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SuinFair: a maior feira da suinocultura mineira

Consagrada no mercado mineiro e nacional, a já conhecida SuinFest volta, após dois anos de pandemia, como uma marca preparada para os novos tempos

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Mais moderna, mais conectada, mais interativa. Essa é a proposta da 11ª Feira Mineira de Suinocultura, a Suinfair.
Consagrada no mercado mineiro e nacional, a já conhecida SuinFest volta, após dois anos de pandemia, como uma marca preparada para os novos tempos, tendo um novo nome e uma história de mais de duas décadas, agregando tecnologia e modernidade para a suinocultura.

 

A escolha do nome

Agora, a SuinFair é o que o bom ditado popular chama de “menina dos olhos” do setor de Marketing e Comunicação da Assuvap e Coosuiponte. Tamanha sua potência para o setor suinícola, há uma força-tarefa empenhada na organização – com excelência – da feira.

Um dos primeiros passos para cravar a assertividade, de acordo com as novas propostas, foi a mudança de nome. Paula Gomides, gerente geral da Assuvap e da Coosuiponte, atrelou essa mudança ao real propósito da feira. “É um evento focado no relacionamento e nos negócios, da classe da suinocultura, do agro. E a marca antiga, a Suinfest, é nossa referência, mas ela trazia um sentido muito de festa para o segmento. A Suinfair vem trazer essa percepção mais de negócios e de relacionamento do evento”, pontuou.

Suinfair foi um resultado de uma chuva de ideias da Os3 Comunicação, agência de publicidade responsável por muitos projetos da Assuvap e da Coosuiponte. Jaqueline Machado, sócia-proprietária da agência, disse que quando recebeu o desafio de mudar o nome da Feira, o primeiro movimento foi entender os prós e contras da mudança, se preocupando em analisar se deveria trazer, ou não, uma proposta mais radical ou apenas um ajuste.

“No nosso ponto de vista, o nome Suinfest já estava incongruente com o objetivo do evento por não ser uma festa, um show, mas um espaço de negócios com um impacto importante no mercado, em diversos níveis. Depois de uma imersão, de experimentar diversas possibilidades, chegamos em uma conclusão óbvia e trouxemos um nome mais prático e o mais próximo possível do Suinfest. A mudança é grande em termos de interpretação do nome e, ao mesmo tempo, sutil no que se refere a gerar a menor estranheza possível. Suinfair traduz exatamente o propósito do evento: uma feira de negócios e relacionamento da suinocultura do Vale do Piranga”, disse Jaqueline, que segue com sua equipe trabalhando na identidade visual e peças de divulgação.

 

Movimentando a economia da nossa região

A movimentação econômica da suinocultura em si já é um ponto importante para o Vale do Piranga e a Suinfair vem para somar. O evento movimenta, também, o setor hoteleiro e alimentício, como restaurantes e padarias. “A gente brinca que, ao lançar a data da Suinfair, os hotéis já começam sua movimentação. As reservas começam a acontecer e isso é muito bacana. Você vê a suinocultura movimentando a economia local através da feira e complementando o trabalho na geração de empregos”, disse Paula, reafirmando a importância da feira ao trazer oportunidades para os produtores, expositores, parceiros e a região como um todo.

 

Pós pandemia

Foram quatro anos de espera desde a última edição. Planejamento, expectativa e muitas ações já haviam sido tomadas quando o lockdown interrompeu a execução da maior feira mineira da suinocultura. Após remarcar e lidar, novamente, com a frustração de adiar a Suinfair, o sentimento que rege a organização no momento é ansiedade. Mas aquela ansiedade boa, de que Ponte Nova será, por mais uma vez, palco de novos negócios e oportunidades.

Esse ano, especialmente, o cuidado é redobrado. A Suinfair segue todos os protocolos municipais de saúde e segurança. Como o evento não é aberto ao público, não é esperado um cenário de superlotação.

 

Onde a Suinocultura de encontra

A Suinfair segue como espaço para a divulgação de novas tecnologias e propostas inovadoras que acrescentarão ao trabalho dos produtores de suíno e a presença das principais empresas do agronegócio, com seus produtos e serviços, promovendo um elo sólido para grandes resultados acontecerem.

