
Comercialização segue lenta, mas avanço do plantio e clima no Sul garantem abastecimento e preparativos para a soja.

Cotações sobem 16% em São Paulo com ajuste na produção e melhora no desempenho do comércio exterior.

Valorização do real e estabilidade dos prêmios reduzem cotações internas e desaceleram vendas da nova safra.

Retorno da China às exportações de ureia e maior oferta global aliviam mercado.

Preços no Paraná recuam para abaixo de R$ 65 a saca enquanto importações e cotações internacionais pressionam o mercado.

Com crescimento de 6,2% em relação a 2024, o desempenho foi impulsionado pelo complexo soja, carnes e milho, exportações aos Estados Unidos recuam diante das tarifas.

Exportações e cadeias de suprimento estão ameaçadas por possíveis retaliações, e setor teme alta nos custos e perda de competitividade.

Dependente de fertilizantes e combustíveis russos, Brasil se vê no centro de uma disputa geopolítica que ameaça a segurança produtiva do agro.

Com alta demanda americana e oferta em queda, Brasil vinha ampliando vendas mesmo fora da cota. Tarifa extra ameaça pressionar o boi gordo no 2º semestre.

Com 98% do volume destinado ao mercado americano, setor pode ter retração imediata e redirecionamento para o consumo doméstico.