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Tecnoshow Comigo celebra 20 anos de incentivo ao crescimento da agropecuária brasileira
Realizada em Rio Verde (GO), a feira contribui para mostrar a força que o setor rural exerce para o desenvolvimento econômico em todo o país.

Os investimentos em ciência, tecnologia, conhecimento e inovação têm contribuído para que o Brasil alcance recordes de produção, safra após safra, e, consequentemente, consiga gerar bons resultados para o desenvolvimento do país, com mais empregos e renda. Para o ciclo 2022/2023, a previsão é colher 310,9 milhões de toneladas de grãos, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Esse número é 14,5% maior que a safra anterior.
Diante desse cenário, a Tecnoshow Comigo desponta como uma das maiores vitrines de tecnologia rural do País, colaborando para que a agropecuária seja protagonista da economia nacional. São 20 anos de realização da maior feira de tecnologia rural do Centro-Oeste e uma das três principais do Brasil, motivos pelos quais a organização prevê mais um grande sucesso para a edição de 2023, no Centro Tecnológico Comigo (CTC), em Rio Verde, de 27 a 31 de março.
A expectativa da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo) – organizadora do evento – é que mais de 130 mil pessoas visitem a feira em busca de informação, tecnologia, inovação e negócios voltados para o campo e que impactam positivamente as cidades. A evolução de negócios nos cinco dias de Tecnoshow, ao longo destes 20 anos, é um retrato fiel da importância do evento para o agronegócio brasileiro. Na edição passada, o volume ultrapassou R$ 10,6 bilhões.
Além de possibilitar investimentos na aquisição de máquinas, implementos, insumos e ferramentas de alta tecnologia, a feira é a oportunidade para que o público possa ampliar conhecimento, por meio de palestras (são mais de 100 programadas), ações sustentáveis, exposição e dinâmicas de pecuária; e acessar novidades que empresas e instituições vão apresentar na edição deste ano, desde plots com experimentos agrícolas e demonstrações de pesquisas, até lançamentos de novas variedades para diversas culturas, por exemplo. Para isso, em uma área de 65 hectares, estarão 650 expositores de todo o país, disponibilizando soluções que auxiliem desde o pequeno produtor até grandes produtores e empresas.
20 anos de desenvolvimento do agro brasileiro

Presidente Antonio Chavaglia. Foto: Divulgação/Tecnoshow Comigo
O presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, comemora a realização da edição especial da Tecnoshow Comigo, que celebra 20 anos, em 2023, destacando que a feira teve e tem grande relevância na história do desenvolvimento do agro brasileiro. “Ao trazer o que há de mais moderno para a produção rural, os principais assuntos que permeiam o setor e disponibilizar isso ao alcance do produtor, a Tecnoshow cumpre papel de protagonista no fortalecimento do segmento, que é a mola propulsora da economia do país”, salienta.
“Em todos estes anos, tivemos um crescimento exponencial na participação de público, expositores e nos números de comercialização durante a feira. São investimentos dos nossos produtores que proporcionam os incrementos fantásticos em produção e produtividade no campo”, destaca o presidente da Cooperativa.
Do lançamento da feira, em 2002, até a última edição, em 2022, a Tecnoshow Comigo tem acompanhado a evolução da agropecuária brasileira e contribuído para o crescimento do setor. No primeiro ano, foram cerca de 50 expositores e público de quatro mil pessoas, em três dias de evento. Em duas décadas, esses números aumentaram para 620 expositores e 128 mil pessoas (no ano passado).
Comparando com a safra de grãos, por exemplo, nota-se um salto nesse período de uma produção nacional que passou de 119,1 milhões de toneladas, no ciclo 2003/2004, para 310,9 milhões de toneladas na previsão deste ciclo 2022/2023. Na pecuária, o rebanho bovino brasileiro saiu de 195,5 milhões de cabeças, em 2003, para 224,6 milhões em 2021, de acordo com dados mais recentes do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística].
“É inegável a contribuição da feira, a partir dos investimentos em produtos, tecnologias e novos conhecimentos para o alcance desses números. Só temos a agradecer a confiança que expositores, produtores e visitantes têm na COMIGO e em nosso evento. Temos buscado sempre proporcionar uma feira que atenda às demandas de diferentes públicos. Hoje, podemos afirmar que a Tecnoshow Comigo é referência nacional”, completa Chavaglia.
Comparativo: comercialização na Tecnoshow Comigo com evolução da safra de grãos/rebanho bovino
Comercialização*
2003: R$ 61 milhões
2022: R$ 10,6 bilhões
Safra de Grãos**
Brasil
2003/2004: 119,1 milhões de toneladas
2022/2023: 310,9 milhões de toneladas
Goiás
2003/2004: 11,1 milhões de toneladas
2022/2023: 31,5 milhões de toneladas
Rebanho Bovino***
Brasil
2003: 195,5 milhões de cabeças
2021: 224,6 milhões de cabeças
Goiás
2003: 20,1 milhões de cabeças
2021: 24,2 milhões de cabeças