Não fique de 11ª Feira Mineira de Suinocultura, um evento onde a suinocultura de encontra.

 

Fonte: Assessoria

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Eco Invest Brasil avança como ferramenta para financiar recuperação de áreas degradadas

Programa foi destaque em evento em São Paulo e deve apoiar iniciativas como o Caminho Verde Brasil, que prevê recuperar até 40 milhões de hectares no país.

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Foto: Gilson Abreu

Os assessores especiais do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Augustin e Pedro Cunto, participaram, na terça-feira (03), do evento “Eco Invest: da Estratégia à Implementação”, realizado em São Paulo (SP). O encontro foi promovido por parceiros da iniciativa de Inovação Financeira para Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC) e reuniu representantes do governo federal, instituições financeiras, organizações internacionais e entidades da sociedade civil.

A programação incluiu um painel sobre o andamento do segundo leilão do Eco Invest Brasil, com participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e do Fórum Econômico Mundial.

Durante o debate, o assessor especial do ministro, Carlos Augustin, destacou o papel do Eco Invest Brasil no financiamento do programa Caminho Verde Brasil, iniciativa coordenada por ele no âmbito do Mapa. Segundo Augustin, o programa busca recuperar áreas degradadas com financiamento a juros mais baixos e estímulo à produtividade.

“O objetivo é recuperar áreas degradadas com juros baixos e alta produtividade. Recursos estrangeiros, obtidos com taxas baixas, ficam muito caros para os produtores por causa do custo da proteção da variação cambial. Promover sustentabilidade de forma séria requer juros baixos. O Eco Invest resolveu esse problema”, afirmou.

Augustin também ressaltou que a continuidade do Caminho Verde Brasil dependerá da ampliação das fontes de financiamento. De acordo com ele, o governo trabalha em novas alternativas para garantir recursos ao programa e ampliar o acesso de pequenos produtores ao crédito.

“A continuidade do Caminho Verde Brasil não pode depender apenas do Eco Invest. Temos que buscar outras fontes. Precisamos desenvolver soluções criativas para financiar o programa e incluir pequenos produtores que têm dificuldade para obter financiamento bancário. Entre outras iniciativas, estamos trabalhando em um projeto para a Caatinga que integra bancos, indústrias e pequenos produtores. Se der certo, vai mudar a cara da região”, destacou.

O representante do Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, Mário Gouvêa, afirmou que já há operações em estruturação para apoiar o Caminho Verde Brasil. A primeira operação já foi anunciada e outras instituições financeiras avançam na elaboração de novos contratos.

“Será o maior programa de recuperação de terras degradadas do mundo e uma agenda com potencial concreto de transformação produtiva e ambiental”, afirmou.

Segundo Gouvêa, o programa também apresenta um modelo inovador ao permitir que empresas âncoras e cooperativas acessem os recursos, além dos produtores rurais. A medida, de acordo com ele, contribui para ampliar o alcance do financiamento e reduzir custos de monitoramento.

A diretora de engajamento com o setor financeiro da Tropical Forest Alliance, iniciativa vinculada ao Fórum Econômico Mundial, avaliou que o evento permitiu aprofundar o diálogo entre diferentes atores envolvidos na implementação das iniciativas.

“O evento nos proporcionou a oportunidade de ouvir diversos atores envolvidos com o Eco Invest e o Caminho Verde Brasil e compreender os desafios e oportunidades relacionados aos programas. A iniciativa IFACC reafirma seu compromisso de apoiar as instituições financeiras na superação dos desafios de implementação, convertendo capital catalítico em impactos concretos e mensuráveis na recuperação de terras e na conservação ambiental”, afirmou.

O Eco Invest Brasil foi criado para impulsionar investimentos privados sustentáveis e atrair capital externo para projetos de longo prazo no país. O programa oferece instrumentos financeiros para reduzir riscos, como mecanismos de proteção contra a volatilidade cambial, e busca viabilizar investimentos em áreas como transição energética, bioeconomia, economia circular, infraestrutura verde e adaptação às mudanças climáticas.

