
Aumento da oferta derrubou em 9% o preço do suíno vivo, enquanto o custo de produção permaneceu acima da cotação de mercado.

Indústrias ampliaram a compra de animais, especialmente no Sul do país, permitindo reajustes positivos aos produtores; mercado da carne, porém, segue sem acompanhar o movimento.

Rio Grande do Sul registra a maior desvalorização entre os estados monitorados pelo Cepea; carcaça especial avança 1,2% no mês e amplia pressão sobre a indústria.

Demanda enfraquecida no mercado interno e recuo dos embarques pressionaram as cotações em maio, segundo levantamento do Cepea.

Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, setor entrou no vermelho pela primeira vez em quase três anos.

Indicadores do Cepea mostram desvalorização mensal acima de 10% em praças-chave, enquanto carcaça segue estável no atacado paulista.

Indicador CEPEA/ESALQ mostra quedas diárias e mensais em todas as praças acompanhadas em 19 de janeiro, com maior retração em São Paulo e Santa Catarina.

Oferta controlada e baixa do farelo de soja ampliam lucro dos produtores e impulsionam exportações brasileiras.

Mesmo sem oscilações no dia o levantamento do Cepea/Esalq aponta quedas acumuladas ao longo de dezembro em alguns estados.

Indicador Cepea/ESALQ mostra mercado firme com altas moderadas no mês e estabilidade diária em estados líderes da suinocultura.