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Suinocultura precisa reforçar biosseguridade e planejamento financeiro para sustentar competitividade, diz presidente da ACCS

Losivanio Luiz de Lorenzi defende formação de reservas de capital, cooperação entre os elos da cadeia e manutenção do elevado status sanitário para ampliar mercados.

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Presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi: "Mais importante do que ampliar estruturas continuamente é formar reservas de capital para enfrentar momentos de crise" - Foto: Divulgação/ACCS

A suinocultura brasileira precisa intensificar os investimentos em biosseguridade, fortalecer o planejamento financeiro nas propriedades e ampliar a cooperação entre produtores, cooperativas e agroindústrias para preservar sua competitividade. A avaliação é do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi.

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Segundo o dirigente, o cenário econômico exige cautela na tomada de decisões relacionadas à expansão das granjas. Ele recomenda que os produtores priorizem a sustentabilidade financeira do negócio e evitem comprometer sua liquidez com investimentos acima da capacidade de pagamento. “É preciso crescer com planejamento estratégico e financeiro. Mais importante do que ampliar estruturas continuamente é formar reservas de capital para enfrentar momentos de crise”, afirma.

Losivanio observa que as oscilações do mercado têm se tornado mais intensas e, por isso, a capacidade de atravessar períodos adversos depende cada vez mais de uma gestão financeira sólida.

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Biosseguridade como vantagem competitiva

Na avaliação do presidente da ACCS, a sanidade animal permanece como um dos principais ativos da suinocultura brasileira no mercado internacional. Ele destacou que a manutenção de elevados padrões de biosseguridade é determinante para preservar e ampliar o acesso aos principais destinos das exportações.

Como exemplo, cita o desempenho das vendas externas para o Japão. Entre janeiro e maio deste ano, Santa Catarina aumentou em 32 mil toneladas os embarques de carne suína para o mercado japonês em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o incremento das exportações brasileiras no período foi de 60 mil toneladas.

Para Losivanio, esses resultados refletem o reconhecimento internacional do status sanitário

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alcançado pelo país e, especialmente, por Santa Catarina, que obteve em 2007 o reconhecimento como área livre de febre aftosa sem vacinação.

O dirigente também defende que outros estados avancem na erradicação de enfermidades para fortalecer a posição do Brasil no comércio global de proteínas animais.

Integração da cadeia e sucessão no campo

Além dos desafios sanitários e econômicos, Losivanio ressalta a importância de uma atuação conjunta entre os diferentes segmentos da cadeia produtiva. Na sua avaliação, a lógica de concorrência entre produtores, cooperativas e agroindústrias deve dar lugar a estratégias colaborativas capazes de fortalecer todo o setor.

Ele também chama atenção para a necessidade de incentivar a sucessão familiar nas propriedades rurais, apontando a permanência das novas gerações na atividade como um fator relevante para garantir a continuidade e o desenvolvimento da suinocultura brasileira.

Fonte: O Presente Rural

Suínos

Tilvalosina reduz inflamação e auxilia no controle de doenças respiratórias em suínos

Estudos apontam que antibiótico combate Mycoplasma hyopneumoniae e ajuda a modular a resposta imunológica dos animais.

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Fotos: Divulgação/ECO Animal Health

Artigo escrito por José Lino Castro Jr., DVM, Swine Technical Services Manager, South and Southeast Asia, ECO Animal Health.

Para sobreviver na presença de patógenos nocivos, a natureza forneceu aos organismos vivos uma ferramenta especializada para se proteger, que a ciência denomina sistema imunológico (Fig. 1). O sistema imunológico é dividido em duas partes: o sistema imunológico inato e o sistema imunológico adaptativo.

O sistema imunológico inato é equipado com barreiras físicas e células de defesa residentes, incluindo macrófagos e neutrófilos. O sistema imunológico adaptativo é equipado com células T e células B. Quando um patógeno ultrapassa as barreiras físicas, ele aciona o sistema imunológico inato para ativar simultaneamente as células de defesa residentes para neutralizar o patógeno.

A ativação dessas células, particularmente macrófagos e neutrófilos, desencadeia a liberação de citocinas pró-inflamatórias (por exemplo, IL-1β, IL-6, IL-8, TNFα), levando à inflamação. Enquanto isso ocorre, o sistema imunológico adaptativo também é ativado por macrófagos e células dendríticas, que apresentam fragmentos do patógeno às células T.

