Avicultura
Tecnologia com butirato de sódio e ácidos graxos de cadeia média reforça imunidade e melhora conversão alimentar em frangos de corte
Solução nutricional também contribuiu para maior capacidade antioxidante e melhor resposta vacinal das aves.

Artigo escrito por Juan Mallo, Norel Espanha, Hebert Silveira, Natural BR Feed
O ácido butírico é um ácido graxo de cadeia curta amplamente reconhecido por seus efeitos positivos sobre a produtividade e a saúde intestinal de frangos de corte. Na nutrição animal, seus derivados – como sais de sódio e cálcio, além de mono, di e triglicerídeos – são utilizados com frequência. No entanto, fatores como concentração, forma de proteção, tipo de molécula e possíveis associações influenciam diretamente a eficácia e a consistência dos resultados observados no campo.

Para que o ácido butírico exerça todo o seu potencial, é essencial que esteja disponível ao longo de todos os segmentos do trato gastrointestinal. Uma proteção eficiente garante não apenas a modulação adequada da microbiota, mas também melhor digestibilidade dos nutrientes, maior integridade intestinal e desempenho superior.
Além disso, os ácidos graxos de cadeia média (AGCM) têm ganhado destaque por seus efeitos antibacterianos e antivirais, atuando de forma sinérgica quando combinados com ácidos orgânicos, óleos essenciais ou probióticos. Estudos demonstram que os AGCM contribuem para a integridade e a homeostase intestinal, favorecem a angiogênese e estimulam a expressão gênica de proteínas das junções celulares – fatores essenciais para a manutenção de uma barreira intestinal eficiente.
Diante desse cenário, foi conduzido um experimento para avaliar o impacto do ácido butírico e de sua associação com AGCM, comparando-os a outras fontes de butirato utilizadas na avicultura moderna. O objetivo foi mensurar, de forma clara e aplicada, os benefícios dessa tecnologia para frangos de corte.
Materiais e Métodos
Um total de 600 aves Hubbard (lote misto) foram utilizados. Os animais foram distribuídos em quatro tratamentos (Tabela 1) com 10 repetições com 15 aves (7 machos e 8 fêmeas) cada, totalizando 40 boxes experimentais.
As dietas seguiram as recomendações nutricionais FEDNA (2021) e foram divididas em três fases Inicial (0-14 dias), crescimento (15-27 dias) e final (28-35 dias). O programa de luz seguiu 24 horas de luz nos três primeiros dias e depois 22 horas de luz e 2 horas escuro.
Tabela 1: Tratamentos experimentais
| Tratamentos* (todas as fases) | |
| T1 – Controle | Sem adição de ácidos |
| T2 – Ácido butírico (70%) + Ácidos Graxos de cadeia média (AGCM) | 1000 gramas de butirato de sódio + 300 gramas de AGCM |
| T3 – Tributirina (60%) | 1057 gramas de tributirina |
| T4 – Ácido butírico (54%) | 1302 gramas de butirato de sódio |
* Todos os tratamentos foram calculados para atingir o mesmo montante de ácido butírico, exceto o controle.
As aves foram vacinadas no primeiro dia (Vaxxitec), no terceiro dia (Hitcher B1 + IB), Dia 8 (H9N2 + ND G7) e no dia 18 (Clone MA5). As variáveis analisadas foram desempenho, histomorfologia do intestino, títulos para vacina IBD e ND, imunoglobulinas e citocinas sanguíneas, perfil de antioxidantes, contagem bacteriana e expressão genica para tight junctions.
Resultados
Os resultados de desempenho demonstram de forma clara o diferencial da suplementação com ácido butírico associado aos ácidos graxos de cadeia média (AGCM). As aves que receberam essa combinação apresentaram maior peso final, melhor conversão alimentar e EPEF superior (P<0,05).
Esse conjunto de respostas zootécnicas evidenciam que a sinergia entre o ácido butírico e os AGCM potencializa a eficiência de utilização dos nutrientes da dieta, otimizando o metabolismo e favorecendo um crescimento mais uniforme e acelerado.
A melhora significativa na conversão alimentar indica não apenas maior eficiência metabólica, mas também um impacto direto na redução do custo de produção por quilo de carne, um ponto estratégico para produtores que buscam competitividade e previsibilidade no sistema produtivo.

Morfometria Intestinal
A avaliação morfológica do intestino revelou efeitos marcantes dos diferentes tratamentos sobre a estrutura e a funcionalidade da mucosa intestinal. As aves suplementadas com ácido butírico associado aos AGCM apresentaram maior altura de vilosidades no duodeno (vilosidades mais altas).

