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Dia do Leite 2022

Notícias 2º maior produtor do Brasil

Tecnologia das cooperativas dos Campos Gerais ajuda Paraná a produzir cada vez mais leite

Estado é o segundo maior produtor do Brasil, atrás apenas de Minas Gerais. Castro e Carambeí estão em primeiro e segundo na produção nacional. Tecnologia aparece cada vez mais como diferencial na produção.

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Fotos: Ari Dias/AEN

O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, com mais de 4 bilhões de litros, atrás apenas de Minas Gerais. Os dados são do último levantamento da Produção Pecuária Municipal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2021. A posição no ranking se deve ao fato de o Estado ter algumas das regiões mais expressivas na produção brasileira, como é o caso dos Campos Gerais. Essa é uma das marcas comemoradas na ExpoFrísia, que começou nesta semana.

Um levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), aponta que a soma do Valor Bruto de Produção (VBP) de toda a região dos Campos Gerais, só em 2020, foi de R$ 9,8 bilhões, impulsionada principalmente por Castro (R$ 432 milhões) e Carambeí (R$ 271 milhões), municípios que mais produzem na região, e as cooperativas Frísia e Castrolanda.

Essas cidades também estão em primeiro e segundo, respectivamente, na produção leiteira nacional, com 363,9 milhões (quase 1 milhão por dia) e 224,7 milhões de litros. No Sudoeste do Paraná, outra região que reúne produtores de leite no Estado, a soma do VBP no ano chegou a R$ 2,8 bilhões, com destaque para Francisco Beltrão (R$ 9,2 milhões), com muito potencial a ser explorado.

“Quando falamos dos Campos Gerais, estamos falando de uma região de alta relevância, que tem um padrão elevado de tecnologia, genética, conforto animal, técnicas de manejo e normas sanitárias. Se conseguirmos expandir esse nível de produção para outras regiões, podemos, ainda, abrir o mercado leiteiro paranaense para outros estados”, destacou o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

Para alcançar o primeiro lugar no ranking nacional, conforme explica o médico veterinário do Deral, Thiago de Marchi da Silva, é necessário uma série de ações, mas, a primeira delas é tentar replicar a tecnologia de sucesso dos Campos Gerais em outras regiões do Estado.

“Para o Paraná passar Minas Gerais, todas as regiões do Estado têm que se espelhar nos Campos Gerais, a região com produtividade média comparada à dos Estados Unidos. Castro e Carambeí produzem 7 mil litros por animal ao ano, enquanto os EUA, por exemplo, produzem quase 10 mil, então é bem comparável”, disse.

Segundo ele, o espaço geográfico é um dos fatores que poderia aumentar a produção, mas que só isso não é suficiente. O especialista defende a necessidade das empresas terem como foco investimentos em tecnologia, já que parte da produção leiteira no Estado ainda é pouco profissional.

Para o gerente de Negócios Bovinos da Frísia, Jefferson Tramontini, a preocupação com tecnologia, uma das premissas da ExpoFrísia, passa pela atenção à produção de forragem e bem-estar dos animais, uso de aditivos ou compostos na nutrição, ventilação, temperatura, umidade, entre outros. “Em ambientes 100% controlados, os animais expressam melhor a sua produtividade. Isso faz com que sejamos mais competitivos, com nível tecnológico das propriedades de primeiro mundo”, disse.

Segundo ele, em tempos de aumentos nos custos de produção, também é preciso incentivar a população a ter maior poder de compra, para que a cadeia produtiva seja impulsionada por completo. “Aumentando o poder aquisitivo da população e incentivando as indústrias, em 5 ou 6 anos podemos atingir a maior produção do Brasil. Mas as coisas têm que caminhar juntas, não adianta ter alta produção e a população não poder comprar”, ressaltou.

Campos Gerais

Um dos fatores que tornou os Campos Gerais a região de maior produção leiteira no Estado é a origem dos produtores e o clima agradável para o tipo de cultivo. “Os produtores vieram da Holanda, tinham essa cultura de produção de leite pautada pelo crescimento das propriedades trabalhando com cooperativas. A cereja do bolo é o clima favorável, mais ameno, com temperaturas boas”, disse.

Considerada a “Cidade Mãe do Paraná”, Castro recebeu seus primeiros imigrantes na década de 1930, os alemães. Duas décadas depois, vieram os holandeses, que, na bagagem, trouxeram conhecimento sobre técnicas de produção mais avançadas. “Desde a fundação da cidade, já existia a produção de leite”, complementou Marchi. “São várias histórias tradicionais, Holanda e Alemanha trouxeram vacas para continuar produção aqui. Quanto mais tempo, maior é a expertise na área de produção”.

