
Ritmo de comercialização está lento, tendo em vista que muitos compradores adquirem volumes pontuais

Apesar disso, ainda acumula queda de 0,46% no primeiro bimestre deste ano

Alta do dólar e a subida em Chicago elevam as cotações nos portos para as exportações

Movimento é bastante natural, uma vez que a reposição é mais lenta em um período com menor apelo ao consumo

Liquidez tende a permanecer lenta até o ingresso da nova safra, devido à maior disponibilidade do produto

Produção de suínos dos estados do Sul possivelmente está sendo direcionada para a exportação e, em especial, para a China

Lenta reposição entre atacado e varejo diante do enfraquecimento do consumo motivou queda dos preços da carne bovina

Prêmios de exportação começaram uma escalada nos portos brasileiros e, juntamente com a alta do dólar, contribuíram para a melhora no ritmo dos negócios

Preços caíram devido, principalmente, à diminuição dos preços dos insumos que compõe a ração dos animais

Valorização da carne suína foi ainda maior do que a do frango, ampliando a competitividade dessa proteína