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Talita Resende, coordenadora de diagnóstico da Sanphar, aborda os efeitos da infecção por Lawsonia intracellularis em diferentes células

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Talita Resende, coordenadora de diagnóstico da Sanphar

Talita Resende, coordenadora de diagnóstico da Sanphar, aborda os efeitos da infecção pela bactéria Lawsonia intracellularis em diferentes células de mamíferos em live realizada pela SuinoCast, podcast da suinocultura brasileira. A conversa teve como base artigo sobre o tema publicado no periódico Veterinary Microbiology e discutiu como a divulgação de conhecimentos sobre a bactéria ajudam a enfrentá-la na suinocultura. Talita tem doutorado em Medicina Veterinária pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.

“A Lawsonia intracellularis causa a enteropatia proliferativa, doença conhecida popularmente como ileíte. Quando infectados pela Lawsonia intracellularis, os suínos apresentam quadros de diarreia, o que afeta diretamente o ganho de peso. Essa é uma enfermidade relativamente nova, pois apesar das lesões serem relatadas em suínos há muitos anos, a bactéria só foi reconhecida como o agente causador da ileíte na decada de 1990”, destaca a médica veterinária da Sanphar.

Talita Resende informa que, devido às suas especificidades para isolamento e manutenção em laboratório, pouco se sabe como a Lawsonia intracellularis instala-se no intestino dos suínos. “Essa carência de conhecimento dificulta o desenvolvimento de estratégias de prevenção e de controle da doença”, diz.

Durante o seu doutorado, a coordenadora de diagnóstico da Sanphar investigou os efeitos da infecção bacteriana em diferentes células (de suínos, camundongo, rato e ser humano) com diferentes condições de cultivo. O objetivo foi verificar se tais células seriam capazes de reproduzir a proliferação celular induzida pela bactéria no intestino dos animais afetados.

Estudos como esse podem contribuir para o desenvolvimento de vacinas ou de tratamentos que não envolvam antimicrobianos. “Mesmo sem atingir o resultado que esperávamos, pudemos demonstrar que dependemos do avanço das pesquisas de ciência básica para que, a médio e longo prazos, possamos controlar a doença, tal qual como já fazemos com outras bactérias intestinais, como Salmonella e E. Coli”, ressalta Talita Resende.

Fonte: Ass. de Imprensa Sanphar
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Parceria entre Bayer e Universidade Federal de Viçosa (MG) incentiva pesquisa sobre doenças na cultura da soja

Por meio do acordo firmado pela multinacional e a instituição de ensino superior será possível estudar organismos que causam a podridão na soja brasileira

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Foto: O Presente Rural

A Bayer e a Universidade Federal de Viçosa (MG) assinaram uma parceria de colaboração técnico-científica para o desenvolvimento de um estudo de variabilidade de populações de Phytophthora – que são patógenos que provocam a podridão radicular e da haste da soja no Brasil.

“Os resultados da pesquisa permitirão melhor compreensão dos mecanismos de ação no fungo, pois durante o projeto será possível investigar os patótipos e a genética do Phytophthora, responsável por um dos principais problemas que afetam a cultura da soja hoje. Com a pesquisa queremos determinar as raças que causam podridão radicular e da haste da soja; descobrir a variação nas amostras coletadas em diferentes regiões e estimar a efetividade dos genes. Além de comparar as estruturas genéticas dessas populações” explica Dirceu Júnior, diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical (CEAT) da Bayer.

A podridão radicular e da haste em soja é uma doença causada pelo oomiceto Phytophthora sojae, típico patógeno habitante de solo. Em solos mal drenados, a doença pode causar impactos econômicos expressivos e a melhor forma de manejo da doença tem sido o uso de variedades de soja resistentes.

