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Tecnologia de informação auxilia no combate a pragas e doenças no trigo

A necessidade de desenvolver ferramentas para facilitar a coleta, armazenamento, organização e o acesso aos dados obtidos pela rede experimental aproximou pesquisadores das áreas agronômicas e biológicas com pesquisadores das áreas da computação.

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Foto: Douglas Lau

O uso de ferramentas computacionais aplicadas à agricultura tem facilitado o trabalho no combate a pragas e doenças no trigo. A cooperação entre pesquisadores das ciências da computação com entomologistas e fitopatologistas no desenvolvimento de softwares e sistemas informatizados está ajudando no monitoramento de problemas na lavoura e orientando a tomada de decisão de controle.

Insetos atingem o status de pragas agrícolas quando causam danos às plantas cultivadas. O limiar de dano econômico é atingido quando o prejuízo econômico resultante da redução da produtividade supera o custo do controle. Quando insetos atuam como vetores de patógenos (como vírus, por exemplo), mesmo em baixas populações esses limiares podem ser atingidos. Este é o caso dos afídeos, insetos conhecidos popularmente como pulgões.

Os afídeos que ocorrem em trigo e outros cereais de inverno, quando se alimentam das plantas, transmitem o vírus do nanismo amarelo. Plantas de trigo, infectadas pelo vírus em estádios iniciais de desenvolvimento, sofrem degeneração do sistema vascular o que resulta em nanismo, redução do crescimento, e amarelecimento das folhas, prejudicando a fotossíntese e a produção de grãos. Neste caso, o rendimento de grãos é comprometido em média entre 40 e 50%.

A Rede de Monitoramento de Afídeos no Brasil, constituída de parcerias entre instituições de pesquisa, obtém dados populacionais para entender a dinâmica desses insetos. O monitoramento semanal a campo é conduzido em plantas e em armadilhas, que capturam afídeos e parasitoides alados, nas localidades de Passo Fundo, Coxilha (Embrapa Trigo) e Cruz Alta (CCGL-TEC) no Rio Grande do Sul; Guarapuava, Pinhão, Candói (FAPA), Tibagi e Arapoti (FABC) no Paraná. As ferramentas e tecnologias em desenvolvimento visam facilitar a coleta, armazenamento e organização desses dados permitindo descrever os padrões e fatores que determinam a oscilação das populações de afídeos e inimigos naturais. Esses dados são utilizados por modelos de simulação e sistemas alerta que auxiliam na tomada de decisão para o manejo de afídeos em trigo.

Computação aplicada à agricultura

A necessidade de desenvolver ferramentas para facilitar a coleta, armazenamento, organização e o acesso aos dados obtidos pela rede experimental aproximou pesquisadores das áreas agronômicas e biológicas com pesquisadores das áreas da computação. Assim, nasceu a parceria entre a Embrapa, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul – campus Passo Fundo) e a Universidade de Passo Fundo. Como resultado, foram desenvolvidos softwares que auxiliam na coleta, organização, acesso, visualização e suporte à tomada de decisão de controle de pragas nas lavouras.

TrapSystem – gerenciamento de armadilhas de insetos

Umas das primeiras ferramentas desenvolvidas no apoio ao controle de pragas e doenças no trigo foi o TrapSystem (sistema de armadilha, em inglês), uma plataforma web para a entrada de dados das leituras de armadilhas, permitindo a organização das informações de forma segura e disponível a longo prazo para a obtenção de séries histórias. A plataforma organiza os dados de coletas por meio do banco de dados AgroDB, permitindo a visualização e download de dados para análises.

Desenvolvido pelo IFSul, o TrapSystem apresenta interface amigável e garante a padronização das informações que partem de cadastros básicos como inseto/taxonomia, localização das armadilhas e pessoas/organizações que integram a rede. “Utilizamos tecnologias de sistemas de gerenciamento de bancos de dados com desenvolvimento de sistemas web compatíveis com plataforma móvel e desktop”, explica o professor Alexandre Lazzaretti, do IFSul.