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Tradição em Campo encerra com recorde de público
Evento da Cooperativa Agroindustrial Tradição mobiliza produtores, estudantes e parceiros em dois dias de palestras técnicas, vitrines tecnológicas e demonstrações práticas no Centro de Inovação e Tecnologia.

A edição 2026 do Tradição em Campo – Dia de Campo de Verão chegou ao fim consagrada como um grande sucesso de público, participação e geração de conhecimento. Durante os dois dias de programação, 3.075 mil visitantes passaram pelo Centro de Inovação e Tecnologia da Cooperativa Agroindustrial Tradição, em Pato Branco (PR), entre cooperados, produtores rurais, estudantes e parceiros.
Ao longo do evento, o CITT se transformou em um ambiente marcado por inovação, troca de experiências e fortalecimento do agronegócio regional. A ampla participação confirmou o interesse crescente por tecnologia, gestão e soluções estratégicas para o campo, reforçando a relevância do Tradição em Campo como um dos principais encontros técnicos do setor na região.
A programação técnica foi um dos grandes destaques. O biólogo Richard Rasmussen trouxe reflexões sobre sustentabilidade e os desafios do agronegócio, conectando produtividade e responsabilidade ambiental. O especialista Carlos Cogo abordou o cenário e as perspectivas do mercado agrícola, oferecendo uma análise estratégica sobre economia e tendências globais. Já Maria Iraclézia destacou a importância da gestão, liderança e sucessão familiar no campo, tema cada vez mais presente na realidade das propriedades rurais.
Além das palestras, os visitantes conheceram de perto as inovações apresentadas nos estandes da Tradição e de empresas parceiras, com foco em sementes, máquinas, pecuária e soluções tecnológicas voltadas à potencialização dos resultados no campo. Experiências como o bar suspenso, o test drive de quadriciclos, arena de drones e um espaço kids também foram diferenciais que atraíram o público e tornaram o ambiente ainda mais dinâmico.
Em seu pronunciamento de encerramento, o presidente da cooperativa, Julinho Tonus, agradeceu a presença dos cooperados, parceiros e estudantes, destacando a emoção ao ver o Centro de Inovação e Tecnologia movimentado e cumprindo seu propósito de ser um espaço permanente de aprendizado e evolução. “O Tradição em Campo mostra que, quando unimos conhecimento, tecnologia e cooperação, fortalecemos não apenas nossas propriedades, mas todo o agronegócio regional”, ressaltou.
Mais do que um evento técnico, o Tradição em Campo 2026 apresentou o compromisso da cooperativa com a inovação, a geração de valor ao produtor e o desenvolvimento sustentável do setor. A edição encerra com resultados expressivos e deixa a expectativa ainda maior para os próximos encontros.
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Goiás registra superávit de US$ 305 milhões na balança comercial em janeiro
Exportações goianas somaram US$ 721 milhões no primeiro mês do ano, enquanto as importações alcançaram US$ 416 milhões. Resultado representa crescimento de 33,4% no saldo em relação a janeiro de 2025.

