Notícias 57.345.800 toneladas
Terminais portuários do Paraná têm recorde histórico de movimentação em 2021
Entre os principais dados de 2021 nos portos paranaenses está o aumento de 10% na movimentação de carga geral. No período, também houve alta de 4% na operação envolvendo granel líquido; 11%, no volume de toneladas movimentadas em contêineres; e 9% em celulose.

A Portos do Paraná ultrapassou o recorde histórico de movimentação anual. Até às 17 horas da última quinta-feira (30) foram 57.345.800 toneladas de cargas carregadas e descarregadas pelos terminais de Paranaguá e Antonina.
Em 2020, quando a marca anterior foi registrada, os portos paranaenses fecharam o ano com uma movimentação de 57.338.001 toneladas de produtos de importação e exportação.
“Mesmo diante de todas as dificuldades que enfrentamos novamente neste ano, vamos fechar 2021 com mais uma
movimentação histórica, graças aos investimentos que garantem competitividade e excelência às operações dos nossos portos. O ótimo desempenho também é resultado do esforço e dedicação dos nossos trabalhadores portuários”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, ressalta a contribuição da gestão portuária paranaense e o trabalho das empresas e operadores que investem e confiam nos portos do Paraná.
“Os números só vêm para confirmar e coroar o trabalho exaustivo da melhor gestão portuária entre os portos públicos do Brasil. Esse é o resultado que alcançamos com uma comunidade portuária que trabalha integrada pelo desenvolvimento do Paraná”, afirma o secretário.
Números
Entre os principais dados de 2021 nos portos paranaenses está o aumento de 10% na movimentação de carga geral. No período, também houve alta de 4% na operação envolvendo granel líquido; 11%, no volume de toneladas movimentadas em contêineres; e 9% em celulose.
Considerando a movimentação mensal, em dezembro de 2020 os portos de Paranaguá e Antonina movimentaram 3.777.259 toneladas de carga. Neste ano, até as 7h deste dia 30 de dezembro, foram 4.267.933 toneladas – cerca de 13% a mais.
Dezembro de 2021 também vai fechar com a maior movimentação mensal da história para os mesmos 31 dias, como destaca o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
“As palavras são produtividade e eficiência. O resultado de 2021 é fruto do empenho de toda a comunidade portuária do Paraná que contribuiu para, mais uma vez, alcançarmos resultados expressivos e superarmos a nossa própria marca”, diz.
Segundo Garcia, apesar dos últimos dados mensais de fechamento registrarem queda, principalmente entre os graneis sólidos de exportação – em especial no milho e na soja, por questões climáticas e de mercado – o novo recorde se deve ao acréscimo obtido nos demais segmentos.
“Principalmente na Carga Geral, tanto na importação quanto na exportação, mas também entre os granéis líquidos e na descarga dos fertilizantes, que são granéis sólidos de importação”, comenta o executivo da empresa pública sobre os dados de 2021.
Os números de dezembro serão consolidados e disponibilizados na primeira semana de janeiro. As demais estatísticas da movimentação nos portos do Paraná podem ser acessados clicando aqui.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





