
Carne suína e bovina batem recordes mensais, frango se recupera após restrições, e perspectivas de fim de ano animam o setor com cotações firmes e oferta...

Estado amplia participação no cenário brasileiro e registra marcas históricas em diferentes cadeias produtivas, consolidando protagonismo do setor.

Frango resfriado e congelado acumulam alta superior a 4% no mês, influenciados por demanda consistente e escalas de abate ajustadas.

Rastreabilidade e integração da cadeia produtiva garantem qualidade e sustentam a liderança nacional.

Queda mais intensa na segunda quinzena refletiu demanda fraca no fim do mês e pressionou cotações no atacado da Grande São Paulo.

Estado mantém posição de referência em frango, ovos e perus, movimenta R$ 12,7 bilhões e exporta para 135 países.

Queda na ração e melhora na relação de troca tornam insumos mais acessíveis, enquanto preço pago ao produtor mantém leve alta, aponta Deral/Seab.

Queda foi puxada pela redução nos embarques aos EUA; no mercado interno, preços iniciam agosto em alta com retomada da demanda.

Exportar proteína com excelência exige mais que volume: exige compromisso com sanidade, rastreabilidade e confiança.

Comércio internacional dá fôlego ao setor após três meses de baixa no atacado, aponta Cepea.