
Taxa de 50% afeta cerca de 36% das exportações para os Estados Unidos.

Em resposta ao tarifaço de Washington, governo reforça defesa de interesses estratégicos e reafirma abertura ao diálogo sem abrir mão da soberania econômica.

Trump diz estar disposto a conversar a qualquer momento, enquanto Lula reafirma que prioridade é proteger economia e trabalhadores diante das tarifas e sanções unilaterais impostas...

Levantamento preliminar aponta que 35,9% das vendas brasileiras ao mercado americano serão afetadas diretamente pela nova tarifa de 50%.

Exceções à tarifa norte-americana de 50% protegem US$ 18,4 bilhões em exportações brasileiras, mas setores como café e carne bovina seguem penalizados.

Em meio à iminência da aplicação de tarifas americanas, país mantém diálogo limitado e reforça relação comercial com a China.

Parlamentares alertam para risco de guerra comercial, prejuízo a empregos nos EUA e aproximação estratégica entre Brasil e China.

Medida anunciada pelos Estados Unidos gera lentidão nas vendas internas e enfraquece preços da carne, enquanto China amplia compras e ajuda a compensar perdas.

Produtores de carne, frutas, laranja e café manifestam apoio à diplomacia brasileira, mas apontam risco de prejuízos bilionários a partir de 01º de agosto.

Com exportações suspensas e contratos em risco, cadeias produtivas como pescados, cítricos, café e indústria aguardam decisões do governo para evitar prejuízos provocados por nova taxação...