
Embarques da proteína ao país asiático somaram 130,88 mil toneladas, um recorde histórico e representando 57,2% da quantidade escoada a todos os destinos.

Esse cenário é resultado das valorizações do milho e do farelo de soja e dos recuos nos preços do suíno vivo no mercado independente.

Resultado se deve ao contrabalanceamento das variações dos índices de grupos de alimentos.

Pressão vem de estimativas apontando produções recordes do cereal no Brasil e no mundo na safra 2022/23.

Pressão vem da baixa demanda por óleo de soja, sobretudo para a produção de biodiesel, e da maior disponibilidade do derivado na Argentina.

Compradores aguardam desvalorização do grão, fundamentados no andamento da colheita nos Estados Unidos e na consequente possibilidade de redução dos embarques brasileiros.

Na primeira metade deste mês, o avicultor de Bastos (SP) pôde comprar 108,29 quilos de milho ou 57,77 quilos de farelo de soja com a venda...

Queda do preço da proteína é resultado da menor demanda.

Agentes do setor suinícola têm mostrado cautela em elevar as cotações dos produtos, por conta do baixo poder aquisitivo do consumidor final, que tem dificuldade em...

De agosto para setembro, a queda no preço da proteína é de 1,65%