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Suporte da Aviagen América Latina ao “Fundo JBS pela Amazônia” promove o crescimento sustentável do bioma

Seis projetos foram selecionados na primeira fase da iniciativa, além de sete na segunda rodada de aportes

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Divulgação Aviagen

Há um ano, a Aviagen® América Latina efetuou uma doação de R$ 1,5 milhão para o Fundo JBS pela Amazônia, associação civil brasileira sem fins lucrativos dedicada a fomentar e financiar iniciativas que visam o desenvolvimento sustentável do bioma (área que contém a floresta amazônica, uma região de floresta tropical e outras ecorregiões que cobrem a maior parte da bacia amazônica e algumas áreas adjacentes).

As iniciativas do fundo se concentram na conservação e restauração florestal, biodiversidade dos ecossistemas da região, desenvolvimento comunitário e avanço da ciência e tecnologia. A contribuição da Aviagen será distribuída ao longo de três anos entre vários projetos. Agora, um ano depois, como parte do apoio da Aviagen, seis projetos importantes estão em andamento. “Esses projetos já estão promovendo melhorias no meio ambiente e na vida dos cidadãos da Amazônia, bem como criando oportunidades econômicas sustentáveis para a região”, disse o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Lauandos.

São eles:

RestaurAmazônia

Implementado em parceria com a ONG Solidaridad, o projeto visa apoiar 1.500 agricultores familiares na restauração de áreas degradadas via sistemas agroflorestais com cacau e promover boas práticas agrícolas na pecuária. O projeto segue um modelo de produção agropecuária de baixo carbono já testado e aprovado. A partir da nova etapa com o apoio do Fundo será possível escalar esse modelo.

Programa Economias Comunitárias Inclusivas, nas Comunidades de Bailique e Beira Amazonas, no Amapá

Fortalecimento da cadeia do açaí na região com a meta de em três anos deve promover ampliação da renda de 240 famílias locais, além da consolidação de um modelo de bioeconomia inclusiva, que pode ser usado para outras cadeias.

O projeto prevê a operação de uma fábrica para produção de polpa, a ampliação do portfólio de produtos de maior valor agregado e a construção de escolas e qualificação de jovens e mulheres para atuar na atividade.

O projeto vem sendo implementado em conjunto por diversas entidades como a cooperativa extrativista Amazonbai, o Instituto Interelos, IEB, Universidade Estadual do Amapá e o Instituto Terroá.

Pesca Justa e Sustentável

Em parceria com a ASPROC (Associação dos Produtores Rurais de Carauari): o projeto visa fortalecer a cadeia do pescado, através do apoio a uma embarcação para facilitar o beneficiamento, armazenagem e transporte do pescado obtido nas comunidades. Também estão previstas capacitação e consultoria técnica para as comunidades, com o objetivo de abrir novos mercados para as associações pesqueiras da região do Médio Juruá (AM). O projeto terá dois anos e deverá beneficiar 450 famílias, residentes em 55 comunidades ribeirinhas, com aumento de produção e renda.

Destravando Crédito para a Bioeconomia da floresta

Em parceria com Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus), o projeto tem objetivo de facilitar o acesso do crédito rural para 2.500 famílias produtoras e extrativistas das cadeias da bioeconomia da floresta (castanha, açaí, pescado, madeira, óleos e resinas). Quinze cooperativas também receberão consultoria para financiamentos com condições facilitadas.

AMAZ (Aceleradora & Investimentos de Impacto)

Primeira aceleradora amazônica de negócios com foco no impacto socioambiental de negócios da floresta. Comandada pelo Idesam (Instituto de Desenvolvimento da Amazônia), a Amaz fomentará a aceleração de 30 startups em cinco anos que serão apoiadas, além da capacitação e mentoria nos negócios.  Esse projeto estimula o fortalecimento desse ambiente empreendedor da cadeia da biodiversidade importante para a manutenção da floresta.

Parceria Técnica com a Embrapa

A parceria propõe desenvolver pesquisas e tecnologias que aumentem o valor agregado dos produtos da floresta amazônica, como novas matérias-primas e ingredientes da bioeconomia. Também estão previstos programas para reduzir emissões no campo, monitoramento do desmatamento, inovação social   e desenvolvimento de tecnologias renováveis.

“Na Amazônia não é possível realizar nada sozinho. A parceria com entidades como Aviagen é fundamental para o Fundo na construção de alternativas mais sustentáveis na Amazônia”, destacou Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo JBS pela Amazônia.

Projetos sustentáveis em andamento

O Fundo selecionou, recentemente, sete novas iniciativas que contarão com apoio financeiro para promover ações de preservação da floresta amazônica, melhorar a qualidade de vida das comunidades tradicionais e indígenas e incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico do bioma. Ao todo, já são R$ 60 milhões comprometidos em 12 projetos apoiados em dois anos de funcionamento.

As novas iniciativas têm foco em ciência e tecnologia, sendo elas:

  • Corredor sustentável do cacau;
  • InovAmazônia – Ingredientes da Amazônia;
  • Mãos Indígenas, Floresta em Pé;
  • Proteínas da Amazônia;
  • Projeto Pirarucu Sustentável;
  • Geoflora – Automação Florestal e Espacialização de Carbono – sendo os dois últimos as primeiras iniciativas da Parceria Técnica com a Embrapa.

