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TIMAC Agro completa 10 anos no Brasil

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A unidade de fertilizantes líquidos da empresa TIMAC Agro, instalada em Rio Grande, no Rio Grande do Sul (RS), está completando 10 anos de atividades no mês de julho, registrando resultado significativo, fruto da inovação promovida junto ao setor agrícola. Ao total, são mais de 7 milhões de litros de fertilizantes produzidos, o que equivale a mais de 16 milhões de hectares de lavouras tratadas no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Canadá. 
Com investimento destinado à automatização do seu sistema de envaze, a empresa modernizou embalagens, logística e armazenamento, passando a utilizar um processo inovador que preconiza o uso do papelão no lugar das bombonas de plástico. Com isso, reduziu em 70% a utilização de plástico e aumentou em 80% sua capacidade de armazenamento, reduzindo ainda a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera em 80 toneladas/ano.
Em 2005, início das atividades, eram fabricados seis produtos em um total de 38 mil litros de fertilizantes. Atualmente, o portfólio já agrega 40 produtos das gamas FERTIACTYL e FERTILEADER, com potencial anual de 7 milhões de litros. O sucesso se deve aos investimentos expressivos em modernização e automatização da linha de produção, bem como pelo consequente crescimento da empresa no mercado agrícola.
A atuação de mais de 600 ATCs (assistentes técnicos comerciais), distribuídos em todos os estados agrícolas do Brasil, também tem sido determinante para o desenvolvimento da TIMAC Agro. Os ATCs acompanham a campo a aplicação dos produtos, levando ao produtor rural as tecnologias inovadoras presentes nas soluções líquidas produzidas pela empresa, que contribuem para o aumento da produtividade das lavouras brasileiras e dois países para onde exporta. 
No Brasil, a empresa mantém ainda outras três plantas industriais de fertilizantes sólidos – nas cidades de Candeias (BA), Santa Luzia (AL), e em Rio Grande (RS), além da unidade de fertilizantes líquidos.
Sobre a TIMAC Agro

A TIMAC Agro é uma multinacional francesa que fabrica e comercializa fertilizantes de alta tecnologia. A empresa pertence ao Grupo Roullier, conglomerado com atuação nos setores de nutrição de plantas, nutrição animal, mineração, energia, higiene, indústria de plásticos e alimentos. O Grupo está presente em todos os continentes, com filiais em 46 países e comercialização em 111 nações. Conta hoje com 77 unidades industriais responsáveis pela fabricação de 5 milhões de toneladas de produtos granulados/ano e 15 milhões de litros de fertilizantes líquidos. Com mais de 7.300 colaboradores, o Grupo Roullier tem faturamento anual de 3,1 bilhões de euros. 

Fonte: Ass. Imprensa

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Demanda por grão de soja e derivados dos Estados Unidos e do Brasil aumenta

Esse cenário está relacionado a incertezas quanto ao volume de derivados de soja a ser ofertado pela Argentina.

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Foto: Arquivo/Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos e a expectativas de aumento na procura global pelos derivados norte-americanos e também do Brasil.

Esse cenário, por sua vez, está relacionado a incertezas quanto ao volume de derivados de soja a ser ofertado pela Argentina – principal abastecedora global de farelo e de óleo de soja.

Além disso, o baixo volume de chuvas em importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte também impulsionou os valores externos, já que isso pode reduzir a produtividade da safra 2022/23.

Fonte: Cepea
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Preços do milho têm comportamentos distintos dentre as praças

Em algumas regiões do Sul do país e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal. Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações.

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Foto: Divulgação/Mapa

As cotações do milho vêm apresentando comportamentos distintos dentre as praças acompanhadas pelo Cepea.

Em algumas regiões do Sul do país e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal.

Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações.

Quanto ao Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas/SP), caiu 0,44% de 5 a 12 de agosto, fechando a R$ 81,55/sc na sexta-feira (12).

No geral, compradores resistem em elevar os valores pagos no spot nacional, contexto que tem limitado a liquidez.

Exportações

Nos primeiros cinco dias úteis de agosto, o Brasil embarcou 1,7 milhão de toneladas de milho, segundo dados da Secex, com média diária de 338,4 mil toneladas.

Caso esse ritmo se mantenha até o final do mês, as exportações podem somar 7,4 milhões de toneladas em agosto.

Fonte: Cepea
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Notícias Demanda aquecida

Preços dos ovos comerciais renovam máxima nominal

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Foto: Arquivo/OP Rural

A oferta controlada e a demanda aquecida têm resultado em altas consecutivas nos preços dos ovos comerciais neste mês de agosto.

Na última quinta-feira (11), inclusive, as cotações renovaram o recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2013, na maioria das praças acompanhadas.

No setor produtivo, as temperaturas mais baixas favorecem o controle da produção por afetarem a produtividade das poedeiras.

Já na ponta final, a demanda aquecida por conta do período de início de mês e o auxílio financeiro disponibilizado pelo governo têm elevado o consumo de modo geral.

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