De acordo com o pesquisador Douglas Lau, da Embrapa Trigo, o TrapSystem permite gerenciar um conjunto de dados, de diversos colaboradores, unificando uma rede de monitoramento das populações de insetos. “Imaginamos, no futuro, alcançar o nível de integração da rede europeia, que é capaz de monitorar padrões de migrações que ocorrem entre os diferentes países, com registros históricos confiáveis que permitem observar alterações e estimar impactos para recomendar o manejo mais adequado”, explica Lau.

AphidCV e InsectCV na contagem de insetos

Através do Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada da UPF, sob a orientação do professor Rafael Rieder, foram criados dois softwares: AphidCV e InsectCV, visando a automação das coletas de dados de populações de afídeos.

O AphidCV realiza a contagem e a morfometria de afídeos separando em categorias (adultos ápteros, adultos alados e ninfas). A mensuração de populações de insetos em plantas é necessária em diversos estudos, como definir o limite de pragas para intervenção com controle químico, avaliar o nível de resistência genética das plantas, avaliação de fatores que afetam o crescimento populacional e a capacidade reprodutiva dos insetos. Estes trabalhos costumam ser realizados manualmente, com o apoio de lupas em um processo cansativo, que consome tempo e sujeito a erros humanos que afetam a precisão.

Resultado do trabalho de mestrado de Elison Lins, o software AphidCV trabalha sobre a imagem de uma placa de vidro contendo os insetos, processando de forma instantânea o número total e o tamanho de cada indivíduo. Com o apoio da visão computacional, é possível reduzir o tempo de análise e aumentar o número de amostras no período.

O software InsectCV foi desenvolvido pelo professor Telmo de Cesaro Junior, do IFSUL. Esse programa, inserido dentro da plataforma TrapSystem, realiza a contagem automática de afídeos alados e parasitoides presentes em amostras de armadilhas processadas em laboratório. Assim, permite detectar os pontos críticos de tomada de decisão para o manejo e o pico da epidemia com precisão próxima da contagem manual.

Saiba mais sobre a contagem de insetos com o AphidCV:

ABISM na simulação de epidemias

Outra ferramenta que dá suporte ao manejo de epidemias de afídeos é o modelo de previsão ABISM (em português modelo de simulação de insetos baseado em agente). Nesse modelo, são gerados afídeos virtuais que nascem, crescem, se alimentam, se movem, reproduzem e morrem de acordo com regras estabelecidas. O ABISM permite não apenas a simulação temporal, mas também espacial das epidemias. Os usuários podem utilizar leituras em plantas e armadilhas como entrada para a população inicial da simulação e, baseado nos prognósticos meteorológicos, simular o crescimento populacional e verificar as probabilidades de atingir o nível de ação para manejo. ABISM foi desenvolvido pelo professor Roberto Wiest, do IFSul, durante doutorado na UPF.

Novas ferramentas a caminho

Um workshop realizado no IFSul, em Passo Fundo (RS), em 30 de novembro, apresentou novas ferramentas que estão sendo desenvolvidas dentro do projeto “Desenvolvimento e validação de ferramentas para monitoramento e tomada decisão de manejo de epidemias causadas por vírus transmitidos por insetos”, liderado pela Embrapa Trigo, com o apoio do CNPq. Além do aperfeiçoamento das ferramentas em uso, como o TrapSystem, o AphidCV/InsectCV e o ABISM, estão a caminho novas tecnologias para a contagem de insetos, tais como armadilhas eletrônicas e softwares para dispositivos móveis, além de sistemas de emissão de alertas. Todas essas ferramentas estão sendo validadas por experimentação a campo.

