
Estimativas da Câmara Setorial apontam safra entre as melhores dos últimos três anos, impulsionada por clima favorável e baixa incidência de doenças.

Oferta elevada em algumas regiões e exportações abaixo do esperado pressionam os preços no mercado interno.

Somada à primeira safra, que rendeu pouco mais de 3 milhões de toneladas, a produção está hoje em mais de 20 milhões de toneladas. Até agora...

Estimativas apontam crescimento de área e produtividade nas duas culturas, com destaque para avanço sobre pastagens degradadas e forte demanda doméstica por milho.

Safras avançam além da capacidade de estocagem, tirando dos produtores as rédeas da comercialização. Déficit estadual chega a 12,6 milhões de toneladas.

Safra nacional recua 0,9% com forte queda na área cultivada; mesmo assim, preços internos seguem em baixa com pressão do mercado externo e do câmbio.

Colheita acelerada, demanda retraída e enfraquecimento das exportações mantêm o cereal em queda no mercado interno.

Clima frio favorece o desenvolvimento, mas excesso de chuvas no Rio Grande do Sul atrasa plantio e pode causar perdas.

Com R$ 280 milhões liberados para culturas de inverno, produtores ainda aguardam reversão de bloqueio de quase metade do orçamento previsto para o PSR em 2025.

Demanda externa aquecida sustenta as cotações no Brasil, enquanto farelo e óleo de soja recuam com baixa procura e estoques elevados.