De acordo com Ivan Lauandos, “A Aviagen e o Fundo JBS pela Amazônia compartilham a mesma paixão: ajudar a criar um futuro sustentável para as comunidades na América Latina e em todo o mundo. Nossa contribuição apoiará atividades sustentáveis na floresta amazônica – uma área que desempenha um papel vital na estabilização do clima global”, finalizou.

Fonte: Assessoria

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Frísia anuncia entreposto em Pium (TO) e projeta investimento de cerca de R$ 100 milhões

Nova unidade vai ampliar capacidade de recepção e beneficiamento de grãos na região e gerar cerca de 20 empregos diretos, além de mais de 200 postos durante as obras

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Há uma década no Tocantins, Frísia conta com entrepostos em Paraíso (foto) e Dois Irmãos, além de escritório administrativo em Palmas. Crédito da imagem: Cooperativa Frísia.

No ano em que comemora dez anos no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial anuncia a construção de um novo entreposto no estado, no município de Pium, como parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento da atuação no estado. O projeto prevê investimento de aproximadamente R$ 100 milhões e geração de cerca de 20 empregos diretos após o início das operações, além de mobilizar mais de 200 trabalhadores durante o período de obras.

A construção da unidade está prevista para começar em junho de 2026, com conclusão estimada para janeiro de 2028. A estrutura foi planejada para atender o crescimento da produção agrícola na região e ampliar o suporte aos cooperados.

A decisão de investir no novo entreposto foi resultado de um processo de análise estratégica e da expansão da atividade agrícola na região. “Mesmo diante de um cenário desafiador, a cooperativa segue crescendo no Tocantins. A região de Pium é uma das que mais têm se desenvolvido nos últimos anos e, após três anos de estudos aprofundados, decidimos realizar esse investimento para atender às necessidades dos cooperados”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Frísia, Geraldo Slob.

O novo entreposto tem capacidade operacional prevista de recepção de até 600 toneladas por hora, linha de beneficiamento de 240 toneladas por hora e armazenagem total de 42 mil toneladas de grãos. A unidade também terá um armazém para insumos.

Segundo o gerente-executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, a escolha de Pium como sede da nova unidade levou em conta o potencial produtivo da região e a presença crescente de cooperados. “Trata-se de uma região bastante próspera, com alto potencial agrícola e uma área já consolidada de produção de nossos cooperados”, explica.

Crescimento

O investimento também está alinhado ao planejamento estratégico da cooperativa para os próximos anos. “Dentro do nosso ciclo de planejamento estratégico, que vai de 2025 a 2030, temos como meta crescer no Tocantins de forma sustentável e agregar valor ao negócio dos cooperados. Esse entreposto vai ao encontro desse objetivo”, destaca o gerente-executivo.

Para os produtores, a nova estrutura vai trazer ganhos logísticos e operacionais importantes. “Na prática, o cooperado terá maior agilidade na recepção e no beneficiamento de grãos, economia com fretes e mais proximidade no acesso a insumos, além de segurança no abastecimento”, completa Cavazotti.

A área cultivada de soja no Tocantins saltou de 14,7 mil hectares da safra 2020/2021 para 40,4 mil hectares na de 2024/2025, com produtividade média de 3.771 kg/ha na última safra, acima das 3.057 kg/ha de 20/21.

A Frísia está presente no Tocantins desde 2016, completando, em 2026, uma década de atuação no estado. Atualmente, a cooperativa conta com 110 cooperados e 60 colaboradores na região, com unidades em Paraíso do Tocantins e Dois Irmãos do Tocantins, além de um escritório administrativo em Palmas.

Nos últimos anos, a cooperativa vem realizando diversos investimentos em suas unidades, com o objetivo de acompanhar o crescimento da produção agrícola na região.

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JBS aponta demanda por nutrição funcional como vetor de crescimento do setor de alimentos

CEO da companhia afirma que mudança no padrão de consumo, com foco em saúde e bem-estar, sustenta expansão e abre espaço para proteínas de maior valor agregado

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Crédito: reprodução Bradesco BBI

O Brasil deve assumir um papel central na expansão global do consumo de proteína nos próximos anos, sustentado por escala produtiva, ganhos de eficiência e avanços tecnológicos no campo. A avaliação é do CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, feita nesta terça-feira (7), durante o 12º Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo.

Segundo o executivo, o crescimento da demanda por proteína deixou de ser uma tendência conjuntural e passou a refletir uma mudança estrutural, impulsionada por fatores como segurança alimentar, mudanças demográficas e a crescente busca por alimentos com maior valor nutricional. “Estamos diante de uma transformação consistente no padrão de consumo, com mais foco em saúde, energia e qualidade de vida”, afirmou.

A declaração foi feita no painel “Leading Brazil’s Protein Industry: Perspectives from the Companies That Feed the World”, que reuniu lideranças do setor para discutir perspectivas para a indústria de proteínas do Brasil e seu papel no abastecimento global.

