
Mobilização expõe temor do setor agrícola com importações do Mercosul e amplia tensão política em torno do tratado.

Acordos fitossanitários com Marrocos, Iraque, Singapura e Argentina abrem novos mercados para feno, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro no exterior.

Projeção segue em 69,5 milhões de toneladas enquanto Argentina reduz impostos sobre grãos e a União Europeia adia a entrada em vigor da lei antidesmatamento.

Chuvas e granizo no Sul podem reclassificar parte do cereal, enquanto câmbio e safra argentina definem os próximos movimentos de preço.

Mercado acompanha exportações dos EUA e ritmo das compras chinesas, fatores que podem trazer volatilidade aos preços em 2025/26.

Safra argentina é revisada para 25,5 milhões de toneladas, maior volume da história, enquanto preços caem no Rio Grande do Sul e no Paraná em novembro.

La Niña intensifica excesso de chuva no Centro-Norte e promete um início de verão mais seco no Sul.

Levantamento do Cepea aponta desvalorização influenciada pela ampla oferta interna, expectativas de safra recorde no mundo e competitividade do produto importado.

Entendimento entre os dois países reconhece sistemas equivalentes de vigilância e garante que restrições sejam aplicadas apenas em áreas afetadas, preservando exportações e fortalecendo a segurança...

Após preocupação com excesso de chuva, lavouras avançam para a maturação. Preços recuam com avanço da colheita e oferta elevada no Brasil e na Argentina.