
Estimativa de 819,969 milhões de toneladas representa queda de 2,8% frente à temporada anterior.

Com negociações pontuais e avanço do plantio no país, preocupação com o excesso de chuvas no Sul sustenta cautela entre compradores e vendedores.

Reposição de estoques na entressafra, oferta restrita no spot e gargalos logísticos elevam cotações. Farinhas encarecem e farelo recua com menor demanda na ração.

Cotações recuam em Santa Catarina e Paraná, enquanto Rio Grande do Sul e São Paulo registram maior firmeza.

Mesmo com o avanço da colheita e maior disponibilidade interna, o trigo se manteve estável no Rio Grande do Sul e subiu em outros estados.

Chuvas interrompem atividades no Paraná, enquanto alta competitividade do cereal importado e estoques elevados pressionam as cotações no mercado interno.

Estimativa da Conab aponta menor safra desde 2020, com queda na área cultivada e retração de quase 20% em relação a 2024.

Com dólar baixo e produto importado mais competitivo, moinhos recuam nas compras internas e pressionam as cotações no Brasil.

Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto compradores sinalizam estar abastecidos, vendedores fazem caixa com produtos da safra de verão.

Peço médio de importação foi de US$ 234,07 por tonelada em março, o que, em moeda nacional, seria de R$ 1.344,25 por tonelada, ou seja, mais...