
Colheita acelerada, demanda retraída e enfraquecimento das exportações mantêm o cereal em queda no mercado interno.

Medida atinge em cheio exportações brasileiras, pressiona o agro e escancara impacto político das tensões entre Brics e país norte-americano.

Nota técnica da entidade aponta inviabilidade comercial de diversos produtos. País norte-americano foi o segundo principal destino das exportações paranaense em 2024.

Oferta acima da demanda pressiona preços no mercado interno, mesmo com a retomada gradual das compras por parceiros como Filipinas, Singapura e África do Sul.

Demanda externa mantém aquecidas as vendas brasileiras em 2025, mas mercado interno enfrenta queda de preços e baixa liquidez neste início de julho.

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Cenário de custos controlados e colheitas favoráveis sustenta otimismo; setor reforça biossegurança e gestão estratégica para enfrentar volatilidade global.