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Supersafra desafia qualidade dos grãos e amplia risco de contaminação por micotoxinas na pecuária
Volume alto e velocidade reduzida no escoamento dos cerais favorecem a proliferação de fungos, impactando na dieta e eficiência dos rebanhos. Cuidados no manejo e inclusão de aditivos se apresentam como alternativas
A chegada da safra 2016/17 de milho e soja contribuiu para reduzir os custos de produção após a elevação dos preços dos insumos no último ano. Na região Sul, o desafio agora está relacionado à qualidade dos grãos em decorrência do volume e o escoamento dessa temporada, além dos recorrentes desafios climáticos e do ciclo produtivo das lavouras que acaba favorecendo o surgimento de fungos e micotoxinas. Com interferência direta na produtividade dos rebanhos de leite, que têm como base da dieta esses ingredientes, a atenção dos produtores é redobrada e os cuidados nessa região ocorrem de maneira preventiva a fim de manter a eficiência das propriedades.
No município de Castro (PR), o produtor Lucas Rabbers mantém uma propriedade de 580 animais, e produz por dia 25 mil litros de leite – 1 mil a mais em comparação a média do mesmo período de 2016. Para ele, os cuidados no manejo do alimento são essenciais para controlar a eficiência do rebanho. “Atualmente, a dieta que ofereço aos animais conta com mais de 20 ingredientes. Na confecção da silagem procuro ser bem rigoroso, evitando, por exemplo, que o caminhão de carga pise na silagem de milho, evitando que carregue fungos da lavoura ao silo, por exemplo (fusario)”, conta.
A região é uma das principais bacias leiteiras do país e os produtores têm investido em tecnologia para nutrição do gado, o que tem refletido nos resultados do campo. Em Carambeí (PR), o produtor Maurício Greidanus, atua neste mercado desde o fim da década de 80 e se tornou referência nacional na produção de leite. Sua produtividade atual varia de 27 mil a 28 mil litros por dia, com um rebanho de 720 cabeças.
Com base em sua experiência, Greidanus acredita que é preciso estar atento aos sintomas que os animais podem apresentar e na negociação com os fornecedores de grãos para ter um produto de qualidade. “O primeiro passo é monitorar a presença da micotoxina e, baseado nisso, utilizar o adsorvente em uma quantidade que possa anular ou controlar as micotoxinas. E isso vai depender das características de cada dieta. Desde o começo da fazenda uso adsorventes, uma ferramenta importante pelo custo”, explica.
Cuidados e prevenção
O problema das micotoxinas é uma realidade nacional considerando as variações de clima que ampliam o risco de contaminação. No Centro-Norte, por exemplo, atualmente a preocupação está relacionada às condições de armazenagem desses grãos devido a falta de espaço nos silos. Com isso, os cereais acabam ficando expostos às condições climáticas adversas, como as chuvas.“Mesmo seguindo os protocolos de correto armazenamento e manejo dos alimentos da dieta , o risco ainda existe. Há fatores do campo que não podem ser controlados, por isso a gestão das micotoxinas precisa ser preventiva e não somente curativa. Pois o impacto do consumo de material contaminado pelas micotoxinas, pode representar um grande prejuízo ao produtor”, explica a gerente da Alltech para gado de leite no Paraná, Keila Viana.
Na última semana, o tema foi amplamente debatido durante a Agroleite 2017, uma das principais feiras do setor, realizada em Castro (PR). O gerente nacional da Alltech para ruminantes, Winston Giardini, destacou que esse é o momento em que o produtor precisa ser eficiente para garantir resultados. “Com essa situação de chuvas em regiões onde há milho excedente, precisamos estar cientes de que esse grão chegará na alimentação dos ruminantes mais cedo ou mais tarde. E que há um risco grande de contaminação de micotoxinas nesse insumo. Por isso, a atenção em investir em tecnologias como o Mycosorb A+, que é um aliado importante para minimizar os impactos das micotoxinas e favorecer a produtividade”.
Como funciona
A solução da Alltech se destaca por possuir um amplo espectro de adsorção de micotoxinas, sendo composto por parede celular de leveduras, com alta concentração de carboidratos insolúveis. O aditivo foi desenvolvido com tecnologias próprias e exclusivas, naturais e biológicas que não interferem na nutrição e na saúde animal, além de serem seguras ao meio ambiente e ao ser humano.
Fonte: Ass. de imprensa Alltech

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.
MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia
Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.
Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.
Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores
“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).
Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.
A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”
Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV
Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.
A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.
O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.