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Tecnologia inédita garante maior resistência às plantas

Novo fertilizante foliar desenvolvido pela Kimberlit Agrociências será um dos destaques da empresa durante o Congresso da ANDAV

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Durante a fase de desenvolvimento, as plantas ficam expostas na lavoura e sujeitas assim às doenças, ações climáticas e pragas do solo, que individualmente ou em conjunto, podem até comprometer a produtividade da safra. Para garantir a eficiência e continuidade do seu negócio, o produtor procura blindar ao máximo sua produção para assim ter a certeza de uma colheita de sucesso. Para ajudar os agricultores a aumentarem a resistência das plantas, minimizando os impactos, a Kimberlit Agrociências, empresa especializada em nutrição e fisiologia vegetal, de Olímpia, no interior paulista, apresenta durante o Congresso da ANDAV (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários), de 14 a 16 de agosto, o HULK.

O novo fertilizante foliar é composto por nutrientes e substâncias orgânicas capazes de induzir os genes de resistência em plantas, agindo nutricionalmente e fisiologicamente contra os estresses abióticos e bióticos. Ou seja, atua promovendo a maior produção de proteínas PR (proteínas resistentes a patogenicidade) nas culturas submetidas a: pragas, doenças, falta de água, excesso de luminosidades e nematoides (vermes de solo).

De acordo com o engenheiro agrônomo, Juscelio Ramos de Souza, pesquisador da Kimberlit Agrociências, o HULK é o único indutor de resistência do mercado com ação de translocação nas plantas, aplicado via folha que consegue agir até o sistema radicular. “O produto pode ser aplicado em todas as culturas de interesse econômico, como algodão, soja, café, citros, cana-de- açúcar, feijão, milho, FLV (frutas, legumes e verduras) ”, diz o pesquisador.

Também durante o evento a empresa mostrará aos clientes e visitantes o produto BLEND e a linha KBT. O primeiro reúne benefícios únicos que o tornam altamente eficiente, além de nutrir as lavouras, o BLEND se destaca por contribuir com o aumento do rendimento operacional com garantia de maior percentual de cobertura nas pulverizações, aumento do espalhamento de gotas e maior penetração cuticular do ativo aplicado.

A linha KBT é composta por fertilizantes especiais que podem ser posicionadas para todas as culturas em todas as fases fenológicas, quando aplicado nas plantas, o produto contribui para que as mesmas expressem o seu máximo potencial produtivo, favorecendo o manejo e o aumento da rentabilidade do produtor. “A Kimberlit Agrociências é uma empresa de tecnologia e vamos apresentar durante o Congresso da ANDAV, um portfólio de alto desempenho. Este evento é uma importante vitrine para o que há de mais moderno e seguro na área de fertilizantes foliares. Buscamos todos os anos levar até o público, produtos inovadores e que de fato agreguem eficiência às lavouras. Estamos há quase 30 anos no mercado com soluções de destaque na área, qualidade de produção e de matéria-prima, garantindo que o melhor chegue a toda a cadeia produtora”, afirma Souza. 

 

Serviço:

Congresso ANDAV 2017

Data: 14 a 16 de agosto

Local: Transamérica Expo Center, São Paulo/SP.

Fonte: Ass. Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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