro trimestre, o volume de vendas e, em consequência, a utilização da capacidade, aumentou ainda mais. A queda dos preços da matéria-prima contribuiu para o quadro.

Com um EBITDA ajustado de 140 milhões de euros, a divisão Nutrition & Care dobrou os resultados na comparação com o fraco ano anterior (Q2 2023: 71 milhões de euros). O valor permaneceu no mesmo nível registrado no primeiro trimestre. Esse avanço se deveu, sobretudo, à divisão Animal Nutrition, na qual novos aumentos de preços compensaram os volumes mais baixos decorrentes da paralisação da unidade de Singapura para ampliação da capacidade. A paralisação terminou no final do trimestre, conforme previsto. A linha de Care Solutions manteve a tendência positiva, especialmente no negócio de Active Ingredients. Toda a divisão se beneficiou de custos variáveis menores.

A divisão Smart Materials continuou a sua recuperação no segundo trimestre. Na comparação com o ano anterior, o EBITDA ajustado cresceu 41% para 171 milhões de euros (Q2 2023: 122 milhões de euros). O valor também aumentou 8% quando comparado com o do trimestre anterior. A melhoria operacional foi ainda maior quando se leva em conta que o primeiro trimestre havia se beneficiado da venda de uma licença. A melhoria foi impulsionada por uma ligeira recuperação, especialmente em produtos inorgânicos, além de custos mais baixos na matéria-prima. No ano anterior, uma interrupção planejada na planta de PA12 em Marl, Alemanha, havia tido impacto negativo significativo sobre os resultados.

Com um EBITDA ajustado de 52 milhões de euros, a divisão Performance Materials contabilizou um resultado 17% acima do nível do ano anterior (Q2 2023: 45 milhões de euros) e 22% acima do primeiro trimestre.<0} No início do trimestre, interrupções nas cadeias de fornecimento exerceram impacto positivo, especialmente nos negócios de oxo-álcool e plastificantes.

Como ocorreu em trimestres anteriores, a divisão Technology & Infrastructure / Other refletiu positivamente às medidas de contingência do Grupo. No entanto, essa vantagem foi compensada por provisões mais elevadas de cerca de

-30 milhões de euros, entre outras, para remuneração variável. Por conseguinte, o EBITDA ajustado totalizou cinco milhões de euros negativos na comparação com um valor positivo de 13 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior.

Fonte: Assessoria
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Empresas Doenças

Diarreia em suínos: problema entérico prejudica o bem-estar animal e compromete rentabilidade das granjas

Clostridium perfringens é uma das bactérias que preocupam e trazem prejuízos aos suinocultores. Bacitracina de zinco tem sido aliada das granjas, como melhorador ador de desempenho e terapêutico.

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Foto: Divulgação/MCassab

As doenças entéricas têm sido identificadas com alta frequência na suinocultura, representando um importante fator de desequilíbrio nos indicadores de produtividade no Brasil. “Dentre as principais enfermidades entéricas que impactam a atividade, destacam-se disenteria suína, salmonelose, colibacilose e clostridiose. A maioria consegue ser controlada com um bom plano sanitário, que abrange desde a biosseguridade, protocolo vacinal até o uso de moléculas eficazes no tratamento dessas enfermidades. No entanto, caso não sejam rapidamente identificadas, elas podem causar epidemias e levar a morte dos animais” explica a médica-veterinária Maria Carolina Toth, gerente de produtos para saúde animal da MCassab Nutrição e Saúde Animal.

“Surtos de doenças entéricas, reduzem drasticamente o bem-estar animal, trazem muitos prejuízos aos suinocultores e podem impactar sobre a segurança alimentar. Obviamente, que isso gera grande prejuízo aos produtores rurais, que veem o seu negócio comprometido” alerta a especialista.

Problemas comuns e que causam sérios prejuízos às propriedades são as doenças causadas por Clostridium perfringens, bactéria gram-positiva e anaeróbica, que pode ser facilmente encontrada em diversos tipos de ambiente (solo, dejetos sólidos, esgotos), além de estar presentes no intestino de diversas espécies animais. “As doenças causadas por esse micro-organismo apresentam-se como enterite aguda ou crônica em suínos. A bactéria produz esporos e está presente no intestino de todos os suínos. Ela se multiplica em alta velocidade, produzindo toxinas e gás intestinal que podem matam rapidamente o animal, causando prejuízo imenso às granjas” alerta Toth.

Apesar de prejudiciais as doenças entéricas em suínos têm tratamento. A MCassab Nutrição e Saúde Animal disponibiliza BZPAC 15%, melhorador de desempenho que também tem registro para uso terapêutico. “BZPAC 15% é um aditivo composto por bacitracina de zinco, antibiótico polipeptídico relevante para o controle de desafios entéricos causados por bactérias gram positivas, sendo administrado para prevenção e tratamento do Clostridium perfringens” explica a especialista.

Segundo Maria Carolina Toth, em razão do seu alto peso molecular, a bacitracina não é absorvida quando administrada pela via oral, tornando o seu uso como melhorador de desempenho ou terapêutico possível em todas as fases de criação animal – com total segurança e sem risco de resíduos em carcaça mesmo se utilizada até o momento do abate. Assim, é um produto tem carência zero e garante total segurança alimentar

BZPAC 15% destaca-se por características únicas, incluindo a capacidade de minimizar o desenvolvimento de resistência bacteriana, fator essencial para a eficácia a longo prazo de agentes antimicrobianos. Sua ação concentra-se no lúmen intestinal, local de origem de muitas infecções, proporcionando controle eficaz sobre as bactérias gram-positivas – grupo frequentemente associado a distúrbios intestinais e problemas de saúde em animais.

Fonte: Assessoria MCassab
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AJINOMOTO SUÍNOS – 2024

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