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Notícias Rio Grande do Sul

Superintendência do Mapa no RS tem nova titular

O cargo vinha sendo ocupado interinamente desde janeiro pelo superintendente substituto José Ricardo Cunha

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Foi publicado no Diário Oficial da União de quarta-feira (18) o nome de Helena Pan Rugeri como nova superintendente do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul. O cargo vinha sendo ocupado interinamente desde janeiro pelo superintendente substituto José Ricardo Cunha, após o deslocamento de Bernardo Todeschini para adido agrícola na União Europeia. Helena assume a superintendência em um momento complicado em todos os setores da sociedade. “É com satisfação e responsabilidade que assumimos a SFA neste período de grande turbulência no país. Mas certamente, com o apoio que estamos recebendo dos servidores e das entidades que compõem o agro no RS, faremos o melhor”.

Helena é servidora de carreira do Mapa desde 2002, onde vinha atuando no Serviço de Inspeção de Produtos Vegetais (Sipov), sendo chefe do setor até a nomeação. Ela é graduada em Engenharia Agronômica pela Universidade de Passo Fundo e em Análise de Sistemas pela Universidade Integrada do Alto Uruguai. Antes do Ministério, Helena atuou no steor privado nas áreas de cooperativismo e assistência técnica. Também foi, por sete anos, secretária da agricultura substituta em Constantina, RS, onde se dedicou à implementação de políticas públicas para o desenvolvimento da agricultura familiar.

O delegado sindical no RS do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários, Mario Peyrot Lopes, comemora a indicação de uma servidora de carreira do Mapa para o cargo. “Sabedores que somos de sua competência técnica e integridade pessoal, nos colocamos à disposição, no que for possível, para ajudá-la na condução da SFA-RS”, afirmou.

O objetivo da votação foi oferecer à ministra da Agricultura nomes que contam com o apoio da maioria dos colegas para assumir a superintendência. Há quase cinco anos a superintendência gaúcha vem sendo comandada por servidores de carreira, o que era um antigo pleito dos funcionários.

Fonte: Assessoria
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Notícias Covid-19

ABPA lança hotsite da campanha Alimente a Esperança

Campanha reforça a mensagem de “união” e o “alimento do amor pela vida” do setor na luta contra a pandemia da Covid-19

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lança nesta semana o hotsite da campanha “Alimente a Esperança”, que mostra o trabalho dos setores de aves, suínos e ovos para garantir o abastecimento de alimentos e preservar a saúde dos colaboradores das agroindústrias. O hotsite pode ser conferido nesse link.

Desenvolvida pela Agência Capella, a campanha reforça a mensagem de “união” e o “alimento do amor pela vida” do setor na luta contra a pandemia da Covid-19, que assola o mundo. O conceito da mensagem reforça o comprometimento do setor com os colaboradores e com a oferta de alimentos.

Neste sentido, o hotsite destaca as ações sociais (doações de alimentos e recursos, entre outros) e os cuidados com os colaboradores de empresas do setor ao longo deste período. São vídeos e notícias de um intenso trabalho setorial solidário, de apoio às famílias e comunidades em todo o país.

A campanha “Alimente a Esperança” também contará com a produção de vídeos em redes sociais e peças para rádio e impressos. “O difícil momento que todos enfrentamos gera medo e apreensão na sociedade. Neste momento, queremos reforçar a preocupação do setor com a pessoas, as famílias, os consumidores e os produtores. Estamos todos juntos nesta luta contra o inimigo invisível”, destaca o presidente da ABPA, Francisco Turra.

Comprometidas em garantir alimentos para milhões de famílias no Brasil e em mais de 150 países, as agroindústrias têm investido milhões de reais em equipamentos e outras iniciativas voltadas para a saúde dos colaboradores, implantando protocolos validados por instituições de renome, como o Hospital Albert Einstein.

“Avançamos um importante passo para harmonizar entendimentos na estratégia de prevenção à Covid-19 nas indústrias de alimento. Como é destacada na campanha, precisamos mais do nunca do amor pela vida e do comprometimento de cada um para alimentar a esperança de todos nós”, finaliza Turra.

Fonte: ABPA
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Notícias Mercado

Desvalorização internacional e queda do dólar pressionam valores da soja no Brasil

Esse cenário afastou produtores das vendas, reduzindo, assim, a liquidez no mercado interno

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Divulgação/MAPA

As desvalorizações do dólar e dos contratos futuros negociados na CME Group (Bolsa de Chicago) pressionaram os valores domésticos da soja e seus derivados nos últimos dias. Esse cenário afastou produtores das vendas, reduzindo, assim, a liquidez no mercado interno.

Segundo pesquisadores do Cepea, a queda externa está relacionada às condições climáticas favoráveis ao cultivo da oleaginosa nos Estados Unidos, o que eleva expectativas de boa safra no país. Por outro lado, esse cenário somado aos estoques elevados e à baixa demanda externa resultam em pressão sobre os valores norte-americanos.

Assim, entre 15 e 22 de maio, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) caiu 5,2%, fechando a R$ 109,84/saca de 60 kg na sexta-feira (22). O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná recuou 4,1% no mesmo período, a R$ 103,11/sc de 60 kg na sexta-feira (22).

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Com diferentes condições de mercado, preços do milho são distintos dentre regiões

Cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima

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Arquivo/OP Rural

Os valores do milho têm registrado comportamentos opostos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto no interior do Paraná os preços sobem, em algumas praças paulistas e do Centro-Oeste as cotações registram leves quedas. Segundo colaboradores do Cepea, esse cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima.

No Paraná, a disputa por milho está mais acirrada no interior do estado, o que tem mantido os valores acima dos observados no mercado disponível do porto de Paranaguá (PR). Em São Paulo e no norte do PR, agricultores temem que a falta de chuva prejudique o potencial produtivo das lavouras e, com isso, muitos estão retraídos das vendas. Apesar disso, a pressão compradora e a oferta de milho de outros estados têm resultado em leves desvalorizações.

No Centro-Oeste, o clima tem sido mais favorável aos trabalhos de campo e ao desenvolvimento das lavouras. Com isso, as perspectivas são de produtividade elevada, o que tem resultado em queda nos preços em algumas regiões, como em Rondonópolis. No Nordeste, boas expectativas para a safra seguem pressionando as cotações. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu leve 0,16% entre 15 e 22 de maio, fechando a R$ 50,49/sc na sexta-feira, 22.

Fonte: Cepea
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