As células T respondem de três maneiras: destroem as células infectadas (células T citotóxicas), ativam as células B para produzir anticorpos (células T auxiliares) e regulam a resposta imune adaptati­va geral (células T reguladoras).

Esses processos complexos e interligados continuam até que o patógeno seja eliminado. Uma vez eliminadas, as células T enviam sinais para desligar o sistema imunológico, permitindo que o corpo se cure e se recupere. No entanto, certas bactérias e vírus podem sobrecarregar o sistema imunológico, criando o pior cenário possível, do qual animal pode não se recuperar.

Nesse cenário, há liberação excessiva de citocinas pró-inflamatórias (tempestade de citocinas), desencadeando uma inflamação descontrolada, resultando em danos aos tecidos relacionados à inflamação.

Mycoplasma hyopneumoniae, assim como Actinobacillus pleuropneumoniae, PRRSV, coronavírus respiratório suíno e PCV2 são patógenos suínos capazes de alterar a resposta imune em detrimento do animal.

O Mycoplasma hyopneumoniae causa uma doença em suínos conhecida como Pneumonia En­zoótica. Ela afeta principalmente o trato respiratório, que se mani­festa clinicamente como tosse.

Sintomas

Esta doença é de importância econômica, pois está associada à redução do ganho de peso médio diário, diminuição da eficiência alimentar e aumento do custo com medicamentos. Estima-se que a doença custe US$ 0,84/suíno na terminação de rebanhos infec­tados. Afeta suínos de todas as idades e é comumente observada em suínos de terminação. Myco­plasma hyopneumoniae é um dos principais agentes do Complexo de Doenças Respiratórias dos Suínos, juntamente com outras bactérias e vírus.

Ele pode modular e/ou evadir a resposta imune. Portanto, as lesões pulmonares observadas durante a realização de necrop­sias podem, em parte, ser resulta­do de inflamação descontrolada, devido à capacidade dessa bac­téria de alterar a resposta imu­nológica. Além do manejo otimiza­do da granja e da vacinação, antibióticos com alegações li­cenciadas contra Mycoplasma hyopneumoniae são comumente necessários para controlar ou eliminar a doença.

Controle

Antibióticos adequados incluem macrolídeos, pleuromutilinas, fluoroquinolonas, lincosamidas, tetraciclinas, an­fenicóis e aminoglicosídeos. Esses antibióticos atuam inibindo ou eliminando bactérias. Além disso, alguns macrolídeos, incluindo a tilvalosina, apresentam atividade imunomoduladora e anti-inflamatória in vitro.

Imunomoduladores são substâncias naturais ou sintéticas que ajudam a regular ou normalizar o sistema imunológico. Estudos in vitro demonstram que a tilvalosina modula a liberação de citocinas pró-inflamatórias e reduz o recrutamento e a ativação de células inflamatórias. Um estudo in vitro2 também mostrou que a tilvalosina reduz o estresse oxidativo desencadeado pelo vírus da PRRS.

A tilvalosina também induz apoptose e eferocitose e promove a secreção de mediadores lipídicos pró-resolução (lipoxina e resolvina) que auxiliam no reparo e na cicatrização de tecidos.

No estudo in vivo mais recente realizado em leitões desafiados com Mycoplasma hyopneumoniae e PRRSV, a tilvalosina eliminou infecções pulmonares por Mycoplasma hyopneumoniae e reduziu as citocinas pró-inflamatórias locais e sistêmicas. Os pesquisadores também observaram aumento do IFNα sérico, geralmente suprimido pelo PRRSV, em suínos tratados com tilvalosina.

Esses achados indicam que a tilvalosina pode melhorar a saúde dos suínos, se usada criteriosamente em operações com infecções coexistentes por Mycoplasma hyopneumoniae e PRRSV.

Pontos Principais

  • O sistema imunológico é uma rede de processos complexos e interligados para ajudar o animal a sobreviver na presença de patógenos nocivos.

  • Alguns patógenos, incluindo Mycoplasma hyopneumoniae, alteram a resposta imune, causando danos teciduais relacionados à inflamação.

  • Além de seu efeito antimicrobi­ano, acredita-se que a imunomod­ulação seja um atributo importante de alguns antibióticos macrolídeos na melhoria dos resultados clínic­os.

