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Tecnologias auxiliam pecuaristas a ganhar mais dinheiro fazendo menos

Especialistas mostram como melhor pastagem, tecnologia barata para criação de bezerras e nutrição de precisão auxiliam produtor a produzir mais com menos

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Arquivo/OP Rural

Produzir mais com menos tem sido, cada vez mais, o objetivo dos pecuaristas leiteiros brasileiros. Por isso, adotar tecnologias e formas de produção que garantam esses resultados tem sido essencial para a própria sobrevivência de alguns produtores na propriedade. Para ajudar com isso, e também explicar sobre tudo que envolve a produção leiteira, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) levou até o Show Rural Coopavel, em Cascavel, PR, no início de fevereiro, o “Caminhos do Leite”.

Na primeira parada, o produtor já aprende sobre as diversas forrageiras que existem e qual a melhor para a sua propriedade. Segundo o zootecnista e extensionista do IDR, Endrigo Antônio de Carvalho, a alimentação é parte fundamental para uma boa produção. “Dentro da alimentação temos que olhar como o produtor deve fazer para diminuir os custos de produção, porque é notório quanto o menor custo de produção maior a margem de lucro”, comenta.

Ele explica que o que estavam mostrando aos pecuaristas é que existem tecnologias disponíveis no mercado em termos de pastagens que vão favorecer ele na hora de produzir, seja leite ou carne. “Mostramos 16 materiais de forrageiras que vão ser indicadas para o produtor de acordo com a características dele, da propriedade dele”, conta. “A gente direciona o produtor para uma pastagem que irá se adaptar à realidade dele”, diz.

Carvalho destaca que o produtor deve pensar, em termos de pastagem, que ele escolha uma que produza muito bem no ano, que tenha boa digestibilidade, teor de proteína elevado e que a cultivar permita que se mantenha a conservação do solo. “Isso é muito importante, a gente costuma dizer que a pastagem é um investimento no curto prazo, em termo de alimentação, ou seja, em leite ou carne. Mas o solo é um investimento no longo prazo. Assim, as vezes o produtor está preocupado em fazer dinheiro para amanhã, mas não está preocupado com o solo. Por isso sempre recomendamos as melhores pastagens para manter também a qualidade do solo”, diz.

Além disso, de acordo com o extensionista, existem diversos tipos de pastagens, e aquelas que são melhoradas, que produzem muito bem e têm uma produtividade boa, exigem mais fertilidade. “O produtor tem muitas ferramentas na mão dele. O que ele precisa é escolher aquela que irá se adequar à realidade dele”, reforça.

Carvalho informa ainda que, atualmente, em termos de pastagem, a alimentação corresponde pelo menos entre 55 a 60% do custo de produção. “Então se ele não tem uma pastagem de qualidade e quantidade na propriedade, ele vai ter que buscar fora da propriedade. E é sabido que quando mais insumos o produtor precisa trazer de fora, maior será o custo dele. Se ele conseguir intensificar a produção de forragem com qualidade, ele vai precisar trazer menos farelo de fora, menos ração. Então vai diminuir as despesas e aumentar o lucro dele”, explica.

O zootecnista ainda reitera que o primeiro passo para a escolha de uma boa pastagem e que trará melhores resultados é o produtor se preocupar com o solo. “É preciso que ele faça uma análise de solo. Ele pode entrar em contato com o pessoal da Emater (extensão rural do Paraná), que então eles orientam nesse sentindo de como fazer a coleta do solo e depois a própria recomendação de como fazer para acertar a quantidade de nutrientes necessários para aquele solo naquele momento”, explica. “Depois de fazer a correção do solo e utilizar a pastagem recomendada, o extensionista irá orientar o produtor sobre qual a melhor forma dele implantar a pastagem, porque muitas vezes ele vai fazer o investimento em análise e correção de solo, mas na hora de implementar, faz de forma incorreta”, comenta.

Para Carvalho, seguindo esses passos de forma correta, ou seja, corrigindo o solo, escolhendo e implementando a melhor pastagem, além de fazer o manejo correto do pasto, ele vai ter bons resultados. “O manejo também é importante, porque cada pasto tem uma característica diferente em termos de momento ideal para colocar o animal para pastejar e o momento para tirar. Da mesma forma que ele investiu em correção de solo, semente e implantação, mas não cuidou do pasto depois, ele pode acabar com essa pastagem em dois anos”, informa. Assim, explica, se o produtor cuidar como o recomendado, ele vai ter um pasto por cinco, 10 anos ou mesmo mais tempo. “Enquanto esse pasto perdurar e ele for fazendo a manutenção, ele vai retirar a maior quantidade de alimento possível, com a maior qualidade e diminuindo as despesas em alimentação”, afirma.