“Com o aumento da Rede de Monitoramento, ficou indispensável o uso destas ferramentas para integrar o volume de dados e transformar em informações que possam ser aplicadas de forma prática no controle dos pulgões, alertando para o risco de epidemias e promovendo o uso racional de defensivos”, afirma o pesquisador Douglas Lau, da Embrapa Trigo.

Segundo ele, os dados ainda estão restritos aos pesquisadores, já que dependem da correta interpretação assegurada através de treinamentos periódicos, mas o compartilhamento dos alertas acontece através da divulgação de massa, nos veículos mantidos pelos colaboradores da Rede, como sites, publicações e mídias digitais.

“Chegaremos ao momento em que o produtor poderá se cadastrar numa plataforma e receber os avisos de risco de epidemias e orientações para controle das pragas de forma imediata no seu smartphone. Estamos trabalhando para isso e o avanço da tecnologia evolui rápido com a geração de conhecimentos nas universidades e centros de pesquisas”, conclui Lau.

Fonte: Ascom Embrapa Trigo

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Cadeia da soja impulsiona exportações brasileiras em julho

Soja em grão cresceu 16,9% e farelo avançou 52,9%, enquanto carnes de aves também ganharam espaço nas vendas externas até a terceira semana do mês.

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Fotos: Claudio Neves

As exportações brasileiras registraram crescimento de 6,7% na média diária até a terceira semana de julho de 2026, na comparação com o mesmo período de julho do ano passado. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo avanço dos embarques do setor agropecuário, com destaque para a soja, além do aumento nas vendas da indústria extrativa e da indústria de transformação.

De acordo com a publicação semanal da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a balança comercial registrou, na terceira semana de julho, superávit de US$ 526 milhões, resultado de US$ 6,113 bilhões em exportações e US$ 5,587 bilhões em importações.

No acumulado do mês até a terceira semana, as exportações somam US$ 19,383 bilhões, enquanto as importações alcançam US$ 14,433 bilhões, garantindo saldo positivo de US$ 4,95 bilhões. A corrente de comércio chegou a US$ 33,816 bilhões. No acumulado de 2026, o país registra US$ 204,156 bilhões em exportações, US$ 156,848 bilhões em importações e superávit de US$ 47,308 bilhões.

Na comparação entre as médias diárias de julho de 2026 e de julho de 2025, as importações cresceram 1,6%, enquanto a corrente de comércio avançou 4,5%.

Agro lidera crescimento das exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária registrou aumento de 6,5% na média diária, equivalente a US$ 20,29 milhões. A indústria extrativa apresentou crescimento de 17,2%, enquanto a indústria de transformação avançou 1,4%.

No agro, o principal destaque foi a soja, cujas exportações cresceram 16,9%, com acréscimo de US$ 36,65 milhões na média diária. Também apresentaram aumento os embarques de algodão em bruto (+37,8%), tabaco em bruto (+504,7%), animais vivos (+10,6%) e látex e borracha natural (+438,8%).

Na indústria de transformação, ganharam destaque as exportações de farelo de soja e outros alimentos para animais, com alta de 52,9%, além de carnes de aves e suas miudezas, que avançaram 39,1% na comparação com igual período de julho de 2025.

Importações

Nas importações, o setor agropecuário registrou queda de 16,3% na média diária em relação a julho do ano passado. Em contrapartida, houve crescimento de 37,7% na indústria extrativa e de 0,4% na indústria de transformação.

Os principais produtos que impulsionaram as compras externas foram petróleo bruto, gás natural, máquinas para processamento de dados, combustíveis e polímeros de etileno. Entre os produtos ligados ao agro, as importações de fertilizantes brutos cresceram 7,4% na média diária.

Os relatórios estão disponíveis no site da balança comercial. Acesse clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural com MDIC
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Produtores rurais terão até 2027 para obter CNPJ na reforma tributária

Decreto do governo federal adia em seis meses a exigência para pessoas físicas com receita anual superior a R$ 3,6 milhões.