Com o passar dos anos, o trabalho deixou de ser manual e as primeiras propriedades se modernizaram. “Há bastante tempo tem ordenhadeiras canalizadas, as propriedades tem tecnologia de ponta, limpeza prévia para ordenha, secagem, entre outros”, complementou.

Apoio do Estado

O Estado também tem um papel importante nessa evolução, como apoio de entidades como a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), programas estaduais, incentivos fiscais para a industrialização do leite, entre outros.

“Esse auxílio é um facilitador para os produtores e cooperativas. A Adapar tem toda a parte sanitária, é um serviço muito importante para o controle das doenças. Esse status sanitário que o Paraná conquistou (área livre de febre aftosa sem vacinação) com os avanços da Adapar, que fiscaliza a cadeia produtiva, esse trabalho é ímpar e não são todos os estados que têm fiscais proativos, que estão junto com produtores”, comentou Marchi.

Além do acompanhamento eficaz da Adapar, o Estado contribui indiretamente para a produção leiteira com uma série de programas, como o Trator Solidário, que possibilita o financiamento com preços mais acessíveis de tratores, pulverizadores e colhedoras para pequenos produtores.

“Não está ligado diretamente ao leite, mas pode reduzir custos, facilitando para o produtor e refletindo na produtividade dos animais”, explicou. O programa é uma parceria entre a Seab, o IDR-Paraná, a Fomento Paraná, agentes financeiros e cooperativas de crédito, além de fabricantes de implementos, equipamentos, tratores e máquinas agrícolas.

Há também o Leite das Crianças, criado com objetivo de auxiliar na redução da deficiência nutricional infantil, com a distribuição de leite pasteurizado enriquecido com vitaminas A e D, zinco e ferro. São beneficiadas famílias com renda per capita de até meio salário mínimo regional, com limite de dois litros de leite por dia por família. “Nesse caso, o Estado faz a compra e a distribuição para crianças economicamente vulneráveis, então todos os programas acabam refletindo na receita do produtor”, ressaltou o médico veterinário.

Ele também complementou que o Paraná pode crescer além dos Campos Gerais. “No Sudoeste, muitos produtores já têm migrado de outras culturas para a produção de leite. Isso pode continuar acontecendo, tem bastante espaço para os produtores mudarem da agricultura para a pecuária de leite, e o aumento das propriedades também é importante, porque desta forma, elas podem produzir mais e ter mais dinheiro para investir em tecnologia, o que consequentemente aumentará a produtividade”, disse.

ExpoFrísia

A ExpoFrísia começou nesta quinta-feira (12) e vai até o dia 14 de maio, no Parque de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico de Carambeí. O vice-governador Darci Piana visitou o espaço. “A ExpoFrísia é voltada para a apresentação à população geral da força da produção leiteira de Carambeí e da região. Lá estão os melhores animais e plantéis do Brasil, alguns dos melhores do mundo e também tem uma difusão de tecnologias novas. Essa feira expressa a capacidade que o Estado tem na produção de leite”, afirmou Tramontini.

Fonte: AEN Paraná
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Notícias Eficiência

Resultados das provas de avaliação de desempenho da raça Charolês são divulgados

Participaram das provas 23 touros jovens da raça provenientes de oito selecionadores dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

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A Embrapa Pecuária Sul e a Associação Brasileira de Criadores de Charolês (ABCC) divulgaram na noite desta quinta-feira (26) os vencedores da 5ª edição da Prova de Avaliação a Campo (PAC) e da Prova de Eficiência Alimentar (PEA) da raça. As provas de desempenho animal foram realizadas nos campos experimentais da Embrapa, em Bagé (RS), e buscam identificar animais geneticamente superiores em diferentes características dentro de um mesmo ambiente e manejo. A divulgação dos resultados foi feita por meio de um dia de campo virtual, transmitido pelos canais da Embrapa e da ABCC.

Participaram das provas 23 touros jovens da raça provenientes de oito selecionadores dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Na PAC, o vencedor, “VLD 500 Delegado No Doubt FIV” (EC No Doubt 2022 P x Lutece Labor M) e o segundo colocado, seu irmão completo “VLD 501 Detetive No Doubt FIV”, são oriundos da propriedade de Valdir Magro, a Cabanha VLD, de Concórdia (SC), ambos classificados como “elite” na prova. Na terceira colocação ficou o animal “Namuncurá 511 Patron #” (LT Bluegrass 4017P x Neve Labor 2M), classificado como “superior”, proveniente da seleção de Rosalina e Joaquin Villegas da Estância Namuncurá de Itacurubi (RS).