O extensionista comenta que hoje o produtor tem muito acesso às informações, mas que é preciso saber filtrar o que recebe. “É fato que existe muita propaganda de materiais que são bons. Mas esse material não é ideal para todos os produtores, isso porque ele foi desenvolvido em uma região. Por exemplo, passa na televisão uma propagando de uma matéria que foi desenvolvido no Mato Grosso do Sul e que é muito boa. Mas o produtor que ficou interessado nela mora no Paraná. Então esse produtor não pode ficar refém das informações da televisão ou das mídias sociais. Por isso a Emater está presente em todos os municípios para orientar o produtor nesse sentido, para que ele não invista em algo que não é tão interessante para a realidade dele”, comenta.

Tecnologia acessível e barata

Durante o “Caminho do Leite” outra parada era para o produtor ver sobre tecnologias disponíveis para criação de bezerras. A zootecnista e extensionista do IDR, Sue Ellen de Menezes Borges, demonstrou uma instalação de baixo custo para criar bezerras individualmente. “Dessa forma elas estão próximas umas das outras quando recebem leite, mas elas não se tocam. É importante porque quando as bezerras não se tocam, diminui a contaminação de doenças e também as mamadas cruzadas, diminuindo também a incidência de pneumonia e diarreia, que são os principais problemas que ocorrem com a bezerra até o desmame”, explica.

 A tecnologia é muito simples, e para ser feita são utilizados materiais que o produtor tem na própria fazenda, como madeira, arrame e sombrite. “Esse local proporciona um ambiente muito mais limpo, bem arejado e confortável, uma vez que a bezerra tem espaço para caminhar – são praticamente 10 metros –, é mais limpo e de baixo custo”, informa.

Sue Ellen conta que a tecnologia ajuda bastante na criação dos animais. “Nós percebemos que esta tecnologia é um sistema que acelera o crescimento da bezerra, porque a ideia é que o animal vá do nascimento até a primeira cobertura com no máximo 13 meses, se ela não ficar doente. Isso é possível com facilidade e pouco gasto”, garante. Ela explica que quando a bezerra é criada em um ambiente úmido ela fica muito mais doente e isso retarda o crescimento dela. “Então, o tempo está correndo, mas o crescimento dela não está acontecendo, e isso resulta em gasto para o produtor”, diz.

De acordo com ela, do jeito que está a situação leiteira hoje em dia, o produtor tem que trabalhar sempre no sentido de reduzir custos. “E o que vemos é que muitos produtores são de agricultura familiar. Dessa forma, ele não tem muito tempo para cuidar da lactação, dos pastos, da silagem, da bezerra, entre outros. Então, quanto menos serviço ele tiver, quanto mais otimizado e eficiente foi a atividade, melhor para ele”, comenta.

Além disso, a extensionista afirma que qualquer produtor de leite pode utilizar desse sistema, desde o pequeno até o grande. “Se o produtor tem bezerra, pode aplicar que ele vai criar bem. Isso é um investimento”, afirma. “A tecnologia é acessível para todo mundo, não importa o tamanho da área. Com ela, a bezerra vai ser criada em uma área de piquete de baixo porte, como grama tifton, por exemplo, que são capins que o bezerro vai conseguir começar a ingerir com facilidade, já que essas são folhas finas e macias”, comenta. Outro detalhe sobre o sistema é a colocação de água e comida dos animais. “O cocho com ração fica de um lado e o bebedouro do outro, justamente para forçar essa caminhada e movimentação do animal”, conta. Sue ainda destaca que quem fazer o desmame precoce tem que dar ração aos animais. “Se começar a dar ração antes, a partir do momento que ela consumir no mínimo 800g por três dias e dobrar o peso do nascimento no desmame, o produtor pode tranquilamente mandar a bezerra para o piquete em lotes coletivos e homogêneos com poucos animais, que ela vai se desenvolver bem”, assegura.