  • In vitro, a tilvalosina auxilia na imunomodulação por meio de:

    • Modulação da liberação de cito­cinas.

    • Redução do estresse oxidativo.

    • Modulação do recrutamento e ativação de células inflamatórias.

    • Indução de apoptose e eferoci­tose.

    • Aumento da secreção de medi­adores lipídicos pró-resolução.

  • In vivo, a tilvalosina combate doenças respiratórias por meio de:

    • Redução da carga de micoplas­ma dos pulmões.

    • Redução de citocinas pró-in­flamatórias locais e sistêmicas.

As referências bibliográficas estão com o autor. Contato: [email protected]

A edição digital do jornal está disponível gratuitamente para leitura online no portal de O Presente Rural, acesse clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

ABCS lança plataforma inédita de inteligência de mercado para a suinocultura brasileira

Ferramenta reúne dados nacionais sobre o setor, ampliando a transparência e apoiando decisões estratégicas em toda a cadeia.

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A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) lançou, na quinta-feira (25), durante evento em Florianópolis (SC), o ABCSData Insights, plataforma inédita de inteligência de mercado que reúne, em um único ambiente, dados estratégicos da suinocultura brasileira. A ferramenta consolida informações sobre rebanho, custos de produção, emprego, comércio exterior, crédito rural, mercado, abates, sanidade, entre outros indicadores, oferecendo uma visão integrada do setor e de seu impacto econômico e social.

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Desenvolvida para democratizar o acesso a informações confiáveis, a plataforma reúne dados provenientes de fontes oficiais, como Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Receita Federal e outras instituições de referência. As informações são organizadas de forma dinâmica, permitindo consultas, análises e exportação de dados para estudos, apresentações e planejamento estratégico.

Entre os principais indicadores disponíveis estão cotações de suínos, custos de produção, exportações, abates, condenações sanitárias, modelos de produção, emprego formal, crédito rural, estabelecimentos sob inspeção federal e o cenário empresarial da cadeia produtiva. O objetivo é transformar dados dispersos em inteligência acessível, contribuindo para decisões mais assertivas e maior transparência em todos os elos da suinocultura.

O lançamento ocorre em um momento em que o mercado demanda cada vez mais informações qualificadas para apoiar investimentos, gestão de riscos e competitividade. Com atualização contínua, o ABCSData Insights foi desenvolvido para se tornar uma das principais referências nacionais em dados da suinocultura brasileira. Além de reunir informações em um único ambiente, a plataforma permite análises detalhadas da formação e composição dos custos de produção. Essas

Presidente da ABCS, Marcelo Lopes: “A verdadeira sustentabilidade no agronegócio moderno exige transparência e responsabilidade” – Foto: Divulgação

informações permitem que produtores, empresas, instituições financeiras e investidores identifiquem oportunidades de ganho de eficiência e acompanhem a evolução da atividade com maior precisão.

A cadeia movimenta bilhões de reais anualmente, fortalece a indústria de alimentos, impulsiona os setores de logística, comércio e serviços e contribui significativamente para a geração de emprego e renda. Os dados disponíveis mostram que o setor sustenta cerca de 280 mil empregos indiretos e mais de 42 mil empregos diretos, além de evidenciar o elevado grau de profissionalização da atividade, baseada majoritariamente nos modelos de integração com agroindústrias e cooperativas.

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, a plataforma representa um avanço na governança e na transparência da cadeia produtiva. “A verdadeira sustentabilidade no agronegócio moderno exige transparência e responsabilidade. Ao disponibilizarmos dados auditáveis e unificados para produtores, empresas, consumidores e investidores, fortalecemos a governança da cadeia e ampliamos a confiança no setor. O ABCSData Insights é uma resposta à crescente demanda por informações confiáveis e posiciona a suinocultura brasileira entre os segmentos mais avançados em inteligência de mercado”, conclui.

ABCS também lança agenda política com demandas da suinocultura 

A ABCS também lançou o documento “Demandas da Suinocultura para Candidatos 2026”, uma agenda institucional que consolida as principais prioridades da cadeia produtiva para subsidiar o diálogo com candidatos, parlamentares e representantes do poder público durante o processo eleitoral. A publicação reúne os posicionamentos defendidos pela suinocultura brasileira em temas estratégicos para o desenvolvimento do setor, como bem-estar animal, defesa agropecuária, meio

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ambiente, integração com as agroindústrias, rotulagem de alimentos, economia e tributação. O objetivo é garantir uma atuação coordenada das entidades representativas, levando propostas técnicas e alinhadas às discussões que impactam a atividade.

