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Suíno recua com fraca demanda e maior oferta no mercado interno

A média de preços do suíno vivo na região Centro-Sul 3,22%, de R$ 3,54 para R$ 3,43

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma demanda enfraquecida na primeira semana de julho, o que acabou influenciando uma queda nos preços. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, o incremento da oferta de animais também impactou o desempenho dos negócios. Com isso, a média de preços do suíno vivo na região Centro-Sul 3,22%, de R$ 3,54 para R$ 3,43.

No atacado, a média de preços dos cortes de pernil com osso atingiu R$ 7,09, 1,3% aquém dos R$ 7,18 registrados na semana passada. A média de preços do quilo da carcaça ficou em R$ 5,93, recuando 2,7% em relação ao valor médio praticado na última semana, de R$ 6,09.

Para o curto prazo, Maia salienta que há um quadro de incerteza com relação a novas quedas nas cotações. “Há quem aposte em uma recuperação dos preços, por conta do recebimento de salários por parte da população e também diante dos elevados custos de produção, mas esta tendência não é consensual em toda a cadeia”, afirma.

Nas exportações, o desempenho final de junho ficou levemente abaixo das 60 mil toneladas projetadas por SAFRAS & Mercado, com embarques de 59,8 mil toneladas. “De todo modo, os embarques têm ajudado a evitar um agravamento ainda maior da crise interna, determinada pelos elevados custos de produção”, afirma.

Maia alerta, porém, que daqui para frente o mercado deve se mostrar mais atento ao fator cambial, diante da recente valorização do real frente ao dólar. “Esse movimento pode acabar tirando a competitividade do setor no mercado internacional”, comenta.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 66,00, queda de R$ 5,00 frente à semana passada, de R$ 71,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo caiu de R$ 2,93 para R$ 2,87, enquanto no interior a cotação recuou de R$ 3,44 para R$ 3,35. Em Santa Catarina o preço do quilo retrocedeu de R$ 3,02 para R$ 2,98 na integração. No interior, a cotação teve queda de R$ 3,45 para R$ 3,28. No Paraná o quilo vivo recuou de R$ 3,70 para R$ 3,50 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo caiu de R$ 3,40 para R$ 3,20.

No Mato Grosso do Sul a cotação retrocedeu de R$ 2,95 para R$ 2,92 na integração, enquanto em Campo Grande o preço recuou de R$ 3,35 para R$ 3,30. Em Goiânia, o preço teve retração de R$ 4,20 para R$ 4,10. No interior de Minas Gerais o quilo retrocedeu de R$ 4,40 para R$ 4,30. No mercado independente mineiro a cotação baixou de R$ 4,10 para R$ 4,00. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis caiu de R$ 3,42 para R$ 3,33. Já na integração do estado a cotação permaneceu em R$ 3,00.

Fonte: SAFRAS & Mercado

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Notícias Segundo Cepea

Preços internos do milho renovam máximas nominais

Movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil

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Divulgação

O movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos baixos estoques internos de milho, da queda na produção da safra de verão e dos preços elevados nos portos. Diante disso, em muitas regiões consultadas pelo Cepea, os valores atingem novos patamares recordes nominais.

As cotações externas também avançam, influenciadas por estimativas indicando safra e estoques de passagem menores que os previstos anteriormente. Quanto aos negócios no spot nacional, pesquisadores ressaltam que ainda ocorrem apenas quando há maior necessidade.

Enquanto vendedores, atentos à queda na produção, estão à espera de novas valorizações, compradores têm expectativa de que o início da colheita possa pressionar as cotações.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Elevação externa e baixo excedente doméstico mantêm preço da soja em alta no Brasil

Preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico

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Divulgação/MAPA

Os preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) subiu 2,45% entre 8 e 15 de janeiro, a R$ 169,66/sc na sexta-feira (15).

O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 3,75% no mesmo comparativo, a R$ 166,97/sc de 60 kg na sexta. No campo, o cultivo de soja está praticamente finalizado no Brasil, e a Conab estima produção nacional em 133,69 milhões de toneladas, pouco acima da esperada pelo USDA, de 133 milhões de toneladas. Agora, as atenções de agentes se voltam à colheita, que já foi iniciada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Entretanto, o ritmo das atividades ainda é lento, tendo em vista o cultivo tardio. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias.

Fonte: Cepea
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Notícias Postura

Poder de compra do avicultor cai para o menor patamar da história

Em janeiro, os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, voltaram a se elevar

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Arquivo/OP Rural

Em janeiro, os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, voltaram a se elevar.

Esse cenário, somado aos menores preços pagos pela caixa de ovos comerciais, pressionou o poder de compra do avicultor de postura para o menor patamar já registrado na série histórica do Cepea, iniciada em 2013 para esse produto.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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