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Técnicos da Conab participam de intercâmbio com o USDA
Grupo conheceu como são realizados os trabalhos de produção e elaboração de dados produzidos pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

De 10 a 23 de setembro, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participaram de intercâmbio no Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O grupo conheceu como são realizados os trabalhos de produção e elaboração de dados produzidos pelo departamento, entre eles os relatórios mensais da safra americana.
A visitação faz parte do Programa de Intercâmbio Cochran Fellowship Program, promovido pelo governo dos Estados Unidos.
Nas visitas, em Washington e St. Louis, os colaboradores da Companhia puderam conhecer desde o processo de pesquisa para coleta de dados realizados pelo USDA até o processamento das informações obtidas. Muitos desses processos são adotados nos Estados Unidos desde a década de 1960.
“Tivemos a oportunidade de ver como o fechamento dos números acontece. Vimos as amostras que são utilizadas, como eles criam essas amostras, os questionários e como eles tratam esses dados”, Lucas Fernandes, analista de Dados e Estatística Orientados à Agropecuária da Conab.
Na oportunidade, também foram realizadas visitas de campo a uma propriedade rural e a um armazém.
“Esta é uma oportunidade para observarmos as principais diferenças entre a metodologia americana e a brasileira e analisar aquilo que podemos aplicar de melhores práticas à nossa realidade, aos nossos sistemas de levantamento de dados, de produção de estatísticas e incluir nos nossos processos de forma a aprimorar o nosso trabalho e aumentar, ainda mais, a acurácia e, consequentemente, a
credibilidade dos nossos números”, pondera o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.
O objetivo do programa de intercâmbio é oferecer capacitação em inteligência agrícola para profissionais da área da agricultura de países emergentes, bem como fortalecer e aprimorar os vínculos comerciais entre os países e os interesses agrícolas nos Estados Unidos.
Integraram a comitiva brasileira cinco analistas da Companhia, além de um representante do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (lmea) e um integrante da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/ RS).

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Ritmo da colheita influencia preços do milho no mercado interno
Compradores reforçam estoques, enquanto produtores paulistas seguem retraídos à espera do avanço da segunda safra para ampliar as negociações.

Os preços do milho seguem com comportamentos diferentes entre as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com o centro de pesquisas, as cotações avançaram em algumas praças devido à retração de vendedores e ao ritmo ainda lento da colheita da segunda safra. Já nas regiões produtoras, os preços recuaram com o avanço dos trabalhos no campo.
O Cepea informa que parte dos compradores continua atenta às oportunidades de negociação, enquanto outros intensificaram as aquisições no início da semana passada, oferecendo preços firmes para manter os estoques abastecidos.
Apesar desse movimento, muitos consumidores aguardam o aumento da oferta de milho nas próximas semanas, com a expectativa de queda nas cotações no mercado interno. Do lado dos vendedores, produtores paulistas seguem retraídos e preferem esperar o avanço da colheita da segunda safra antes de negociar volumes maiores.
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Projeto prevê porte de arma para auditores fiscais agropecuários e reconhece atividade como de risco
Proposta em análise na Câmara estabelece novos protocolos de segurança para fiscais federais e condiciona autorização ao cumprimento de requisitos legais.

Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados propõe reconhecer como atividade de risco o trabalho dos auditores fiscais federais agropecuários e autorizar o porte de arma de fogo para esses servidores, tanto durante o expediente quanto fora do serviço.
O Projeto de Lei 1.248/2026 altera a Lei nº 10.883/2004, que trata da carreira dos auditores fiscais agropecuários, e o Estatuto do Desarmamento.

Foto: Divulgação/Anffa Sindical
Pela proposta, a autorização para o porte de arma ficará condicionada ao cumprimento dos requisitos técnicos e psicológicos previstos na legislação e em regulamentação específica.
O texto também determina que o Poder Executivo estabeleça protocolos de segurança para atividades de fiscalização consideradas de maior risco.
Autor da proposta, o deputado Capitão Alden (PL-BA) argumenta que a medida busca adequar a legislação às condições enfrentadas pelos auditores fiscais durante o exercício da função.
Segundo o parlamentar, esses profissionais atuam na fiscalização, inspeção e controle de produtos agropecuários, além de participar de ações de combate a ilícitos administrativos e econômicos.
Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Se aprovado nas comissões, o texto seguirá para votação na Câmara dos Deputados e, posteriormente, no Senado Federal antes de eventual sanção presidencial.
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Preços agropecuários caem 9,52% no primeiro semestre de 2026
Índice do Cepea recua com queda em todos os grupos de produtos; café, cana, arroz e suínos registram as maiores desvalorizações.







