
Em relação ao farelo de soja, foi possível comprar 4,68 quilos em fevereiro, um aumento de 15,9% no mesmo comparativo.

Produtores afirmam que alta de exportações não teve impacto.

Impulso veio da baixa disponibilidade doméstica de animais, especialmente daqueles com peso ideal para abate.

Suporte vem da disponibilidade limitada do cereal no mercado doméstico neste período de entressafra.

Atual estoque representa 2,4% do consumo anual do milho pelo mercado interno, estimado pela Conab em 86,97 milhões de toneladas em 2024/25.

Esse cenário foi impulsionado pela crescente demanda dos Estados Unidos, que vêm enfrentando um surto de gripe aviária.

Segundo o Centro de Pesquisas, frigoríficos tentam negociar nos valores mínimos dos intervalos ou mesmo baixar as cotações, mas pecuaristas se mostram resistentes.

Pressão vem do fato de compradores terem reduzido a aquisição de novos lotes de animais, devido à baixa liquidez nas vendas da carne.

Suporte continua vindo sobretudo da retração vendedora, limitando a quantidade de produto disponível.

Esse bom desempenho é puxado pelo segmento das lavouras, que deve alcançar R$ 113,3 bilhões no ano, com aumento de 17% no ano.