Já na PEA, o vencedor foi o reprodutor “SáBrito Absoluto 4620 IM” (Impecable x SáBrito Bolonhesa Hindú 3699 BR), oriundo da Estância Sá Brito de Alegrete (RS), classificado como “elite”. Da seleção de Cesar Adams Cezar, proprietário da Cabanha Cézar de Vacaria (RS), vieram “Cezar Vista 2029 Quarterback” (LT Vista 5319 PLD x Cezar Paladin Haia), classificado como “elite” e “Cezar Lunch 2003 Quantum” (Harms Lunch Money 5530 x Cezar 980 Firestill Jordana), classificado como “superior”, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Para o coordenador das provas, o analista da Embrapa Pecuária Sul, Roberto Collares, um dos destaques dessa edição foi a padronização dos touros participantes. “Anualmente estamos presenciando uma evolução nos animais que participam nas provas, especialmente nas questões relacionadas a conformação e padronização”. Além disso, Collares ressaltou que o Charolês é uma raça que se destaca pelo ganho de peso, o que se confirmou nas provas, além da facilidade do manejo dos animais.

De acordo com o presidente da ABCC, Cesar Adams Cezar, a realização das provas de desempenho são extremamente importantes para o melhoramento da raça como um todo, uma vez que são identificadas características genéticas de uma forma objetiva e imparcial. “A parceria com a Embrapa possibilita testarmos os animais sem a interferência de avaliações subjetivas e de ambiente. Por isso é possível identificar de forma mais concreta os animais que realmente são mais eficientes em diferentes características, dados que os produtores procuram para melhorar seus rebanhos”, disse.

Já o produtor Leandro Magro, da propriedade que levou as duas primeiras colocações na PAC, participar das provas possibilita reconhecimento e ganho de novos mercados para o criatório. “Com o destaque nas provas, os animais também são valorizados e elevados para outros patamares, principalmente para quem trabalha com comercialização de genética”.

A metodologia da PAC testa touros manejados em um mesmo ambiente com o objetivo de avaliar características como ganho diário de peso, área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea, entre outros. Na avaliação 80% são de dados objetivos e 20% características subjetivas como conformação, padrão racial e pelame, essas últimas aferidas por técnicos da associação.

Já o objetivo na PEA é identificar animais mais eficientes na conversão alimentar, ou seja, aqueles que precisam de menos alimentação para obter um maior ganho de peso. Uma novidade nesse ano foi a avaliação da emissão de metanos pelos touros que participaram das provas. Durante uma semana foram coletados dados sobre a emissão do gás, um dos responsáveis pelo aquecimento global, informações que estão sendo avaliadas e que serão divulgadas posteriormente.

Fonte: Assessoria
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Notícias

Cadeia de suínos lança parceria com varejo brasileiro para impulsionar as vendas da proteína de 1º a 17 de junho

A Semana Nacional da Carne Suína chega a sua 10ª edição ao lado de 27 bandeiras de varejo, que irão impulsionar as vendas da proteína, impactando 145 milhões de consumidores em todo o país.

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Representando produtores, associações, frigoríficos e empresas do setor em todo o Brasil, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), lança no dia primeiro de junho, a décima edição da Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), uma iniciativa consagrada no agronegócio brasileiro por estabelecer uma parceria de educação e engajamento, que leva as maiores e melhores redes de varejo do país a promoverem a carne suína, impactando consumidores e impulsionando as vendas e o consumo per capita, que já cresceu em 32% desde que a cadeia suinícola decidiu criar a estratégia para se comunicar com os consumidores brasileiros. Apenas no ano passado, a SNCS foi responsável por gerar 13 milhões de reais em vendas de carne suína no varejo nacional.

Este ano, ao lado dos 9 maiores grupos de varejo do país, a SNCS estará nas gôndolas de 27 bandeiras, que irão alcançar 145 milhões de consumidores em todas as regiões brasileiras com o tema “Festival de Oferta? Suíno na Certa”. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que a ABCS utilizou o gancho da economia e preço baixo para se comunicar com os consumidores que passam por um momento onde é necessário priorizar a compra de proteínas com maior custo-benefício, e também para auxiliar a cadeia produtiva que precisa escoar o excedente de produção para equilibrar o mercado interno. “A nossa estratégia é democrática, assim como a nossa proteína. Consumidores, varejistas e a cadeia de suínos irão se beneficiar da SNCS, que está sendo antecipada para o período de junho justamente para atender a essa necessidade. Ampliamos o nosso alcance, levamos a SNCS para novas redes de varejo, treinamos os times de colaboradores e com o auxílio de todos os agentes envolvidos, estamos preparados para alavancar as vendas da proteína suína de norte a sul do Brasil”, conclui.