O aumento da altura das vilosidades está diretamente relacionado à expansão da área de contato entre mucosa e digesta, favorecendo digestão, absorção e, consequentemente, melhor desempenho produtivo.
Por outro lado, a tributirina apresentou menor profundidade de criptas no duodeno, o que resultou em uma relação vilosidade:cripta mais elevada. Essa relação é um indicador importante de saúde intestinal, pois sugere menor renovação celular compensatória e menor desgaste da mucosa – características desejáveis em sistemas produtivos de alta eficiência.
Esses achados reforçam que a escolha da forma de proteção e da combinação de moléculas faz diferença real no campo. As soluções que associam ácido butírico a AGCM demonstram capacidade superior de promover integridade intestinal, melhor absorção e maior estabilidade funcional, contribuindo diretamente para o desempenho zootécnico e a rentabilidade do produtor.

Títulos vacinais e resposta imunológica
Para os títulos vacinais para Newcastle (ND) e Gumboro (IBD) foi demonstrado uma maior concentração de anticorpos para o grupo tratado com ácido butírico e ácidos graxos de cadeia média.

Os resultados referentes aos anticorpos e citocinas demonstram de forma consistente o impacto positivo dos diferentes tratamentos sobre a resposta imunológica das aves. O grupo suplementado com ácido butírico associado aos AGCM apresentou maior concentração de IgG (P<0,05), indicando uma resposta sistêmica mais robusta. Para IgA, imunoglobulina diretamente relacionada à proteção das mucosas, tanto a tributirina quanto a combinação butirato + AGCM resultaram em níveis superiores (P<0,05), reforçando a eficiência dessas tecnologias na proteção da barreira intestinal.

Além disso, todos os tratamentos contendo ácido butírico promoveram uma redução significativa da citocina inflamatória TNF-α em comparação ao controle (P<0,05), evidenciando menor estado inflamatório basal nas aves suplementadas. De forma complementar, o tratamento com ácido butírico associado aos AGCM estimulou um aumento da citocina anti-inflamatória IL-10, contribuindo para um ambiente imunológico mais equilibrado e menos suscetível a danos inflamatórios.
Esse conjunto de respostas demonstra que os aditivos avaliados — especialmente a associação entre ácido butírico e AGCM — exercem papel fundamental na modulação da resposta imune, favorecendo melhor desempenho vacinal, maior resiliência frente a desafios sanitários e um estado fisiológico mais estável.
Tabela 2: Resultados de anticorpos e citocinas de frangos recebendo diferentes fontes de ácido butírico na dieta.

Capacidade antioxidante
A avaliação da capacidade antioxidante das aves revelou efeitos consistentes e positivos dos tratamentos contendo ácido butírico. Todos os grupos suplementados apresentaram maiores concentrações de glutationa (GSH) (P<0,05), um dos principais antioxidantes endógenos responsáveis por proteger as células contra danos causados por radicais livres. Esse aumento indica um organismo mais preparado para lidar com estresse oxidativo, condição comum em sistemas intensivos de produção.
Entre os tratamentos avaliados, a combinação de ácido butírico com ácidos graxos de cadeia média (AGCM) se destacou ao promover menores níveis de malonaldeído (MDA) — marcador de peroxidação lipídica — e maior capacidade antioxidante total (TAC) (P<0,05). Esses resultados demonstram que essa associação potencializa a neutralização de radicais livres, reduzindo danos celulares e contribuindo para um metabolismo mais eficiente e estável.
Na prática, aves com maior capacidade antioxidante apresentam melhor vitalidade, maior resistência a desafios sanitários e desempenho mais consistente, especialmente em fases críticas do ciclo produtivo.
Contagem bacteriana
A análise da microbiota intestinal mostrou que todos os tratamentos contendo ácido butírico foram eficazes em reduzir a contagem total de coliformes e de Clostridium (P<0,05), microrganismos frequentemente associados a desafios sanitários e perdas de desempenho. Essa redução indica um ambiente intestinal mais equilibrado e menos propenso a processos infecciosos.
No entanto, o destaque ficou para a associação entre ácido butírico e ácidos graxos de cadeia média (AGCM), que além de controlar bactérias indesejáveis, promoveu uma maior contagem de lactobacilos em comparação ao grupo controle (P<0,05). Os lactobacilos são bactérias benéficas que contribuem para a estabilidade da microbiota, produção de ácidos orgânicos, exclusão competitiva de patógenos e fortalecimento da barreira intestinal.
Esses resultados demonstram uma modulação positiva da microbiota intestinal, favorecendo bactérias benéficas e reduzindo microrganismos potencialmente patogênicos.

