
Valorização do derivado fortalece margens da indústria nos Estados Unidos, enquanto mercado brasileiro segue pressionado.

No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto, 38% a mais que no mesmo período de 2025.

Embarques atingem 14,51 milhões de toneladas, alta de 105% sobre fevereiro, enquanto farelo registra recorde para o mês e óleo recua 13% com menor demanda externa.

A carne de frango respondeu por 85% dos embarques, enquanto a carne suína foi responsável por 11% do total.

Refino garante padronização e desempenho técnico exigidos por fabricantes e serviços de alimentação coletiva.

Enquanto o óleo emplaca o quarto mês de recuo e exportações aquecidas reduzem a disponibilidade doméstica.

Estimativas indicam safra de 177,7 milhões de toneladas e exportações recordes, em cenário de maior processamento e fortalecimento da cadeia.

Produção nacional deve atingir 178,5 milhões de toneladas, com aumento nas exportações e maior agregação de valor no mercado interno.

Alta de 5% em 2025 eleva o oil share para 49% e reforça demanda do setor de biodiesel.

Demanda firme do setor de biodiesel mantém preços domésticos em alta mesmo com excesso de oferta mundial.