O lançamento acontecerá no dia 1 de junho, às 16:30 na Casa Bisutti em São Paulo, e contará com a presença do Ministro da Agricultura, Marcos Montes, de lideranças da suinocultura nacional e também dos diretores comerciais do Pão de Açúcar, Mercado Extra, Compre Bem, Oba Hortifruti, Carrefour, Hortifruti, Natural da Terra, Big, Big Bompreço, Super Bompreço, Nacional, Dia Supermercados, Prezunic, Super Nosso, Apoio Mineiro e da Companhia Sulamericana de Distribuição. O evento também será transmitido ao vivo pelo YouTube e poderá ser acessado neste link: sncs2022.link/lancamento

Fonte: ABCS
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Colunistas Opinião

ICMS dos combustíveis de 29% para 17%: uma luz

É preciso criar políticas públicas que sejam assertivas para reduzir a inflação no país e diminuir os gastos dos brasileiros com itens essenciais.

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Giuliano De Luca/OP Rural

O preço dos combustíveis tem sido um dos maiores vilões do brasileiro há um bom tempo. Os aumentos sucessivos registrados nos postos tornou a ação de encher o tanque praticamente uma ostentação. Pior que isso, a inflação dos combustíveis tem um efeito cascata, que desemboca nos alimentos, roupas, equipamentos, em tudo o que a sociedade consome, degradando a renda do brasileiro como fungo no pão velho.

Não resta dúvidas que os combustíveis são essenciais para viver em sociedade, assim como a energia elétrica, o gás natural, comunicações e transporte coletivo. São coisas básicas que fazem parte da natureza da vida em sociedade. Sem esses bens, praticamente nada do que se faz hoje existiria.

Mas, para a legislação brasileira, até agora, esses bens são considerados supérfluos. Ou seja: dispensáveis, desnecessários, entre outros sinônimos. No entanto, uma luz.

A Câmara dos Deputados aprovou, e agora segue para o Senado, o projeto que torna esses itens essenciais e necessários, impedindo que Estados cobrem taxa superior à alíquota geral do ICMS, que varia entre 17% e 18%. Ou seja, teórica e tecnicamente, caso aprovado e sancionado, o brasileiro vai começar a pagar menos impostos nesses itens essenciais.

No Paraná, para se ter uma ideia, o ICMS sobre os combustíveis é de 29%. Cairia pelo menos em 11%, o que reduziria substancialmente o preço pago na bomba do posto. Além disso, o projeto pode reduzir os gastos na hora de cozinhar, tomar um banho quente ou até mesmo fazer uma viagem de avião.

O projeto é uma iniciativa do governo federal e seus aliados para tentar reduzir a inflação no Brasil, além, é claro, de colaborar com as famílias brasileiras, reduzindo o peso dessas contas básicas no salário do mês.

Muitos vão dizer que o projeto é uma manobra para garantir a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, outros vão dizer que o problema do preço dos combustíveis é a política de preços da Petrobras, que segue o mercado internacional, ao invés de cobrar pelo que gasta para extrair mais algum lucro. E essas pessoas até podem ter razão.

Mas o fato é que reduzir o preço dos combustíveis e da energia elétrica são uma necessidade extrema e urgente para o Brasil. Esses dois itens têm elevado a inflação vertiginosamente nos últimos meses. É preciso criar políticas públicas que sejam assertivas para reduzir a inflação no país e diminuir os gastos dos brasileiros com itens essenciais, como alimentos, combustíveis e energia elétrica.

O cenário está longe do ideal, mas é importante comemorar cada avanço que o Brasil dá para tentar sair desse atoleiro. É muito complexo sair de uma situação de inflação, de preços nas alturas, mas parado não dá pra ficar.

A sociedade brasileira tem que comemorar cada avanço (ainda não foi sancionado), mas especialmente cobrar ainda mais atitudes em prol da sociedade. É preciso agir, com pulso firme e coerência, para equilibrar precisamente a arrecadação dos governos e a renda da população brasileira.

Fonte: Por Giuliano De Luca, editor do Jornal O Presente Rural
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