Goiás iniciou 2026 com desempenho positivo na balança comercial. Em janeiro, o saldo foi de US$ 305 milhões, resultado de US$ 721 milhões em exportações e US$ 416 milhões em importações. O desempenho mantém o Estado entre os principais protagonistas do comércio exterior brasileiro, ocupando a 9ª posição no ranking nacional de exportações no mês e a 11ª colocação em importações. Os dados são da Superintendência de Comércio Exterior e Atração de Investimentos Internacionais, vinculada à Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

Na comparação com janeiro de 2025, as exportações goianas cresceram 5,51%. Com isso, o superávit apresentou alta expressiva de 33,43% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo foi de US$ 228,3 milhões. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) totalizou US$ 1,13 bilhão em janeiro de 2026. “O resultado de janeiro confirma que Goiás inicia 2026 com bases sólidas no comércio exterior. Tivemos crescimento nas exportações e aumento expressivo de mais de 33% no saldo da balança comercial em relação ao ano passado. Esse desempenho reflete a força do nosso agronegócio, o avanço da indústria e da mineração, além do amadurecimento da política de atração de investimentos e de apoio ao setor produtivo. Goiás amplia sua participação nas exportações brasileiras e se consolida, cada vez mais, como um dos estados mais competitivos do país no cenário internacional”, destacou o titular da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Entre os produtos mais exportados em janeiro, o destaque foi o segmento de carnes, responsável por 31,65% das exportações estaduais no mês, com crescimento de 33,73% em relação a janeiro de 2025. As carnes bovinas lideraram o grupo, com alta de 44,43%. Também apresentaram desempenho relevante o complexo soja (16,77%), o complexo milho (15,96%), os minérios de cobre (9,31%), com crescimento expressivo de 193,78% na comparação anual, as ferroligas (8,70%) e o ouro (5,38%).
Os principais destinos das exportações goianas foram a China, que absorveu 20,62% do total exportado, seguida pelos Estados Unidos (9,58%), Bulgária (9,31%), Irã (6,78%), Vietnã (5,78%) e Canadá (5,52%). No ranking dos municípios exportadores, Rio Verde liderou, com US$ 107 milhões, o equivalente a 14,95% do total estadual, seguido por Alto Horizonte (9,31%), Mozarlândia (9,16%) e Jataí (6,91%). Já no que se refere às importações, o principal município foi Anápolis, responsável por 44,65% do total importado.
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Frísia anuncia aquisição de esmagadora de soja em Ponta Grossa
Complexo industrial terá cerca de 200 colaboradores na produção de óleo, farelo e lecitina de soja.

A Frísia Cooperativa Agroindustrial, com sede em Carambeí (PR), anuncia a assinatura do contrato de aquisição de uma esmagadora de soja em Ponta Grossa (PR). A planta tem capacidade de processamento de 3,4 mil toneladas de soja por dia.
O complexo industrial pertence à multinacional Louis Dreyfus Company (LDC). Os atuais colaboradores serão mantidos na estrutura.
“A aquisição dessa unidade industrial representa um avanço significativo para o cooperativismo paranaense, agregando valor para seus cooperados e impulsionando o desenvolvimento regional. A verticalização da produção, viabilizada por essa unidade, é um pilar fundamental do nosso Planejamento Estratégico para o ciclo 2025-2030. Ao integrarmos etapas produtivas, desde o recebimento da matéria-prima até a industrialização e comercialização dos derivados, ampliamos nossa eficiência, fortalecemos a competitividade e garantimos maior autonomia para enfrentar os desafios do mercado”, destaca o superintendente da Cooperativa Frísia, Mario Dykstra.
Localizada em um terreno de 58,08 hectares, a unidade tem como estrutura: área de recepção, beneficiamento e armazenamento de grãos, com capacidade estática de 300 mil toneladas; área de preparação da soja; extração de óleo e farelo; degomagem e envase de lecitina; e refinaria.
A esmagadora terá como foco a produção de óleo de soja degomado, destinado predominantemente à fabricação de biocombustíveis, e farelo de soja voltado tanto ao mercado interno quanto à exportação, além de outros produtos como lecitina e casca de soja, utilizados em indústrias de alimentos destinados ao consumo humano e à nutrição animal.
Para que a operação passe a ser administrada pela cooperativa, ainda é necessária a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a conclusão da transferência das licenças e autorizações. A estimativa é que esse processo seja finalizado até o segundo semestre de 2026.