Além de organizar as demandas prioritárias da cadeia em um único documento, a agenda servirá como base para reuniões, audiências e debates com representantes dos poderes Executivo e Legislativo, fortalecendo a interlocução institucional da suinocultura em âmbito nacional. A iniciativa também busca ampliar a segurança jurídica, contribuir para um ambiente de negócios mais competitivo e assegurar maior previsibilidade para produtores e demais elos da cadeia.

Embora tenha sido elaborada para o período eleitoral, a publicação foi concebida como um instrumento permanente de representação institucional, reunindo argumentos técnicos e diretrizes que darão continuidade à defesa das pautas estratégicas da suinocultura, independentemente das mudanças de governo e de mandato. “Com esse material o produtor vai poder mais qualidade e clareza r alinhar o seu discurso e prioridades com o seu candidato, tendo diálogo, para que possamos unificar a cadeia e mostrar como a suinocultura e o associativismo são essenciais e estruturantes pro agronegócio brasileiro”, frisou a consultora de relações governamentais, Luciana Lacerda.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos

Copercampos investe R$ 45 milhões para dobrar produção de suínos e ampliar rede de integrados

Expansão da Granja dos Pinheiros I deve elevar a produção para mais de 200 mil animais por ano e cria oportunidades para novos produtores em Santa Catarina.

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A Copercampos anunciou um investimento superior a R$ 45 milhões para ampliar a Granja dos Pinheiros I, em Campos Novos (SC), em um movimento que deve praticamente dobrar a capacidade produtiva da unidade e impulsionar a expansão de sua rede de integração na suinocultura.

Inaugurada nos anos 2000, a granja conta atualmente com mais de 3 mil matrizes. Com as obras, a expectativa é superar a marca de 200 mil suínos produzidos anualmente. O projeto prevê a modernização das instalações, melhorias estruturais e adequações voltadas ao bem-estar animal, em linha com as exigências da cadeia produtiva.

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Além do aumento da produção, a cooperativa busca ampliar a participação de produtores integrados, especialmente nas fases de creche e terminação. O desempenho das matrizes e o crescimento na oferta de leitões elevaram a necessidade de novas estruturas para alojamento dos animais.

Cooperativa busca novos parceiros para ampliar capacidade

Para atender essa demanda, a área agroindustrial da Copercampos vem promovendo reuniões em municípios próximos de Campos Novos para apresentar seu modelo de integração e atrair novos participantes. “A necessidade atual da cooperativa é de aproximadamente 30 mil novos espaços para terminação, além da implantação de novos crechários. A prioridade é integrar produtores localizados em regiões próximas, facilitando a logística de transporte e garantindo maior eficiência operacional ao sistema”, afirma o gerente de Suinocultura da Copercampos, Odair Pavan.

Gerente de Suinocultura da Copercampos, Odair Pavan: “A prioridade é integrar produtores localizados em regiões próximas, facilitando a logística de transporte e garantindo maior eficiência operacional ao sistema” – Foto: Divulgação

Segundo a cooperativa, o sistema integrado tem atraído agricultores pela previsibilidade da atividade e pelo suporte oferecido aos participantes. Além da assistência técnica, os produtores contam com acompanhamento permanente e comercialização estruturada, fatores que contribuem para a estabilidade econômica das propriedades.

Para Pavan, a ampliação da Granja dos Pinheiros I também representa uma oportunidade para diversificar a renda dos cooperados e fortalecer a cadeia regional da suinocultura. “Com os novos investimentos e a expansão do sistema produtivo, a Copercampos reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da suinocultura e com a valorização dos associados e produtores parceiros da região”, afirma, acrescentando: “A diretoria aprovou a ampliação da Granja dos Pinheiros I, onde as obras devem começar em breve, e temos essa oportunidade de receber novos cooperados no sistema, oportunizando a diversificação de atividades e renda nas propriedades da região”.

A iniciativa também busca modernizar as estruturas existentes e estimular investimentos em novas instalações nas propriedades integradas, contribuindo para o fortalecimento da produção suinícola e da economia regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
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