Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias Rio Grande do Sul

Superação foi a marca dos pequenos e médios laticínios gaúchos em 2020

Apil trabalhou intensamente em prol da cadeia láctea buscando enfrentar os desafios impostos pela pandemia de Covid-19

Publicado em

em

Divulgação - JM Alvarenga

As pequenas e médias indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul trabalharam com superação neste ano de 2020 em que o mundo enfrentou a pandemia de Covid-19. As normas sanitárias exigidas para evitar o contágio da doença mudaram a rotina dentro das plantas industriais da cadeia láctea. Porém, após o primeiro impacto com todas as mudanças advindas do distanciamento social, o setor aprendeu a conviver com a situação e ir em busca de soluções.

O presidente da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Estado (Apil), Délcio Giacomini, afirma que foram impostos muitos desafios, mas o trabalho desenvolvido de forma inteligente, utilizando a tecnologia a seu favor, ajudou o setor a administrar os impasses e dificuldades. “Enfrentamentos questões de mercado com a mudança no hábito dos consumidores nos adaptando e nos reiventando”, salienta.

Conforme Giacomini, a Apil por meio de sua direção, associados e colaboradores, trabalhou intensamente com o objetivo de apoiar o setor. “A distância não nos separou mas, sim, fortaleceu os nossos laços através de reuniões virtuais semanais e mensais para tratar de temas importantes ligados à produção e industrialização do leite e seus derivados”, comenta o dirigente, lembrando também a participação em vários encontros junto a outras entidades do setor e o poder público estadual e federal.

Giacomini ressalta que apesar da estiagem que vem atingindo o Estado desde 2019 e prejudicando a produção, a expectativa para 2021 é de uma melhora no cenário, inclusive com a possibilidade da chegada de uma vacina contra a Covid-19 já no primeiro trimestre do ano. “Cada laticínio tem a sua região de abrangência, por isso, além das políticas públicas do Estado e da Federação, também são muito importantes as ações dos executivos municipais. Para 2021 temos muitos projetos a desenvolver e para que todos nós tenhamos sucesso é necessária a união de toda a sociedade. Este é um dos aprendizados que esta pandemia nos deixou”, conclui Giacomini.

Fonte: Ass. de Imprensa - Rejane Costa/AgroEffective
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

catorze + nove =

Notícias Asgav / Ovos RS

ASGAV e Programa Ovos RS doam 10 mil ovos para o Instituto Dunga

A iniciativa vai ajudar o projeto social Seleção do Bem 8 

Publicado em

em

Divulgação

A Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e Programa Ovos RS doaram na data de hoje (05/05) 10 mil ovos para o projeto social Seleção do Bem 8, ligado ao Instituto Dunga, coordenado pelo ex-jogador e capitão do tetracampeonato mundial de futebol, Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga. A entidade fez contato com o instituto para repetir a ação que ocorreu de 04 à 09 de outubro de 2020, quando entregou 5 mil unidades para Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e para o projeto Seleção do Bem 8. Foram entregues 28 caixas de ovos brancos e vermelhos doadas pelas granjas associadas à Asgav participantes do Programa Ovos RS.

O presidente-executivo da Asgav e Coordenador do Programa Ovos RS, José Eduardo dos Santos, acredita que ajudar os mais vulneráveis socialmente é um exercício de solidariedade ainda mais necessário em um contexto de pandemia, que aumentou o índice de desemprego e potencializou muitas dificuldades. “A nossa entidade representa a avicultura, um dos setores mais ativos do agronegócio, e não pode se omitir diante da situação de fome”, reforça.

O Capitão Dunga gravou uma mensagem agradecendo mais esta doação, reforçando a importância de consumir ovos produzidos no Rio Grande do Sul e de preferência com o Selo Ovos RS, que garante um cuidado a mais na produção.

O Rio Grande do Sul é o quinto maior produtor de ovos do Brasil e o segundo maior exportador, abastecendo países como Japão, regiões do Oriente Médio, México e, por último, o Chile, mercado conquistado no fim de 2020 e que representa a venda de 1,5 milhões de ovos por mês. O Estado produz 3,8 bilhões de ovos por ano para atender o mercado. O plantel gaúcho tem em torno de 12 milhões de aves poedeiras.

