
Mercado movimenta 6,92 milhões de toneladas no bimestre, com retração em importações e menor ritmo industrial.

Visita incluiu tratativas sobre Influenza aviária, febre aftosa e fertilizantes, além de participação na SIAL Canadá 2026, que reuniu cerca de 50 empresas brasileiras.

Recuos já atingem o Brasil e outros polos relevantes, mas cenário segue limitado por entraves logísticos no Oriente Médio.

Tecnologias nacionais ampliam eficiência nutricional e entram no manejo para reduzir dependência externa e custos no campo.

Embarques superam 2025, com avanço de 5,92% na soja e 15,25% no milho, enquanto custos logísticos sobem até 35% em rotas do Centro-Oeste.

Produção de ureia supera demanda interna e governo busca ampliar exportações em meio à restrição global de oferta causada pela guerra envolvendo o Irã.

Escalada geopolítica, custos elevados e dificuldades logísticas reduzem chances de alívio nos preços para negociações mais favoráveis ao produtor.

Tensões no Oriente Médio elevam custos de energia e frete, pressionando nitrogenados e fosfatados no mercado global.

Plano Nacional de Fertilizantes projeta avanço até 2050 para fortalecer competitividade e segurança alimentar.

Sistema Faep orienta compras escalonadas e gestão de custos para enfrentar incertezas na safra 2026/27.