
Decisão garante a continuidade do acordo que proíbe a compra de soja de áreas desmatadas da Amazônia, reconhecido como instrumento de desenvolvimento sustentável.

Safra favorecida no Brasil e na Argentina, somada à desvalorização internacional, pressiona cotações no mercado doméstico.

Alta do dólar, maior demanda e redução no frete impulsionam grão e derivados, aponta Cepea.

Oferta mais contida de produtores e valorização nos portos ajudam a segurar cotações, aponta Cepea.

Excesso de oferta mundial pressiona subproduto, mas demanda firme sustenta valorização do óleo de soja e impulsiona óleo de palma.

Colheita da segunda safra avança no país, mas comercialização segue lenta diante da queda nas cotações e da preferência do produtor pela soja.

Pressão sobre preços internos e internacionais reflete avanço da colheita no Hemisfério Norte e forte presença da Argentina como fornecedora, segundo o Itaú BBA.

Exportações seguem em ritmo recorde com China como principal destino.

Soja e milho concentram quase 90% da produção; Paraná terá participação de 13% no volume nacional.

Especialistas alertam para riscos de notificações sanitárias, disputa com os EUA e descompasso regulatório em biotecnologia.