Fonte: Comunicação – O.A.RS
Continue Lendo

Notícias Minas Gerais

Assuvap lança ação de estímulo ao consumo da carne de porco em açougues de Ponte Nova e região

Ação acontece em parceria com a ABCS que criou a campanha nacional Carne de porco: bom de preço, bom de prato

Publicado em

em

Divulgação

A carne suína tem ganhado cada vez mais espaço na mesa e no carrinho de compras dos brasileiros, conforme dados levantados pela empresa de inteligência em mercado, Horus, que mostra que a carne suína cresceu em 80% nas compras no varejo alimentício. Alinhada a essa preferência do consumidor pela carne de porco, a Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga/Assuvap desenvolve ação junto a dezenas de açougues em Ponte Nova e de várias cidades da região. A campanha, lançada no dia 1º de maio, acontece em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos/ABCS.

“Carne de porco: bom de preço, bom de prato” é uma campanha nacional criada pela ABCS em que a Assuvap participa como parceira e articuladora de ações junto aos açougues. “A campanha apresenta a carne suína como uma opção certeira e inteligente para quem quer economizar sem abrir mão do sabor, da qualidade e do tradicional churrasco”, explica a ABCS.

“Disponibilizamos toda a estrutura de divulgação, desde materiais impressos até o conteúdo digital produzido pela ABCS”, ressaltou a gerente geral da Assuvap/Coosuiponte, Paula Gomides. Para estimular a participação dos açougues e dos consumidores a Assuvap disponibilizou uma churrasqueira elétrica, para cada parceiro, que será sorteada ao final da campanha entre todos os clientes que consumirem a proteína. A ação, desenvolvida e organizada pelo setor de marketing da Assuvap, conquistou o coração dos proprietários dos açougues que estão motivados e engajados com a campanha.

“Resolvemos abraçar a Campanha porque que percebemos a oportunidade de mostrar para os nossos clientes que a Carne Suína pode ser, sim, aliada na composição do prato do dia a dia das famílias, trazendo proteína de alto valor biológico aliado ao bom preço”, relatou Jaqueline Vieira Piovezana Gomes do açougue Casa de Carnes III Irmãos/Piedade de Ponte Nova, que reforçou a importância da valorização da suinocultura regional. “Além disso, com a campanha estamos apoiando e valorizando ainda mais a suinocultura da nossa região, que é fonte de renda de tantas famílias que estão envolvidas na produção da carne suína”.

“Nós, do Dom Porco, abraçamos a campanha, porque “respiramos” carne suína. Tudo que vier em apoio à criação, venda, produção e consumo de carne suína, estaremos dentro sempre. Obrigado a equipe Assuvap por confiar em nós”, relatou empolgado Rafael Batata, do açougue Dom Porco/Viçosa.

“A carne suína é fonte de proteína animal e com sabor diferenciado. Vem como uma excelente alternativa de proteína para ser consumida diante do novo cenário econômico em que se encontra a carne bovina nos últimos anos”, reforça Pedro Marçal Mendes, proprietário do açougue Casa de Carnes Marçal/Jequeri que completou destacando que os cortes e novas receitas são, sempre, um atrativo a mais na hora de preparar a carne de porco. “Bem sugestiva a campanha, com novos cortes e novas formas de preparar bem aguçado o interesse de nossos clientes. A nossa participação se dá diretamente com o consumidor”.

Participam da ação, os açougues Só Suínos e Casa de Carnes Principal, ambos de Ponte Nova; Dom Porco/Viçosa; Casa de Carnes 3 Irmãos/Piedade de Ponte Nova; Açougue 3 D/Urucânia; Mercado da Carne do Russo/Rio Casca e Casa de Carnes Marçal/Jequeri.