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Foto: Divulgação

O governo federal adiou para 01º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para produtores rurais pessoas físicas enquadrados nas regras da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A medida foi oficializada pelo Decreto nº 13.075, de 21 de julho de 2026, que amplia em seis meses o prazo de adaptação previsto na reforma tributária.

Inicialmente, a exigência entraria em vigor em julho deste ano. Com a mudança, os produtores rurais continuarão utilizando os atuais mecanismos de identificação fiscal até 31 de dezembro de 2026.

Foto: Divulgação

A obrigatoriedade valerá para produtores rurais com receita bruta anual superior a R$ 3,6 milhões. As regras para os produtores com faturamento abaixo desse limite ainda serão regulamentadas pelo governo.

Segundo a Receita Federal, o adiamento permitirá concluir o desenvolvimento de um sistema simplificado de inscrição no CNPJ e oferecer mais tempo para adaptação dos contribuintes e dos sistemas utilizados para emissão de documentos fiscais.

A proposta é que o cadastro funcione de forma semelhante ao do Microempreendedor Individual (MEI), com processo digital e integrado aos sistemas de emissão de notas fiscais eletrônicas. Também estão previstos um ambiente de testes (sandbox), publicação de manuais técnicos e orientações operacionais para os contribuintes e empresas desenvolvedoras. O novo sistema deve ser disponibilizado em novembro de 2026.

A exigência faz parte da implementação da reforma tributária sobre o consumo, que criou a CBS, administrada pela União, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade de estados e municípios. O objetivo é padronizar a identificação dos contribuintes e integrar os sistemas eletrônicos de fiscalização e emissão de documentos fiscais.

Com a prorrogação, o cronograma prevê o lançamento do sistema simplificado em novembro de 2026 e o início da obrigatoriedade de inscrição no CNPJ e emissão de documentos fiscais, para os casos previstos em lei, em 1º de janeiro de 2027.

Fonte: Agência Brasil
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Cooperalfa anuncia complexo com supermercado e agropecuária em Canoinhas

Empreendimento será o maior da cooperativa no segmento, com previsão de 128 empregos permanentes e inauguração em 2027.

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Canoinhas Fachada - Foto: Cooperalfa

O empreendimento, que reunirá supermercado e agropecuária em uma única estrutura, representa um dos investimentos mais relevantes da cooperativa na região e reforça seu compromisso com o crescimento econômico, o fortalecimento do agronegócio e a melhoria dos serviços oferecidos aos associados e à comunidade. De acordo com o presidente Romeo Bet, o investimento representa a continuidade do crescimento na região, com impacto diferenciado para Canoinhas, que é a chegada do Superalfa, ampliando o atendimento tanto aos clientes do campo quanto da cidade. “A previsão é concluirmos a obra para o aniversário dos 60 anos da Cooperalfa, em outubro de 2027”, revelou o presidente.

O novo complexo será construído em uma área estratégica da cidade, em um terreno de 13.522,18 metros quadrados localizado entre as ruas Saulo de Carvalho, Álvaro Soares Machado e João Allage. A localização privilegiada contribuirá para consolidar um importante eixo de desenvolvimento urbano e comercial em Canoinhas.

Planejado com base em modernos conceitos de engenharia, mobilidade e funcionalidade, o empreendimento foi projetado para oferecer conforto, praticidade e uma experiência diferenciada aos clientes. A estrutura contará com amplas áreas de estacionamento distribuídas em todo o perímetro e também no subsolo. Ao todo, serão disponibilizadas 261 vagas para veículos, sendo 139 externas e 122 no estacionamento subterrâneo. Destas, 159 vagas serão cobertas, proporcionando mais comodidade e segurança aos usuários.

