
Safra nacional recua 0,9% com forte queda na área cultivada; mesmo assim, preços internos seguem em baixa com pressão do mercado externo e do câmbio.

Colheita acelerada, demanda retraída e enfraquecimento das exportações mantêm o cereal em queda no mercado interno.

No Brasil, dólar forte e tensões comerciais com os EUA sustentam demanda e interrompem queda nos valores.

Receita com vendas externas dispara 216% no semestre, enquanto mercado doméstico enfrenta pressão por descontos e queda nos preços.

Oferta acima da demanda pressiona preços no mercado interno, mesmo com a retomada gradual das compras por parceiros como Filipinas, Singapura e África do Sul.

Demanda externa mantém aquecidas as vendas brasileiras em 2025, mas mercado interno enfrenta queda de preços e baixa liquidez neste início de julho.

Conflitos globais escancaram a dependência brasileira de fertilizantes sintéticos e aceleram o debate sobre bioinsumos como alternativa viável, econômica e sustentável para o futuro do agronegócio.

Impulsionado pela forte demanda da Ásia e da África, Brasil embarca 713,4 mil toneladas e fatura R$ 9,82 bilhões, alta de 49% na receita.

Consumo mais fraco no inverno e ritmo reduzido de abate impactam o setor; exportações recuam pelo terceiro mês seguido, mas acumulado do semestre ainda é 40%...

Dependência de mercados externos e tensões no Oriente Médio acendem alerta sobre segurança do abastecimento; retomada de fábricas e projetos nacionais caminha lentamente frente à demanda...