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Suplementação injetável em bovinos aumenta em mais de 12 kg de rendimento de carcaça

Biogénesis Bagó apresentou em primeira mão durante Feedlot Summit em Goiânia resultados de pesquisa sobre os efeitos da suplementação injetável do Kit Adaptador

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Fotos: Assessoria Biogénessis Bagó

A Biogénesis Bagó apresentou em primeira mão durante o Feedlot Summit, que ocorreu em Goiânia (GO), os resultados de um experimento sobre os efeitos da suplementação injetável à base de antioxidantes específicos aplicado na entrada ou saída do confinamento ou sua combinação, sobre o desempenho, parâmetros metabólicos e a qualidade da carne de bovinos na fase de terminação.

O Gerente Nacional de Demanda da Biogénesis Bagó, Bruno Di Rienzo, no Feedlot Summit Brazil

A pesquisa feita na Fazenda Santa Terezinha, do Grupo ARG, pela Universidade Federal de Viçosa-MG avaliou o desempenho zootécnico, a coloração, textura e a oxidação da carne a partir do uso do Kit Adaptador. Os resultados comprovam que o produto possui influência direta na melhoria dos resultados, tanto nas fazendas produtoras como para as indústrias processadoras.

Os resultados foram mostrados pelo Gerente Nacional de Demanda da Biogénesis Bagó, Bruno Di Rienzo, no Feedlot Summit Brazil, Reunião Anual dos Produtores de Gado de Corte. Na ocasião, ele apresentou o incremento de 1,61% no rendimento de carcaça, o que representa um ganho de carcaça de 12,52 kg por animal.

Di Rienzo explica que a utilização do Kit Adaptador otimiza a produtividade dos animais e contribui para uma melhor saúde financeira das fazendas. “Essa visão faz parte do projeto ‘Boi Azul’, que destaca sanidade, genética, nutrição, gestão, bem-estar e sustentabilidade como pilares da pecuária moderna”, aponta.

Bruno destaca que a pecuária brasileira é uma das grandes apostas mundiais para atender o aumento da demanda mundial por proteínas. “Novos desafios produtivos surgem e as empresas precisam estar sempre um passo à frente a fim de dar suporte ao produtor”, afirma.

De acordo com Di Rienzo, a Biogénesis Bagó está dando uma contribuição das mais disruptivas que a indústria de saúde animal poderia oferecer. “Os resultados obtidos em ganho de carcaça foram extremamente positivos, além de fácil manejo, ainda refletiu positivamente nos aspectos qualitativos da carne. Sem dúvida, a utilização do nosso Kit Adaptador, uma suplementação mineral e vitamínica injetável, será um ‘divisor de águas’ para o mercado de engorda”, pontua.

O ganho de rendimento de carcaça, segundo ele, se dá pela possibilidade de se mitigar o estresse oxidativo. “Este é um ‘vilão’ da pecuária. Quando digo que o tema é disruptivo é porque conseguimos através de uma suplementação injetável (Nutrição), reduzir os impactos do estresse oxidativo (Sanidade e Bem-Estar Animal), atuando em três pilares de sustentação da nova pecuária brasileira, o que já é uma revolução no mercado”, detalha.

Ele explica que os desafios são muitos ainda na pecuária, mas com o avanço da tecnologia, o setor tem conseguido ser mais eficiente. “Nosso objetivo é obter um ganho de carcaça sem onerar o produtor e sem aumentar o número de dias no confinamento. Assim, agregamos um ganho extra de carcaça e mantemos a lucratividade no ‘azul’ dentro de vários modelos de produção na pecuária que têm possibilidade para crescimento. É uma grande virada de chave da pecuária brasileira”, declara.

O Gerente de Marketing Brasil e Coordenador de Marketing LATAM da Biogénesis Bagó, Carlos Godoy, explica que os resultados já comprovados em ganhos de carcaça do Kit Adaptador são o reflexo da forma de atuação da Biogénesis Bagó. “Realizamos um trabalho muito focado em parcerias estratégicas, com foco preventivo e curativo, e também disponibilizamos tecnologias que possibilitam o aumento de performance dos animais com uma visão integrada do negócio do pecuarista”, explica.

Godoy destaca que, juntamente à Lalleman Animal Nutrition, a base nutricional é contemplada ainda pelas soluções da linha Magniva de inoculantes para silagem. “São ferramentas que estão maximizando a produtividade da pecuária no campo”, explica Godoy.

Fonte: Assessoria

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Vilomix consolida fase de crescimento no Brasil ao marcar 28 anos de trajetória no setor de nutrição animal.

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Divulgação Vilomix

Com uma trajetória de 28 anos no setor de nutrição animal, a empresa que iniciou suas atividades como Vitamix vive, desde 2023, uma nova fase de crescimento e consolidação sob a marca Vilomix Brasil, que integra o Danish Agro Group, uma das maiores cooperativas agropecuárias da Europa.

Ao longo de quase três décadas, a operação construiu uma base sólida de conhecimento técnico, proximidade com produtores e desenvolvimento de soluções nutricionais voltadas à eficiência produtiva. Esse histórico foi fundamental para a evolução da empresa, ampliando o acesso a inovação, pesquisa e uma visão global do agronegócio.