Fonte: Assessoria
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Biofilme deve ser retirado de tubulações de água de bebida para manter sanidade da granja

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Divulgação SANPHAR

Tão importantes quanto qualquer outra parte da instalação, as tubulações desempenham papel fundamental na granja – transportar a água potável para manter a hidratação dos animais e garantir a sua saúde. Entretanto, é imprescindível que, para manter a qualidade da água de bebida, os encanamentos estejam devidamente limpos e em bom estado. Para Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal, muitos produtos utilizados via água de bebida podem ir se acumulando ao longo das tubulações e, com o tempo, esses produtos, se não houver limpeza com a devida frequência, acabam aderindo à parte interna da tubulação da bebida,, tanto de suínos, como de aves.  “Além disso, há o biofilme, uma estratégia para sobrevivência das bactérias que se aderem à parede do encanamento que, junto da sujeira aderida e à água, se alimentam e se multiplicam. Isso proporciona um crescimento rápido e novos pontos de formação de biofilme e contaminação na tubulação”, explica a especialista da Sanphar.

Ana Caselles explica que, embora a ingestão do biofilme em si não esteja associada diretamente a enfermidades, pode haver a persistência de agentes patogênicos (como Salmonella) na água de bebida por conta do biofilme de um lote para outro. Caso a granja faça controle de Salmonelose, por exemplo, deve se atentar à limpeza dessas tubulações para que possa melhorar a saúde dos animais e evitar a infecção. Outro ponto importante é que, além de favorecer a persistência de agentes patogênico na tubulação de água de bebida, a falta de limpeza dessa estrutura pode comprometer a viabilidade de vacinas fornecidas via água de bebida, tal qual outros produtos e medicamentos, comprometendo a saúde desses animais.

Para que essa limpeza seja eficiente, devem ser utilizados os produtos corretos. “Por falta de informação, as granjas acabam utilizando substâncias inadequadas, como o cloro em altíssima dosagem, que não é eficiente na limpeza de rede hidráulicas com biofilme. Outro fator é que o cloro é corrosivo e, com o tempo, pode danificar as tubulações, provocando prejuízos econômicos”, afirma Ana Caselles.

A gerente técnica da Sanphar alerta que a limpeza das tubulações deve ser realizada nos intervalos de lote, já que os produtos utilizados para higienização do encanamento não são indicados nessas concentrações para o consumo animal, podendo acarretar problemas na saúde e perdas, caso ingeridos.

“É importante ficar atento para o acúmulo da sujeira e do biofilme. Durante o processo de limpeza, esses resíduos podem se desprender e acumular entupindo bicos dos bebedouros e assim impossibilitar a passagem da água e comprometer o consumo pelos animais”.

Atenta à sanidade das granjas, a Sanphar Saúde Animal oferece Timsen® como solução para limpeza das tubulações e retirada do biofilme devido ao seu alto poder de penetração. Trata-se de desinfetante biocida à base de cloreto de alquil dimetil benzil amônia 40% na forma de cristais solúveis. Uma fórmula patenteada que possui amplo espectro de ação e eficácia, mesmo na presença de matéria orgânica. “A Sanphar é parceira dos avicultores e suinocultores e coloca à sua disposição produtos eficazes e seguros para o manejo sanitário das granjas”, destaca Ana Caselles.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Zoetis reporta faturamento de US$ 1,5 bilhão no segundo trimestre de 2020

Resultado é estável em relação ao mesmo período do ano passado

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Foto: Divulgação

A Zoetis, líder global em saúde animal, registrou faturamento de US$ 1,5 bilhão no segundo trimestre de 2020. O lucro líquido do segundo trimestre deste ano foi de US$ 377 milhões, um aumento de 2% em comparação ao mesmo período de 2019. “Como um negócio essencial de apoio ao fornecimento global de alimentos e ao cuidado com animais de estimação, a Zoetis demonstrou maior resiliência do que o aguardado para o segundo trimestre”, diz Krinstin Peck, CEO Global da Zoetis.

“Esperamos que nosso crescimento geral de receita para o restante do ano seja impulsionado principalmente por produtos para animais de companhia. Continuaremos a investir em produtos que fortaleçam as inovações e soluções digitais necessárias aos nossos clientes durante todo o ciclo de cuidados”, completa Kristin.

Resultados Brasil

A receita do segundo trimestre de 2020 no Brasil foi de US$ 56,3 milhões, aumento operacional de 2% em relação ao segundo trimestre de 2019, excluída a variação cambial.

Fonte: Assessoria
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