A Associação dos Suinocultores de Minas Gerais/ASEMG, apoia a campanha e as ações das Associações e reforça o sabor e a qualidade da carne de porco. “A carne suína sempre foi a mais versátil e saborosa das proteínas, em sua nova campanha a ABCS explicita mais uma das suas qualidades, o preço! A iniciativa é incrível e certamente terá impacto direto nos pontos de venda e consequentemente no incremento do consumo no país como um todo! Parabéns à ABCS por pensar de forma estratégica e agir de forma tão clara e objetiva”, disse João Carlos Bretas Leite, presidente da ASEMG.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Mercado

Milho segue em preço recorde e Brasil vê mais demanda árabe

Em meio às incertezas no mercado externo, compras de milho do Brasil pelos árabes somaram US$ 212,5 milhões de janeiro a março de 2021

Publicado em

em

Divulgação

Até aqui, 2021 tem sido um ano de preços recordes e demanda aquecida no mercado de milho. No acumulado do ano, o Brasil exportou 30% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Apesar da alta nos preços, os árabes avançaram nas compras, que de janeiro a março somaram US$ 212,5 milhões, um aumento de 132%.

O Centro de Estudos Avanços em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), que monitora os preços do milho, reportou a menor oferta de milho no mercado. Os produtores estão de olho nos baixos estoques da safra 2019/2020 e na preocupação com o desenvolvimento das novas lavouras. A demanda dos compradores, no entanto, se manteve alta e com curto prazo. “Diante disso, os valores do cereal continuam em alta e, portanto, renovando os recordes reais em muitas praças acompanhadas pelo Cepea”, diz nota técnica da instituição, emitida nesta semana.

Para entender os preços em patamares recordes, é preciso olhar para a demanda aquecida tanto no âmbito nacional quanto nos mercados externos.

Mercado externo

Ficou mais caro comprar milho não apenas no Brasil, mas no mercado externo como um todo. “Os Estados Unidos tiveram perda nas safras de dois anos seguidos. Nas últimas semanas, apareceu ainda um novo fator. A especulação de quebra na safra americana este ano, por conta de um problema de clima, que pode fazer com que haja ainda menos produto ofertado. Nada está certo ainda, mas isso deixa o mercado agitado”, explicou à ANBA Flávio França Junior, analista sênior de grãos da consultoria Datagro.

Em meio a essas dúvidas sobre a quantidade de milho, a China entrou em campo levando milhões de toneladas do milho norte-americano. Só em fevereiro deste ano, em uma compra única, o gigante asiático comprou 2,1 milhões de toneladas do produto, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Esse avanço chinês foi um dos fatores que pode ter levado os árabes a procurarem mais a commodity do Brasil. No bloco e no próprio ranking geral de destinos do produto brasileiro, é um país árabe quem segue na liderança em 2021, o Egito.

De janeiro a março, os egípcios gastaram US$ 158 milhões com compras de milho brasileiro, alta de 295% frente ao mesmo período de 2020. “O Egito já era um dos maiores compradores de milho brasileiro, no ano passado foi o quarto principal destino. Mas, em geral, os árabes não costumam comprar neste período [1º trimestre] nesse volume visto agora”, lembrou França Junior. Além do Egito, Marrocos e Arábia Saudita também figuram entre grandes compradores da commodity do Brasil.

Demanda interna

No momento, o analista enfatiza que os produtores estão capitalizados e sem pressa de vender seus estoques. Com a oferta diminuindo nas praças nacionais, os preços ficam ainda mais pressionados. “Essa alta nos valores já é tendência para o ano. Só nesse acumulado do ano até agora já se vê que, no comparativo, preços internos e externos estão bem equiparados. A atual safra, infelizmente, é menor do que a anterior, o que levou os preços internos a esses patamares recordes. Já a safra de inverno deve entrar em julho, mas não deve mudar muito esse cenário”, acredita França Junior.

A alta nos preços tem sido favorável ao produtor, que mesmo com a leve queda do câmbio, tem negociado bem no mercado nacional. O desenrolar dessa situação pode, entretanto, causar um efeito dominó e atingir outros setores. É o caso do setor aviário, que tem no milho uma das bases da alimentação dos frangos. “O problema é que quando isso acontece um lado sai muito prejudicado porque o comprador não consegue repassar esse aumento. Isso faz com que granjas possam fechar ou decidam investir menos em matrizes. O que acaba refletindo na comercialização de frango, por exemplo”, conclui.

Fonte: ANBA
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.