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Superdosagem de fitase proporciona bons resultados para combater miopatias em frangos de corte

Estudos demonstram que o distúrbio conhecido como “Peito Amadeirado” está emergindo em uma escala global

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Lisiane Calza / Divulgação

Artigo escrito por: Lisiane Calza, médica veterinária e trabalha na Auster Nutrição Animal

A produção avícola sempre foi reconhecida pela eficiência entre os recursos empregados no sistema e o volume de proteína produzida. No entanto, temos vários desafios devido ao aumento acentuado para a demanda global por proteínas. Para se ter uma ideia, a produção total de carnes deverá crescer mais de 40 mil toneladas no período de 2016 a 2028, atingindo quase 364 mil toneladas. De acordo com dados da FAO, a maior parte deste crescimento será atribuída ao mercado de frangos de corte (50% do volume total de crescimento nestes 12 anos de avaliação) e deverá ser 2,7 vezes superior nas regiões em desenvolvimento, em especial América Latina, África e Ásia, que nas regiões desenvolvidas do planeta.

Desta forma, a necessidade de resolver o problema associado à alta incidência de distúrbios metabólicos, como miopatias, tem atraído enorme atenção do setor. Estudos demonstram que o distúrbio conhecido como “Peito Amadeirado” está emergindo em uma escala global. O caso ocorre quando o músculo peitoral da ave apresenta rigidez devido a uma degeneração muscular extrema e hipóxia tecidual (classificada em diferentes graus), ocasionando alterações sensoriais como: cor pálida, hemorragia superficial e listras brancas, gerando grave impacto na textura da carne, no conteúdo de proteínas e na capacidade de retenção de água, ocasionando problemas na aceitação e compra pelos consumidores.

Embora a etiologia do distúrbio ainda não seja totalmente conhecida, vários estudos especulam fatores potenciais para a ocorrência do peito amadeirado, incluindo hipóxia muscular localizada, estresse oxidativo e aumento dos níveis de cálcio. Também tem sido apontada de forma rotineira pela indústria de frangos de corte como tendo origem supostamente ligada à seleção genética para rápida taxa de crescimento e maior rendimento de carne de peito.

Pesquisas recentes demonstram que o uso de uma enzima fitase de última geração (Quantum Blue) reduziu a severidade do peito amadeirado pela reversão de expressão de genes relacionados à homeostase do oxigênio devido à elevada ruptura do anel de fitato. Sendo uma prática eficaz para mitigar a perda endógena e aumentar a absorção intestinal dos aminoácidos dietéticos, diminuindo sua complexação com o fitato, ajudando também na presença de oxigênio tecidual.

Cerca de 2/3 do fósforo contido nos ingredientes de origem vegetal estão numa forma indisponível para a ave, devido à ligação ao inositol, formando a molécula do ácido fitico ou hexafosfato de Inositol. Essa molécula pode formar complexos orgânicos com minerais nutricionalmente importantes, como CA, ZN, MN, CU e FE, afetando a disponibilidade desses, além de proteínas e energia para os animais monogástricos. A importância desses minerais está na sua ligação com o crescimento, imunidade, saúde intestinal e status antioxidante, bem como numerosos outros papéis no metabolismo.

Nas rações animais, a concentração de fitato varia de 2,5 a 4g por quilo de ração e o conteúdo de fósforo neste está em torno de 282g por quilograma de ácido fítico.Para que se observe expressiva melhoria nesse aspecto, deve-se objetivar maior produção de IP3. Dessa forma, doses maiores de fitase são realmente necessárias. O ideal seria passar para 1.500 FTU/kg ou mais (conceito de superdosing).

Em avaliações a campo realizadas em projetos avícolas do Brasil, observamos que o uso de Quantum Blue gera potencial de redução de escores severos de peito amadeirado na ordem de 25 a 50%, dependendo da estrutura de alojamento e do perfil da dieta adotada. Esses resultados são sugestivos sobre a eficiência da ruptura do anel de fitato (gerando o máximo de esteres de Ip3, Ip2 e Ip1, possível) quanto a liberação de microminerais importantes para a geração de mioglobina (tal como Ferro), além de outros microminerais e nutrientes com grande poder antioxidadente em células (tais como Selênio, Zinco Inositol).

Com o uso da superdosagem de fitase (Quantum Blue) buscamos melhor aproveitamento dos ingredientes, garantindo a absorção pelos animais, impactando a redução de custos associada à melhoria da modulação do microbioma e redução de condena por peito amadeirado.

Fonte: Assessoria

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores

Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

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Divulgação Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.

A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.

“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.

Foco estratégico no Paraná e São Paulo

Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.

Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.

Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.

Gestão intensiva em Santa Catarina

Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.

O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.

Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.

Fonte: Ass. de imprensa
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto

Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

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Divulgação Vetoquinol

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.

Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.

“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.

“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.

Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano

O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.

O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.

“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

Fonte: Assessoria Cobb
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