
Infraestrutura, certificação sanitária e agregação de valor abrem portas para mercados internacionais em expansão.

Dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026 indicam crescimento da atividade e demanda aquecida por pescado.

Espécie segue como principal base produtiva, enquanto cultivo de peixes nativos ainda tem participação limitada.

Produção de 42,7 mil toneladas mostra força do setor, que também inclui tilápia e outras espécies.

Volume produzido chega a 77,5 mil toneladas em 2025, com crescimento sustentado pela tilápia, que responde por quase 95% da produção.

Estado mantém a 4ª posição entre os maiores produtores de peixe de cultivo do Brasil, com crescimento de 7,28% impulsionado principalmente pela tilápia.

Municípios do leste paulista concentram os maiores viveiros, enquanto a combinação de gestão e recursos garante estabilidade ao setor.

Ano de 2025 foi marcado por dificuldades sanitárias, oscilações de mercado e ajustes na comercialização do pescado.

Consumo concentrado em três regiões e necessidade de mais tecnologia influenciam resultado do setor em 2025.

Enquanto o Brasil atinge 4,4% de crescimento, Estado chega a 9,1%, concentra 27% da produção e lidera as exportações de tilápia.