Nos últimos anos, a Vilomix Brasil vem registrando recordes de produção, sustentados por investimentos em estrutura, processos e portfólio, além de uma atuação cada vez mais estratégica junto a parceiros, revendas e clientes. A empresa segue executando planos de expansão com o objetivo de ampliar sua presença e atendimento em diferentes regiões do país.

“Ao longo desses 28 anos, construímos uma história sólida no campo. Hoje, contamos com uma estrutura global que amplia nossa capacidade de investimento, inovação e visão de futuro, sem abrir mão do compromisso com quem produz”, afirma Enio Sônego, CEO para a América do Sul.

Com atuação conectada a uma rede internacional presente em diversos países, a Vilomix combina conhecimento técnico local e inovação global, reforçando seu posicionamento como parceira estratégica da produção animal brasileira e avançando de forma consistente em seu plano de crescimento sustentável no Brasil.

Fonte: Ass. de imprensa
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GTF reforça bancabilidade e avança em nova fase de crescimento com emissão de R$ 375 milhões em CRA

Com aumento de mais de 350%, segunda emissão do CRA reforça estrutura financeira da empresa.

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Foto: Divulgação/GTF

A GTF, uma das seis maiores empresas produtoras de carne de frango do Brasil e uma das dez maiores exportadoras dessa proteína no país, anuncia a conclusão de sua segunda emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), no valor de R$ 375 milhões.

A segunda emissão tem o objetivo de fortalecer a estrutura de capital da companhia, alongar seu passivo e melhorar o mix de produtos. A nova captação de recursos permitirá à GTF investir no desenvolvimento de novos produtos, incluindo os IQF (Individually Quick Frozen), voltados à exportação e ao mercado consumidor doméstico. O objetivo é expandir o share da empresa no mercado externo e entregar mais valor ao consumidor.

Com uma meta de faturamento de R$ 5 bilhões até 2026, a GTF projeta um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, a empresa alcançou a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico.

A GTF é proprietária das marcas Canção, de proteínas congeladas de frango e peixe, que juntas representam 90%, do faturamento da empresa, e da Lorenz, maior esmagadora de mandioca do Brasil, responsável pelos 10% restantes. A companhia tem planos para ampliar sua capacidade de produção, por meio da expansão de suas plantas, e projeta atingir, nos próximos cinco anos, uma capacidade de abate superior a 800 mil aves por dia. Esse crescimento faz parte de uma estratégia mais ampla, voltada para o fortalecimento da presença da GTF no mercado de capitais e para a consolidação de sua liderança no setor de alimentos.

“Nós projetamos um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, alcançamos a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico. Esta segunda emissão marca mais um passo importante nesse processo de expansão. Estamos reforçando a empresa com investimentos em novas plantas, automação, inovação, embalagens e sustentabilidade, com o objetivo de continuar crescendo de forma sólida”, afirmou Vinícius Gonçalves, vice-presidente da GTF.

Fonte: Assessoria GTF
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LCA e cooperativismo fortalecem o agronegócio e elevam renda fixa do Sicoob

Crescimento de 17% em nove meses reflete a confiança dos cooperados e o papel do crédito cooperativo no financiamento seguro e sustentável do campo.

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Reprodução / Foto: Site Sicoob

A carteira de renda fixa do Sicoob registrou um salto de 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,98 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 219,98 bilhões, em setembro de 2025. O desempenho expressivo confirma a preferência dos cooperados por produtos que oferecem segurança, liquidez e estabilidade.
Do total, 81% da carteira é composta por RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), título exclusivo das cooperativas financeiras, tradicionalmente associado a proteção e previsibilidade. Outros 18,5% correspondem às LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), instrumento essencial para financiar o agronegócio e muito buscado por investidores que priorizam isenção de IR e rentabilidades competitivas. Na comparação de setembro de 2024 a setembro de 2025, o avanço na captação total chega a 19%.
“Os cooperados reforçaram sua confiança na renda fixa, que oferece maior previsibilidade e equilíbrio às carteiras. Esse movimento evidencia como o cooperativismo financeiro se consolidou como uma alternativa sólida, competitiva e eficiente para quem busca segurança e bons retornos”, afirma Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob.
A base de cooperados investidores também cresceu: passou de 1,54 milhão para 1,67 milhão no período analisado. Hoje, 18% de todos os cooperados do Sicoob utilizam produtos de renda fixa da instituição.

“A ampliação da base impulsionou também o crescimento dos fundos de investimento. Desde 2023, o patrimônio líquido dos fundos renda fixa distribuídos pelo Sicoob cresceu mais de 346%, mostrando que estamos democratizando o acesso a soluções antes restritas aos grandes centros financeiros”, destaca Mario Sergio Dornas, diretor de Gestão De Recursos De Terceiros do Sicoob.
O avanço dos fundos ganhou tração a partir da ampliação do portifólio e a criação da plataforma de investimento, em junho de 2023. Naquele ano, o patrimônio líquido dos fundos distribuídos pelo Sicoob era de R$ 307,9 milhões. Em setembro de 2025, esse valor chegou a R$ 1.065,8 bilhões. Do total, quase 99% dos recursos dos fundos de varejo renda fixa estão alocados no Fundo DI, reforçando a busca por liquidez e estabilidade. “Nosso compromisso é continuar oferecendo produtos alinhados à realidade dos cooperados, com alternativas que tragam segurança e retornos consistentes para quem cresce junto com o Sicoob”, Reposse.

Fonte: Assessoria Sicoob
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