
Esse movimento é resultado da oferta elevada e das fracas vendas da carne, sobretudo nesta segunda quinzena do mês.

Esse movimento é observado desde a segunda quinzena de junho e foi reforçado neste começo de julho, devido ao típico aquecimento da demanda neste período.

Na comparação com junho do ano passado, a queda no valor foi de 1,5%, em termos reais.

Estações mais frias tendem a elevar o consumo de proteínas consideradas mais energéticas, como é o caso da suinícola. Além disso, eventos festivos típicos do mês...

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