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Swine Day aproxima universidade e indústria

Evento contou com 16 palestras relacionadas à nutrição, sanidade, reprodução e manejo de suínos

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Divulgação/Assessoria

O Swine Day UFRGS 2018 reuniu em novembro professores, estudantes e profissionais da indústria suinícola para um momento de discussão e troca de conhecimentos.

Pelo segundo ano consecutivo, o Setor de Suínos com o apoio de instituições e empresas parceiras, abriram as portas da universidade para profissionais da suinocultura para um dia com uma proposta diferente da maioria dos eventos. No Swine Day, são apresentados à indústria os resultados dos projetos relacionados à suinocultura realizados na UFRGS. Além disso, o evento possibilita a captação das principais necessidades da indústria em termos de pesquisa.

Na forma de palestras curtas, os estudantes revelam os resultados de suas pesquisas, e de forma prática oferecem ferramentas para a tomada de decisões em nível de mercado. Nesta última edição, foram apresentadas 16 palestras relacionadas à nutrição, sanidade, reprodução e manejo de suínos, com um painel de discussão realizado ao fim de cada rodada de palestras.

Flauri Migliavacca, da Migplus, ressaltou que “todos os trabalhos ali apresentados, foram de ótima ótica para as áreas da produção de suínos”. Fabrício Ruschel, da Alibem, concorda com o colega e afirma que “foram abordados assuntos de grande interesse ou impacto econômico na produção” e que os estudos apresentados “deram suporte para a quebra de alguns paradigmas que tem grande impacto econômico na produção de suínos”.

Na opinião de Migliavacca, a distância entre universidade e indústria ainda é grande no Brasil. Ruschel complementou salientando que a aproximação entre as partes é fundamental. “A indústria tem suas demandas e a universidade tem a capacidade de dar o suporte científico de que a indústria está querendo desenvolver ou implementar”, diz o profissional.

Ambos aprovaram a proposta do Swine Day. “Recomendo a participação no evento porque são apresentados estudos muito atuais, que se implementados, podem trazer retornos econômicos muito significativos. O formato do evento, rápido e muito objetivo, também facilita porque as pessoas da produção não ficam uma semana afastada das suas atividade” salientou Ruschel.

Migliavacca compartilha da opinião. “Recomendo a participação em todos eventos que o Grupo do Setor de Suínos realiza, pois são sempre de temas atualíssimos e os empresários ali sentados terão sempre um olhar apontado para a sua área afim”.

Os destaques do Swine Day 2018 poderão ser encontrados no site do Setor de Suínos a partir de fevereiro.

Fonte: Assessoria
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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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