Considerações finais
Os resultados deste estudo demonstram de forma consistente que a forma protegida do ácido butírico é uma estratégia altamente eficaz para melhorar a saúde intestinal, fortalecer o sistema imunológico e elevar a produtividade de frangos de corte. A escolha da tecnologia de proteção — muitas vezes negligenciada — é determinante para que o ácido butírico exerça seu máximo potencial ao longo de todo o trato gastrointestinal.

Entre as alternativas avaliadas, a associação do ácido butírico com ácidos graxos de cadeia média (AGCM) apresentou o melhor desempenho geral, superando tanto os produtos tamponados protegidos quanto as formas esterificadas. Essa combinação se destacou por promover melhorias simultâneas em desempenho zootécnico, morfologia intestinal, modulação imunológica, capacidade antioxidante e equilíbrio da microbiota.
Um dos diferenciais decisivos dessa tecnologia é a liberação gradual do ácido butírico, proporcionada pela proteção em camadas. Esse mecanismo garante distribuição eficiente do ativo em diferentes segmentos do intestino, ampliando sua ação e assegurando resultados mais consistentes no campo.
Na prática, isso significa aves mais saudáveis, melhor conversão alimentar, maior segurança sanitária e retorno econômico superior — exatamente o que o produtor moderno busca.

Avicultura
Preço do frango cai 0,83% no início de julho
Frango congelado e resfriado são negociados a R$ 7,20/kg no atacado paulista. Desaceleração das vendas pressionou as cotações, mas pagamento de salários pode estimular a demanda.

Após dois meses consecutivos de alta, os preços da carne de frango recuaram em junho, refletindo o enfraquecimento das vendas, sobretudo na segunda quinzena do mês. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), embora o volume negociado tenha permanecido satisfatório, ficou abaixo do registrado nos meses anteriores, levando vendedores a flexibilizar os preços para manter a liquidez e evitar a formação de estoques.

Foto: Divulgação
O movimento de baixa se estendeu para os primeiros dias de julho. Levantamento do Cepea/Esalq mostra que, na sexta-feira (03), tanto o frango congelado quanto o resfriado foram comercializados a R$ 7,20 por quilo no atacado do Estado de São Paulo, valor estável em relação aos dois dias anteriores, mas 0,83% inferior ao registrado no encerramento de junho.
No último dia útil de junho, o frango congelado era negociado a R$ 7,26/kg, acumulando valorização mensal de 3,27%. Já o frango resfriado fechou o mês a R$ 7,26/kg, com alta acumulada de 2,98% em junho. Na última segunda-feira (29), ambos os produtos chegaram a R$ 7,29/kg, antes do ajuste observado nos dias seguintes.
De acordo com pesquisadores do Cepea, a perda de ritmo das vendas na segunda metade de junho levou frigoríficos e distribuidores a reduzirem os preços para facilitar o escoamento da produção. A estratégia buscou evitar o aumento dos estoques em um período de menor demanda.
Apesar do cenário de queda nas médias recentes, a expectativa para o início de julho é mais favorável. Conforme o Cepea, o pagamento de salários nos próximos dias tende a elevar o consumo de proteínas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da carne de frango no atacado.
Os preços se referem à média da carne de frango negociada no atacado nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, em reais por quilo.
Avicultura
Preço dos ovos recua até 3,88% na primeira semana de julho
Médias mensais ficaram acima das registradas em maio, porém os primeiros dias de julho já mostram recuo das cotações, principalmente em Recife (PE) e Bastos (SP).

Os preços médios dos ovos comerciais encerraram junho em patamar superior ao observado em maio na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O avanço interrompeu dois meses consecutivos de queda nas médias mensais, sustentado pelas cotações mais elevadas registradas na primeira quinzena do mês.

Foto: Divulgação
De acordo com o Cepea, embora os preços tenham perdido força na segunda metade de junho, os valores praticados nas semanas iniciais foram suficientes para elevar a média mensal em relação ao mês anterior.
Apesar desse desempenho, o mercado iniciou julho em trajetória de baixa. Levantamento do Cepea mostra que, na sexta-feira (03), as maiores quedas ocorreram em Recife (PE). O ovo branco foi cotado a R$ 145,67 por caixa com 30 dúzias, recuo de 3,88% em relação ao dia anterior. Já o ovo vermelho caiu 1,45%, para R$ 162,73.
Em Bastos (SP), principal referência nacional para o mercado de ovos, os preços permaneceram praticamente estáveis entre quinta (02) e sexta-feira (03). O ovo branco passou de R$ 133,25 para R$ 133,24 por caixa (-0,00%), enquanto o vermelho permaneceu em R$ 149,89.
Nas demais praças monitoradas, as cotações não apresentaram variações no período. Em Grande Belo Horizonte (MG), o ovo branco foi negociado a R$ 146,20 e o vermelho a R$ 157,25. Na Grande São Paulo, os preços ficaram em R$ 142,23 para o ovo branco e R$ 152,63 para o vermelho. Em Santa Maria de Jetibá (ES), importante polo produtor, as cotações permaneceram em R$ 141,40 para o branco e R$ 160,50 para o vermelho. Os valores se referem à caixa com 30 dúzias de ovos comerciais, comercializada à vista.
Segundo pesquisadores do Cepea, o setor acompanha com cautela o comportamento da demanda ao longo de julho. O período de férias escolares costuma reduzir o consumo, o que tende a pressionar as cotações. Diante desse cenário, produtores monitoram a evolução do mercado nas próximas semanas para avaliar a intensidade desse movimento sobre os preços.
Avicultura
Exportações avícolas do Rio Grande do Sul mantêm caminho de recuperação
Crescimento nos volumes e receitas sinalizam recuperação de espaço no mercado externo.

As exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul apresentaram desempenho positivo no mês de maio de 2026, reforçando o cenário de recuperação para a avicultura gaúcha no mercado internacional. O resultado consolida a retomada gradativa de mercados e a manutenção da demanda externa pelo produto avícola do Estado.
O mês de maio deste ano registrou crescimento de 22,3% em comparação ao mesmo período de 2025, passando de 51.4 mil toneladas no ano passado para 62.9 mil toneladas embarcadas neste ano. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o volume exportado alcançou 317.8 mil toneladas, resultado 3,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 307.4 mil toneladas.

Presidente executivo das Asgav, José Eduardo dos Santos: “Os resultados registrados em maio reforçam a competitividade da avicultura gaúcha no mercado internacional e demonstram a capacidade do setor em manter o abastecimento externo com qualidade, regularidade e segurança sanitária”
Na receita obtida, o desempenho também se mantém positivo, evidenciando a valorização da proteína avícola gaúcha nos mercados importadores. Em maio deste ano, as exportações de carne de frango apuraram faturamento de US$ 127.4 milhões, representando alta de 35,7% frente aos US$ 93.9 milhões registrados em maio de 2025. No acumulado de janeiro a maio, a receita atingiu US$ 615.5 milhões, crescimento de 11% em comparação aos US$ 554.5 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.
Segundo o presidente executivo da Organização Avícola do RS (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos, o desempenho das exportações demonstra a capacidade de reação do setor frente as dificuldades enfrentadas nos últimos anos, mas que ainda há um longo caminho a seguir para recuperar os prejuízos gerados nas últimas crises.
“Os resultados registrados em maio reforçam a competitividade da avicultura gaúcha no mercado internacional e demonstram a capacidade do setor em manter o abastecimento externo com qualidade, regularidade e segurança sanitária. Observamos um cenário positivo, apesar dos obstáculos, sustentado pela retomada de mercados e pela manutenção da demanda internacional pela proteína avícola brasileira”, destaca o dirigente.
Mercado internacional

O mercado brasileiro de carne de frango no exterior também registrou desempenho histórico em maio de 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), pela primeira vez na história do setor, a receita mensal das exportações brasileiras superou a marca de US$ 1 bilhão, totalizando US$ 1,009 bilhão no período. O resultado representa crescimento de 36,1% em comparação a maio de 2025. Em volume, os embarques alcançaram 509,9 mil toneladas, maior resultado já registrado para um mês de maio, com avanço de 29,6% frente ao mesmo período do ano passado.
No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil exportou 2,453 milhões de toneladas de carne de frango, alta de 8,7% em relação ao mesmo período de 2025. A receita no período atingiu US$ 4,714 bilhões, crescimento de 11,3%, reforçando o fortalecimento da proteína avícola brasileira no mercado internacional.
Mercado de ovos

Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN
No setor da indústria e produção de ovos, as exportações do Rio Grande do Sul totalizaram 2.771 toneladas no acumulado até maio, volume 40,4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram embarcadas 1.974 toneladas. Com o crescimento dos volumes exportados, a receita apresentou alta de 43,8%, alcançando US$ 10.2 milhões, frente aos US$ 7.1 milhões registrados em 2025.
“O crescimento das exportações de ovos e derivados evidencia a evolução do setor e a confiança dos mercados importadores no produto gaúcho. A indústria e produção de ovos do Rio Grande do Sul vêm ampliando sua presença internacional, demonstrando capacidade produtiva, qualidade e adaptação às demandas do comércio exterior”, complementa Santos.
Com o desempenho registrado até maio, a avicultura gaúcha segue demonstrando resiliência e capacidade de adaptação às dinâmicas do comércio internacional, mantendo o compromisso com a qualidade, segurança sanitária e fortalecimento da presença do Rio Grande do Sul entre os principais fornecedores globais de proteína animal.



