
Consumo das famílias e investimentos apresentam crescimento no período.

Com US$ 16,6 bilhões embarcados em abril, sistema de defesa agropecuária alerta para falta de pessoal e risco de gargalos nos portos.

Produção cresce cerca de 8%, mas desvalorização de 7,56% nas cotações e aumento da oferta reduzem rentabilidade do produtor.

Queda nas cotações e menor plantio no Sul reduzem resultado, mesmo com recuperação da produtividade em parte das lavouras.

Queda no último trimestre não impede resultado anual elevado, sustentado por aumento de volume no campo e alta de preços nas proteínas animais.

Participação do setor sobe para 25,1% do PIB brasileiro, com crescimento puxado pela pecuária.

Estado reúne mais de 5 milhões de associados e responde por R$ 11,6 bilhões em exportações, impulsionadas por cereais, proteínas animais e outros produtos agrícolas.

Inspeções técnicas, exigências sanitárias rigorosas e perfil premium de consumo posicionam a Coreia do Sul como oportunidade estratégica para a proteína animal brasileira.

Tratado cria a maior zona de livre comércio bilateral do mundo, com 720 milhões de consumidores e PIB superior a US$ 22 trilhões.

Com o dólar em queda, real ganha força e câmbio mostra cenário mais favorável no início do ano.