O CEO da JBS destacou que a segurança alimentar ganhou centralidade na estratégia de diversos países, impulsionando investimentos em produção local, especialmente no Oriente Médio. Para ele, esse movimento, no entanto, não reduz a relevância do Brasil como fornecedor global competitivo e essencial para complementar o abastecimento internacional. “A produção local é uma realidade. Mas isso não elimina o papel do Brasil, porque você nunca fecha a equação produzindo exatamente tudo o que o mercado quer”, disse.

Ao falar sobre a competitividade brasileira, Tomazoni destacou que o país conta com uma vantagem estrutural rara no setor de proteína animal. Além de deter o maior rebanho comercial bovino do mundo, o Brasil ainda apresenta espaço significativo para elevar sua produtividade, sobretudo a partir do avanço em genética, nutrição e manejo. “O Brasil vai dar as cartas na carne bovina, porque tem rebanho, porque tem área e porque ainda há uma oportunidade muito grande de ganho de produtividade.

Para o executivo, esse avanço produtivo será decisivo para atender a uma demanda global que tende a crescer de forma consistente nos próximos anos. Na avaliação de Tomazoni, o consumo de proteína deixou de ser somente uma tendência de mercado e passou a refletir uma transformação estrutural nos hábitos alimentares, impulsionada por uma mudança geracional e pela busca crescente por saúde, energia e qualidade de vida.

Nesse cenário, Tomazoni apontou uma nova avenida de crescimento para a indústria: o desenvolvimento das chamadas superproteínas, com aplicações voltadas à nutrição funcional, ao bem-estar e à saúde de longo prazo. Segundo ele, a JBS acredita no avanço de soluções baseadas tanto na proteína natural como em rotas de biotecnologia capazes de customizar compostos com funções específicas.

Um exemplo do investimento da Companhia nessa frente é a recente inauguração da JBS Biotech, em Florianópolis (SC). Esse centro de biotecnologia avançada é dedicado ao desenvolvimento de ciência aplicada à cadeia produtiva, para criar e agregar valor à produção de alimentos. “A gente acha que existem dois caminhos: o caminho da proteína natural, com aumento de produtividade, e o caminho da proteína funcional”, explicou o executivo.

Ao encerrar sua participação, Tomazoni reforçou que a diversificação entre geografias, proteínas e ciclos produtivos segue como um dos principais diferenciais estratégicos da JBS diante de um ambiente global mais volátil.

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Phibro lança solução nutricional no Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Empresa apresenta nova solução voltada à saúde intestinal das aves, com foco em eficiência produtiva e sustentabilidade.

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Foto: Shutterstock

A Phibro Saúde Animal, uma das principais indústrias globais de saúde e nutrição animal, participa da edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que acontece nesta semana, entre os dias 7 e 9 de abril, em Chapecó (SC), com a apresentação de um novo produto ao mercado. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o encontro reúne profissionais e lideranças do setor para debater tendências, desafios e inovações da avicultura.

“Nossa participação reforça a estratégia de proximidade com o mercado e o fortalecimento do relacionamento com clientes e parceiros. Estar nesse ambiente técnico é essencial para compartilhar conhecimento e apresentar soluções que contribuam para uma produção mais eficiente, sustentável e alinhada às demandas atuais da cadeia”, afirma Bruna Boaro Martins, gerente de produto e serviços técnicos da Phibro na América do Sul.

Durante o simpósio – que está em sua 26ª edição –, a companhia de origem norte-americana contará com estande e uma equipe técnica e comercial dedicada à avicultura, com atuação integrada em saúde e nutrição animal. O espaço foi concebido para estimular a troca de experiências e discussões estratégicas, reunindo especialistas globais e regionais preparados para apresentar soluções e apoiar os desafios produtivos do setor.

“Entre os destaques que apresentaremos neste ano está o lançamento do Ephicax®, uma inovação em especialidades nutricionais que atua diretamente na saúde intestinal das aves. Com mecanismos de ação diferenciados, o produto contribui para o enfrentamento de desafios entéricos e para a melhoria dos resultados produtivos, atendendo à demanda por soluções mais seguras e sustentáveis”, explica Bruna.

Ephicax® é uma solução natural que não deixa resíduos, não induz resistência bacteriana e dispensa período de carência, contribuindo para sistemas produtivos mais seguros e alinhados às exigências do mercado, contando com certificação FairFood e selo de Bem-Estar Animal (BEA). Sua formulação, baseada em um blend de monoglicerídeos de ácidos graxos de cadeia curta e média, permite atuação eficaz no controle de desafios entéricos em frangos de corte.

Além do lançamento, o portfólio da companhia inclui soluções como Magni-Phi®, voltado à melhoria de desempenho, anticoccidianos como Aviax® 5%, Aviax® Plus e Avatec®, e vacinas como TAbic® IBVAR 206 (contra bronquite infecciosa) e MB-1 (contra a doença de Gumboro). “Com esse conjunto, a Phibro leva uma proposta completa para a cadeia avícola, combinando inovação, eficiência produtiva e compromisso com a saúde animal e a segurança alimentar”, finaliza a gerente.

Fonte: Assessoria Phibro
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