
China lidera as compras e Brasil registra e agosto registra o segundo maior volume mensal da história, atrás apenas de julho de 2025.

Frigoríficos reduzem compras no spot e negociações se limitam a pequenos lotes, com preços entre R$ 310 e R$ 315/@ em São Paulo.

Volume enviado ao exterior cresce mais que a produção e eleva preços do boi e da carne em até 35% no último ano.

Oferta restrita e exportações recordes de carne bovina sustentam valores pagos pelos frigoríficos.

Volume de carne exportada cresce mais que a produção formal, elevando os preços do boi e da carne no mercado interno.

Apesar da pressão da menor liquidez no mercado interno, embarques diários crescem quase 25% frente ao mesmo período de 2024, segundo Cepea.

Alta nos custos de produção e volatilidade do mercado físico tornam estratégias de gestão e proteção de preços essenciais para garantir margens no confinamento.

Embarques superam 313 mil toneladas em julho, impulsionados pela China, e reforçam competitividade e diversificação do setor mesmo diante de barreiras comerciais.

Com 310,2 mil toneladas embarcadas, Brasil supera marca histórica mesmo diante de novo imposto de 50% aplicado pelos Estados Unidos.

Após virada do mês, cotação caiu em todas as praças monitoradas pelo Cepea; avanço dos lotes confinados e pastagens secas explicam movimento.