
Pesquisa indica inflação estrutural da comida no Brasil, com altas de até 516% em frutas e perda de poder de compra para itens in natura.

Guerra no Oriente Médio, pressão cambial e inflação persistente limitam espaço para novos cortes no Brasil.

Dólar forte, Treasuries em alta e risco geopolítico ampliam restrição de liquidez e adiam cortes.

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo confirma que medida do governo federal não teve efeito previsto para conter a inflação.

Presidente do Banco Central afirma que cenário internacional incerto exige prudência nos ajustes da Selic, enquanto senadores criticam impacto dos juros altos na economia real.

Em meio à instabilidade dos preços, ações de regulação voltam ao centro do debate como ferramentas para assegurar o equilíbrio entre oferta e demanda.

Para ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil, tarifas dos Estados Unidos podem dificultar controle da inflação.

Apesar de responsabilizados pela escalada nos valores dos alimentos, agricultores e pecuaristas são tomadores de preços e também sofrem com a inflação fora de controle.

IPCA-15 acumula 5,26% em 12 meses, segundo IBGE.

Cenário no Brasil é impulsionado pelas mudanças climáticas, desvalorização cambial e priorização de culturas de exportação, facilitando a produção de itens básicos.