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Tecnologia nutricional revolucionária para bovinos será demonstrada na Megaleite
Major Nutrição Animal levará para maior feira do setor leiteiro seu catálogo de tecnologias para produção de leite, com demonstração prática das possibilidades e resultados, destacando especialmente os produtos que dispensam uso de volumoso na di
A equipe da Major Nutrição Animal está de malas prontas para embarcar para Megaleite 2017. Patrocinador máster do evento, a empresa montou um estande na área VIP do Parque Gameleira, em Belo Horizonte (MG), onde a feira será promovida. Lá serão expostas as tecnologias desenvolvidas para a pecuária leiteira, com direito a demonstração de viabilidade e técnicos à disposição dos pecuaristas.
A empresa levará cinco fêmeas Girolando, a raça predominante no rebanho leiteiro brasileiro, para mostrar a eficiência dos produtos oferecidos. Os exemplares, acompanhados do bezerro ao pé, são oriundos do criatório de José de Castro Rodrigues Netto, a Fazenda Santana da Serra, em Cajuru (SP), onde foram desenvolvidos experimentos com as tecnologias Major Nutrição Animal que obtiveram resultados surpreendentes.
A empresa fornece vários produtos para alimentação de rebanhos leiteiros, com destaque para os que não necessitam de complementação com volumoso na dieta, uma tecnologia revolucionária desenvolvida pelo pesquisador Márcio Jorge, engenheiro florestal especializado em nutrição de ruminante. As ração Major Leite 60 e Major Baby Desmama, por exemplo, são as mais procuradas pelos pecuaristas, podendo constituir a alimentação total do rebanho, com ótimos resultados em desempenho. É uma tecnologia que proporciona maior praticidade e precisão para a rotina da fazenda, otimizando o manejo.
Na Megaleite, as vacas e bezerros expostos no pavilhão estarão em condição extrema, sem qualquer tipo de volumoso, alimentadas apenas com os produtos da empresa, como acontece, de fato, nas várias propriedades atendidas pela Major Nutrição Animal. Elas serão manejadas e ordenhadas diariamente, demonstrando a produtividade e qualidade do leite resultante da dieta. O destaque ficará por conta dos bezerros alimentados exclusivamente com a ração Major Baby Desmama, demonstrando plena saúde e escore corporal fantástico. Também serão apresentados os resultados de estudos realizados na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGil).
“A Major Nutrição Animal já faz parte do cotidiano de pecuaristas em várias partes do país, em especial Goiás e Triângulo Mineiro. Porém, na região de Belo Horizonte, a tecnologia ainda é novidade, o que nos dá muita margem para contribuir com a evolução da pecuária leiteira da região através de Megaleite”, afirma a zootecnista e coordenadora técnica de leite da empresa, Bruna Hortolani, que estará presente na feira para apresentar a cartela de opções nutricionais aos interessados.
A Megaleite está em sua 14ª edição, já sendo conhecida como a maior feira da pecuária leiteira do Brasil. Esse ano será promovida de 28 de junho a 1º de julho, com o apoio da Major Nutrição Animal. A programação contará com julgamentos, torneios leiteiros, leilões, feira de negócios, debates e palestras.
Fonte: Ass. de imprensa Major

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