Nutrição de precisão

Outro detalhe para garantir mais renda e menos gastos para o produtor, e que foi apresentado durante o “Caminho do Leite”, é quanto a nutrição do animal, especialmente na fase de lactação. “Nessa fase a vaca muda com o tempo. Então vai de início para um mês e fim de lactação. Em cada fase dessas ela precisa de nutrientes diferentes para poder atender as exigências dela”, explica o coordenador da área de produção animal do IDR, doutor Vanderlei Bett.

“Como fazemos a nutrição de precisão, temos um pasto bem manejado, então ele vai fornecer o máximo de nutrientes que aquela espécie vai poder fornecer. O complemento da exigência é com concentrado”, comenta. Ele informa que vacas em início de lactação são aquelas mais difíceis, porque elas precisam de muito nutriente. “Porque é nessa fase que ela chega no pico de lactação”, explica. Depois disso, continua, vai caindo a produção no decorrer dos meses, sendo em torno de 10% ao mês. “Desde que a vaca seja bem nutrida, com pasto de boa qualidade e ração bem balanceada”, alerta.

Segundo ele, isso faz com que o produtor tenha sobra e um custo de produção menor, sobrando assim mais dinheiro no bolso dele. “A diferença é que entre você fazer a nutrição convencional, que é um tipo de ração só para todos os animais, só mudando a quantidade, que é a regra de para cada três litros de leite produzido com um quilo der ação. A diferença de fazer a nutrição de precisão gira em torno de 30% do lucro ou sobras de dinheiro que o produtor poderia ter dentro da propriedade”, conta. Bett informa que a média recebida hoje pelo produtor é de R$ 1,30. Dessa forma, 30% desse valor corresponde aproximadamente a 50 centavos para cada litro de leite produzido na propriedade. “Isso é uma diferença muito grande, um valor que o produtor está deixando de ganhar”, afirma.

Ele explica que é mais difícil de mostrar isso para o produtor, uma vez que este não é um valor que está saindo do bolso dele, mas que está deixando de entrar. “O produtor normalmente não consegue ver essa diferença de deixar de ganhar dinheiro. O mais correto, como o sistema de produção de leite é muito complexo, e o produtor tem muitos afazeres, o produtor não tem tempo de fazer tudo ele precisa sem o auxílio de alguém, como um técnico ou um extensionista do IDR para fazer o acompanhamento e poder fazer esse cálculo de ração”, afirma. “Cada uma dessas fases de lactação tem que ter um complemento de concentrado diferente para atender à exigência nutricional dos animais. Por isso é tão importante buscar a assistência técnica, por que eles irão ajudar o produtor a ganhar mais dinheiro”, sustenta.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de março/abril de 2020 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Leite importado pode ser vetado em compras públicas no Brasil

Proposta abre exceção apenas quando não houver produto nacional disponível.

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Foto: Divulgação

Um projeto de lei que veda a compra de leite importado por órgãos públicos recebeu parecer favorável do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O texto é relatado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), que protocolou nesta semana parecer pela aprovação da proposta. Com isso, o tema pode entrar em votação nas próximas sessões.

Lupion apontou que a redação aprovada em outras comissões da Câmara está em conformidade com os preceitos constitucionais e jurídicos, e, por isso, apresentou voto favorável ao projeto. O Projeto de Lei 2.353/2011 inclui dispositivo na Lei de Licitações e Contratos Administrativos para proibir a aquisição de leite de origem estrangeira por órgãos públicos.

Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado, Pedro Lupion: “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores” – Foto: Divulgação/FPA

A exceção prevista na proposta ocorre apenas quando “não houver disponibilidade de produto nacional”. Nesses casos, o órgão público deverá justificar previamente a compra de leite importado.

A tramitação do projeto ocorre em um contexto de pressão do setor produtivo por medidas que reduzam as importações do produto. Produtores de leite alegam que os preços praticados no mercado têm comprimido as margens e inviabilizado a atividade, especialmente entre os pequenos produtores.

Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços pagos ao produtor recuaram mais de 25% em 2025, encerrando o ano em R$ 1,99 por litro. Segundo os pesquisadores, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 1,32% em janeiro e mais 0,32% em fevereiro.

Deputado Zé Silva: “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais” – Foto: Divulgação/FPA

Em outra ocasião, Lupion defendeu que o Tribunal de Contas da União (TCU) analise possíveis distorções relacionadas à importação de leite e os impactos sobre a cadeia produtiva. “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores. Precisamos entender se existe equilíbrio competitivo ou se há distorções que estão pressionando os preços pagos ao produtor”, destacou.

