
Entre as recomendações está o monitoramento ambiental, controle sanitário, uso de rações eficientes e protocolos para evitar reprodução, além de exigências ligadas a licenças ambientais.

Não há tramitação em curso nem articulação política para revisar o Acordo Bilateral Brasil-Paraguai, passo indispensável para autorizar o uso de espécies exóticas na área.

Reservatório poderia produzir até 400 mil toneladas de peixe ao ano, mas revisão do acordo ainda não avançou no Congresso.

Cooperativa começa a operar estrutura em janeiro de 2025. Um dos primeiros passos será a integração de produtores rurais ao projeto.