Áreas amplas de vendas

O supermercado ocupará uma área de vendas de 2.800 metros quadrados e contará com setores completos de açougue, padaria, câmaras frias, depósito de mercadorias e docas independentes para carga e descarga. O espaço também incluirá uma área exclusiva para café, 19 pontos de atendimento ao cliente, além de recursos de acessibilidade e sistemas de esteiras e elevadores para circulação entre os pavimentos.

Já a agropecuária terá uma área de vendas de 1.800 metros quadrados, oferecendo amplo mix de produtos voltados ao setor agropecuário, além de escritórios destinados ao atendimento técnico e comercial dos associados e produtores rurais.

A estrutura foi concebida utilizando tecnologias construtivas modernas, com concreto pré-fabricado, estrutura metálica de cobertura, placas termoacústicas e acabamentos em granito e concreto, garantindo eficiência, durabilidade e conforto acústico.

Bem-estar dos colaboradores

Além das áreas destinadas ao atendimento do público, o projeto contempla espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores, incluindo vestiários, refeitório e sala de descanso, proporcionando melhores condições de trabalho para as equipes que atuarão no local.

Todos os processos de desenvolvimento do empreendimento seguem rigorosamente os critérios técnicos e legais exigidos pelos órgãos competentes. O projeto inclui aprovações complementares, licenciamento ambiental e sanitário, além do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), já protocolado junto ao município, e a integração com as concessionárias responsáveis pelos serviços de água, energia e saneamento.

Desenvolvimento econômico e geração de empregos

O investimento também terá reflexos significativos na economia local. Durante a fase de construção, a expectativa é gerar aproximadamente 150 empregos diretos. Após a inauguração, o complexo deverá manter cerca de 128 empregos diretos permanentes entre as operações do supermercado e da agropecuária.

O impacto positivo se estenderá ainda a diversos setores da economia regional, com a criação estimada de aproximadamente 68 empregos indiretos relacionados a fornecedores, transportadoras e prestadores de serviços.

A Cooperalfa projeta que o novo empreendimento receba cerca de 50 mil pessoas por mês, fortalecendo o comércio local, ampliando a arrecadação municipal por meio de tributos como IPTU, ISS e ICMS, além de contribuir para a valorização imobiliária da região e estimular novos investimentos em Canoinhas.

Investimento com olhar para o futuro

O novo complexo comercial reafirma a estratégia da Cooperalfa de investir em infraestrutura, ampliar sua presença regional e oferecer soluções cada vez mais completas para associados, produtores rurais e consumidores.

Mais do que uma nova unidade, o empreendimento representa um importante impulsionador de desenvolvimento para Canoinhas e para todo o Planalto Norte Catarinense, gerando oportunidades, fortalecendo a economia local e consolidando a presença da Cooperalfa como agente de transformação e crescimento sustentável nas comunidades onde atua.

Desafios e oportunidades

O gerente de Engenharia da Cooperalfa, Andrísio Bet, informa que os trabalhos de terraplanagem terão início neste mês de julho, enquanto a execução das obras está prevista para iniciar em agosto de 2026. De acordo com ele, o projeto apresenta desafios significativos em razão de sua complexidade, do cronograma desafiador e das características do terreno, que possui acentuado desnível. “Temos consciência da grandiosidade deste empreendimento e estamos empenhados em conduzir cada etapa com excelência, qualidade e segurança”, destaca.

Andrísio ressalta que a expectativa é elevada em torno da construção do maior supermercado e da maior loja agropecuária da Cooperalfa, em um único complexo integrado. A proposta permitirá otimizar a operação por meio do compartilhamento de áreas de estacionamento, expedição, depósitos e sanitários, gerando maior eficiência e comodidade aos clientes. O empreendimento contará ainda com quatro acessos destinados ao público. “Essa integração fortalece a sinergia entre os negócios, reunindo em um mesmo espaço tanto os moradores da cidade quanto os produtores rurais, ampliando as oportunidades de atendimento e relacionamento com nossos cooperados e clientes”, explica.

Fonte: Assessoria Cooperalfa
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