O integrante da FPA, deputado Zé Silva (União-MG), lembrou que medidas voltadas à cadeia leiteira impactam 1,1 milhão de produtores no país e mais de 5 milhões de empregos. “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais. Nós sabemos que hoje o custo de produção de um litro de leite é de R$ 1,90 a R$ 2”, afirmou.

Parlamentares pedem celeridade em processo antidumping

Quem também acompanha de perto as pautas relacionadas à cadeia leiteira é a vice-presidente da FPA na região Sudeste, deputada Ana Paula Leão (PP-MG). Um dos pleitos defendidos pelos parlamentares é a adoção de medidas antidumping contra o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai.

Vice-presidente da FPA na região Sudeste e deputada, Ana Paula Leão: “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial” – Foto: Divulgação/FPA

A investigação foi aberta em 2024, e o pedido do setor é para que sejam adotadas medidas provisórias enquanto o processo segue em análise. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) é o órgão responsável por avaliar a demanda. “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial”, destacou a deputada.

Já o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC), lembrou que a imposição de medidas antidumping de forma provisória não alivia a situação de forma imediata, mas ajuda para que o processo tenha um desfecho definitivo. “A Argentina coloca leite aqui no Brasil com preço 53% menor do que vende lá dentro do seu próprio país. Com qual finalidade? Exterminar os produtores brasileiros para depois tomar conta do nosso mercado e praticar o preço que quiserem. Precisamos que esse leite seja taxado agora na fronteira.”

Fonte: Assessoria FPA
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Exportações de carne bovina de Mato Grosso crescem mais de 50%

Resultado foi impulsionado pela demanda internacional e valorização da tonelada embarcada.

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Fotos: Shutterstock

Mato Grosso voltou a se destacar no cenário internacional da carne bovina ao registrar um desempenho recorde no primeiro trimestre de 2026. O estado exportou 251,83 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), volume que representa 26,72% de toda a carne bovina embarcada pelo Brasil no período — o maior já registrado para um primeiro trimestre na série histórica.

O resultado expressivo também aparece na comparação anual. Em relação ao mesmo período de 2025, o crescimento foi de 53,39% no volume exportado. Já a receita atingiu US$ 1,11 bilhão, alta de 74,71%, impulsionada tanto pelo aumento da demanda internacional quanto pela valorização da tonelada embarcada, que alcançou média de US$ 4,54 mil.

A China manteve-se como principal destino da carne mato-grossense no trimestre, concentrando 50,82% dos embarques, o equivalente a 127,97 mil TEC. O país asiático segue como motor da demanda global, sustentando volumes elevados de importação. No entanto, outros mercados começam a ganhar relevância. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 9,14% das compras (23,03 mil TEC), e chamam atenção pelo ritmo de crescimento: em apenas três meses, já adquiriram 57,38% de todo o volume exportado para o país ao longo de 2025.

Na avaliação do diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o resultado reflete um conjunto de fatores que vêm fortalecendo a pecuária. “Mato Grosso tem avançado na abertura de mercados e na valorização da sua carne. Esse crescimento mostra não só a força da produção, mas também a confiança dos compradores internacionais na qualidade e na regularidade do produto”.

“Além de volume, estamos ganhando valor. Isso passa por uma combinação de eficiência produtiva, melhoria genética, manejo e, cada vez mais, pela adoção de práticas sustentáveis, que são exigências dos mercados mais exigentes”, enfatiza o diretor de Projetos do Imac.

Fonte: Assessoria Imac
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Brasil abre mercado para exportação de miúdos bovinos ao Vietnã

Negociação amplia oportunidades para a cadeia da carne e reforça presença em um dos principais destinos do agro brasileiro.

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O governo brasileiro concluiu negociações com o Vietnã que permitirão a exportação de miúdos bovinos (coração, fígado e rins) para aquele mercado.

A abertura fortalece o comércio com o quarto principal destino das exportações do agronegócio brasileiro e amplia as oportunidades para a cadeia bovina nacional, ao favorecer o aproveitamento integral do animal.

O Vietnã importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para milho, complexo soja, fibras e produtos têxteis.

Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 592 aberturas de mercado desde o início da atual gestão.

Esse resultado decorre da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: Assessoria Mapa
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