
Medidas priorizam pequenas empresas e alimentos perecíveis, preservam empregos e buscam novos mercados frente à tarifa de 50% imposta pelos EUA.

Embora analistas considerem improvável atingir o volume sugerido, qualquer aumento significativo nas vendas americanas ao país asiático pode reduzir o marketshare brasileiro e pressionar preços internos.

Conepe critica morosidade do Executivo na divulgação de dados obrigatórios e prevê efeitos negativos na competitividade do pescado brasileiro no mercado internacional.

Vendas alcançam US$ 23,7 bilhões até julho, com alta em setores-chave. Novas tarifas americanas podem pressionar comércio bilateral e setor agropecuário.

Com imposto de 50% sobre exportações, EUA encarecem carne, café, açúcar e soja, reduzindo competitividade e acendendo alerta para inflação, desemprego e queda na arrecadação.

Nova tarifa norte-americana gera preocupação e levanta dúvidas sobre futuras sanções.

Embaixador Celso Amorim fala em “estado de quase guerra” e acusa Washington de tentar subordinar o Brasil e reativar lógica da Doutrina Monroe na América Latina.

Ministro da Fazenda atribui cancelamento de encontro com Scott Bessent a pressão da extrema-direita norte-americana e vê motivação política na decisão.

Plano deve incluir crédito facilitado, aumento de compras públicas e prioridade a pequenos produtores, enquanto negociações tentam reduzir impacto da tarifa de 50%.

Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, critica postura dos EUA, alerta para impacto em empregos e vê na sobretaxa um impulso para diversificar destinos...