Já o programa Caminho Verde Brasil tem como meta recuperar até 40 milhões de hectares de áreas degradadas em dez anos, destinando essas áreas a sistemas de produção agropecuária e florestal sustentáveis. A iniciativa busca ampliar a produção de alimentos e biocombustíveis sem a necessidade de abertura de novas áreas de vegetação nativa, além de contribuir para a segurança alimentar, a transição energética e a conservação ambiental.

Fonte: Assessoria Mapa
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Dia de Campo da Coopavel reúne mais de 250 produtores no Sudoeste do Paraná

Evento técnico em Pato Branco apresentou tecnologias e estratégias de manejo para as culturas de soja e milho, com participação de agricultores de três municípios da região.

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Foto: Divulgação

Mais de 250 produtores rurais de Pato Branco, Bom Sucesso do Sul e Vitorino participaram, na quinta-feira, 5, de um Dia de Campo de Verão promovido pela Coopavel em sua unidade central no Sudoeste do Paraná, em Pato Branco. O evento técnico reuniu agricultores das três filiais da cooperativa na região e teve como foco principal a difusão de tecnologias voltadas às culturas de soja e milho.

Ao longo da programação, os participantes tiveram acesso a informações estratégicas sobre manejo, escolha de cultivares e novas soluções agronômicas apresentadas por empresas parceiras da cooperativa. A proposta foi aproximar produtores das mais recentes inovações do setor, permitindo que conheçam alternativas capazes de melhorar a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, prestigiou o encontro e ressaltou a importância de iniciativas desse tipo para a rápida transmissão de conhecimentos no campo. Segundo ele, o contato direto com tecnologias e especialistas contribui para que o produtor tome decisões cada vez mais assertivas, rápidas e com resultados melhores, sempre conectado aos conceitos da sustentabilidade. “Eventos como esse são uma oportunidade de conhecer tecnologias desenvolvidas para potencializar resultados e garantir mais eficiência e competitividade à atividade agrícola”, reforça Dilvo.

Aproximação

O gerente de Filiais Sudoeste da Coopavel, Adelar Roberto Goehl, também enfatizou o papel do encontro na aproximação entre cooperativa, empresas e produtores rurais da região. Segundo ele, o Dia de Campo se consolida como um importante espaço de troca de experiências e atualização técnica. “Aqui, o produtor consegue ver soluções na prática, conversar com especialistas e esclarecer dúvidas sobre manejo e tecnologias que podem fazer diferença no desempenho das lavouras”.

O evento também funcionou como uma vitrine das marcas próprias da cooperativa, reforçando a diversidade de soluções oferecidas aos associados. Foram apresentadas tecnologias e produtos das linhas Fertilizantes Coopavel, Sementes Coopavel, Nutriagro Fertilizante Foliar, Biocoop, Rações Coopavel, Coopclean e Credicoopavel, além de soluções voltadas à agricultura de precisão.

Parceiros

Os parceiros presentes no dia de campo foram: Corteva Agriscience, Adama Agricultural Solutions, Bayer, Syngenta, BASF, FMC Corporation, Ourofino Agrociência, UPL, Ihara, Sumitomo Chemical, Brasmax, TMG – Tropical Melhoramento & Genética, Cordius, SoyTech e Golden Harvest.

Fonte: Assessoria Coopavel
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Zoneamento agrícola conecta produção, crédito e inovação no campo

Ferramenta desenvolvida pela Embrapa já orienta mais de 40 culturas em cerca de 5.500 municípios brasileiros.

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Foto: Jonathan Campos

Do vinho gaúcho ao café amazônico e ao zoneamento do dendê, mapeamentos da Embrapa mostram como a ciência aplicada orienta decisões no campo e fundamenta políticas públicas. Em diferentes regiões do Brasil, dados sobre clima, solo e uso da terra antecipam riscos, fortalecem a produção e balizam crédito, seguro e investimentos, com impacto direto na expansão sustentável da agricultura.

A base técnica construída a partir desses levantamentos alimenta bancos de dados públicos, fundamenta zoneamentos e programas de regularização ambiental e orienta decisões que vão do crédito rural ao manejo de cultivos. Para além da geração de mapas, consolida-se como ferramenta de gestão territorial que ajuda o País a prever riscos climáticos, a definir o uso do solo e a conciliar produção e conservação.

