
Parceria entre Embrapa, produtores e indústria eleva padrões higiênico-sanitários, reduz contaminação e transforma a cadeia leiteira no estado ao longo de sete anos de estudos.

Matrizes e novilhas responderam por 49,9% dos animais abatidos no primeiro trimestre, o maior índice já registrado para o período pelo IBGE.

Produção cresce, exportações seguem em alta e os custos recuam, mas o aumento da oferta mantém as cotações pressionadas e amplia as perdas nas granjas.

Indústria adquiriu 6,78 bilhões de litros no primeiro trimestre de 2026, enquanto o preço médio pago ao produtor caiu 18,8% em relação ao ano passado.

Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul concentraram quase metade do couro cru recebido pelos curtumes no primeiro trimestre.

Menor oferta no mercado interno sustentou a valorização dos ovos brancos e vermelhos, que registraram altas reais de 8,7% e 11,5%, respectivamente.

Recuperação gradual da demanda e oferta ajustada sustentam as cotações. Produção do primeiro trimestre alcança recorde histórico de 3,73 milhões de toneladas.

Resultado reflete a maior oferta de animais e reforça a posição do país entre os principais produtores e exportadores mundiais de carne bovina.

Nova projeção do IBGE eleva estimativa estadual com destaque para milho safrinha, cevada e soja. Estado responde por 13,6% da produção nacional de grãos.

Estado reúne 1.372 estabelecimentos armazenadores e capacidade para 35,7 milhões de toneladas de grãos e outros produtos agrícolas. Sozinho, o Paraná possui capacidade de armazenagem mais...