
Relação de troca entre suíno vivo e farelo de soja chega ao melhor patamar desde 2004, impulsionando a rentabilidade dos produtores.

Relação de troca com o farelo de soja chega a 5,57 kg por quilo do suíno vivo, impulsionada por preços firmes e insumo mais barato.

Excesso de produto e margens ruins levam indústrias a considerar redução no esmagamento, aponta Itaú BBA Agro.

Enquanto o farelo subiu e o óleo recuou no mercado internacional, no Brasil os derivados valorizaram, sustentados pela demanda de biodiesel e pelos embarques firmes.

Produtores compram mais milho e enfrentam preços maiores do farelo de soja.

De janeiro a agosto de 2025, foram embarcadas no porto 11,3 milhões de toneladas de soja.

Oferta elevada pressiona farelo no mercado internacional.

Pesquisa apresentada na Grécia aponta que políticas do setor alteraram a dinâmica dos mercados, dando mais peso ao óleo e exigindo demanda consistente por farelo.

Excesso de oferta mundial pressiona subproduto, mas demanda firme sustenta valorização do óleo de soja e impulsiona óleo de palma.

Expectativa inclui aumento no esmagamento, produção de farelo e exportações, apesar da queda mensal no processamento.