Fotos: Gilson Abreu

Para a chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial (SP), Lucíola Magalhães, os mapeamentos e os zoneamentos são ferramentas cruciais para o desenvolvimento agropecuário. “Eles expressam, de forma mais simples e direta, a complexidade de diferentes fenômenos que ocorrem em um território, onde as políticas e ações acontecem. A capacidade de retratar um fenômeno ou de sintetizar dados de múltiplas dimensões (ambientais, sociais, agrícolas, econômicas, fundiárias e de infraestrutura) é vital para apoiar o desenvolvimento sustentável da agropecuária nacional. Traduz-se em melhor governança e em aprimoramento do planejamento e gestão do uso das terras, e fornece a base essencial para a formulação, execução e monitoramento de políticas públicas”, afirma.

À medida que essas informações se consolidam como instrumentos estratégicos de planejamento, cresce a demanda por dados territoriais. Governos, bancos, cooperativas e empresas têm recorrido a esse conhecimento para planejar políticas públicas, avaliar riscos e orientar investimentos. Nesse cenário, os mapeamentos da Embrapa ganham cada vez mais importância como referências técnicas para influenciar decisões econômicas e de gestão.

Zarc abrange mais de 40 culturas em 5.500 municípios

Esse movimento aparece com clareza no crédito e no seguro rural. Boa parte dos financiamentos do campo só é aprovada quando o plantio segue as indicações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ferramenta desenvolvida pela Embrapa. Em 2023, o custeio agrícola movimentou cerca de R$ 143,9 bilhões, segundo levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e grande parte desse valor depende, direta ou indiretamente, do zoneamento.

Nesse contexto, o Zarc se tornou um elo entre produção, crédito e política agrícola. Lançada em 1996, inicialmente para o trigo, a ferramenta abrange atualmente mais de 40 culturas e orienta políticas de crédito e de seguro rural, influenciando milhares de produtores e dando suporte às principais decisões financeiras no campo.

Além disso, o Zarc tem impacto direto na pesquisa e na inovação. Ao identificar regiões sujeitas a excesso ou déficit hídrico, geadas ou temperaturas elevadas, direciona estudos para desenvolver cultivares adaptadas e práticas de manejo específicas. A ferramenta também subsidia modelos de simulação de culturas, indica janelas de semeadura e colheita de menor risco e valida novas tecnologias – de cultivares a insumos – em diferentes cenários agroclimáticos.

O funcionamento do Zarc depende de uma engenharia científica robusta, que combina dados de clima, solo e fenologia das plantas, séries históricas, capacidade de armazenamento de água no solo e exigências hídricas das culturas. A análise é probabilística e apoiada em décadas de registros, integrando dados meteorológicos e de solos harmonizados, além da calibração de milhares de cultivares.

Todo o processo envolve uma rede nacional de pesquisadores da Embrapa, instituições estaduais e universidades, com infraestrutura computacional sediada na Embrapa Agricultura Digital (SP) capaz de rodar milhões de simulações para culturas, tipos de solo e períodos de semeadura em mais de 5.500 municípios.

Nos próximos anos, a ferramenta deve passar por aprimoramentos significativos, segundo o pesquisador da Embrapa Agricultura Digital Eduardo Monteiro, coordenador da Rede Zarc Embrapa. Ele acredita que o avanço da modelagem dinâmica – integrando cenários climáticos, modelos de crescimento de culturas e inteligência artificial – permitirá análises mais detalhadas. Além disso, a expansão de sensores de campo, imagens de satélite de alta resolução e drones ampliará o volume de informações disponíveis e permitirá uma diferenciação das recomendações para microrregiões e até talhões específicos, além do monitoramento quase em tempo real do estresse hídrico e do desenvolvimento das culturas.

Essas melhorias mostram como o Zarc pode transformar decisões no campo, oferecendo dados precisos que orientam produtores e políticas agrícolas.

Fonte: Assessoria Embrapa Territorial
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