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Tecnologias e palestras da Embrapa sobre piscicultura na Amazônia são destaques em evento internacional

Tecnologias e palestras da Embrapa sobre piscicultura na Amazônia são destaques em evento internacional.

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Foto: Divulgação/IFC

Quatro centros de pesquisa da Embrapa participarão do International Fish Congress (IFC) Amazônia, que acontecerá em Belém (PA) nos próximos dias 03, 04 e 05 de dezembro. O evento reunirá lideranças dos estados e países que compõem a região amazônica, representantes de todos os elos da cadeia do pescado – desde a produção ao beneficiamento – e nomes renomados do setor. Ao todo, são 70 conferencistas nacionais e internacionais confirmados.

Nos três dias de programação, o IFC Amazônia apresentará temas conjunturais e de mercado – como rastreabilidade e certificação, bioeconomia, pegada de carbono e Fundo Amazônia – visando acelerar o processo de desenvolvimento da aquicultura e pesca na região amazônica. O evento também debaterá temas técnicos, com o objetivo de impulsionar a produção e a rentabilidade aquícola nas águas amazônicas.

No dia 03 de dezembro, às 13h30min, o painel “Rastreabilidade e Certificação e as novas exigências dos consumidores” contará com a presença do pesquisador e supervisor da área de negócios da Embrapa Agricultura Digital (Campinas-SP), Anderson Luis Alves, e a diretora nacional de Compras de Pescado do Carrefour, Meg Fellipe.

Aquicultura como alternativa econômica

No dia 04, às 8h30, acontecerá o Seminário “Desafios e estratégias para o desenvolvimento da aquicultura como alternativa econômica competitiva e sustentável para a Região Amazônica”. A chefe-geral Danielle de Bem representará a Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas/TO) na ocasião. No mesmo dia, às 10h40, será abordado o tema “Sistemas de produção de peixes redondos na Amazônia: A busca pela eficiência, produtividade e rentabilidade”. A pesquisadora da Embrapa Pesca e Aquicultura, Flávia Tavares, e o pesquisador Roger Crescêncio, da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus/AM) vão explanar sobre o assunto.

Ainda no dia 04, às 11h20, a chefe de P&D da Embrapa Pesca e Aquicultura, Lícia Lundstedt, apresentará o tema “Desafios e oportunidades da nutrição e alimentação de peixes nativos”. Após o almoço, às 14h, será a vez dos pesquisadores Eduardo Varela e Fernanda Almeida (dos centros de pesquisa Pesca e Aquicultura e Amazônia Ocidental) discorrerem sobre “Tecnologias de edição genômicas e reprodução em peixes amazônicos – avanços e desafios”.

Por fim, iniciando os trabalhos do dia 05, às 8h30, a pesquisadora da Embrapa Pesca e Aquicultura, Andrea Muñoz vai apresentar o tema “Viabilidade econômica da produção de peixes amazônicos”.

As Unidades da Embrapa Pesca e Aquicultura, Amazônia Ocidental, Territorial e Amazônia Oriental também apresentarão aos visitantes oito tecnologias no estande da Embrapa: Sistemas de Criação de Tambaquis em Tanques-rede; Teste de sexagem genética para tambaqui (Colossoma macropomum) e pirarucu (Arapaima gigas); Boas práticas de manipulação de entreposto de pescado; Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura – CIAqui; Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Aquicultura Brasileira (SITE Aquicultura); Protocolos de alimentação para fase de engorda (I – 90 a 350 g e II- 450 a 1500 g) do tambaqui em viveiros escavados e Ver-o-Peixe: inovação para a piscicultura familiar.

Fonte: Assessoria Embrapa Pesca e Aquicultura

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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