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Suicooper III: Destaques na cadeia produtiva da suinocultura são homenageados pela Aurora

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Para valorizar as ações realizadas em prol de melhorias na cadeia produtiva, voltadas à competitividade sob os aspectos social, ambiental e econômico dos integrantes da cadeia produtiva que utilizam a metodologia de trabalho do programa “Suíno Ideal”, a Cooperativa Aurora Alimentos entregou, nessa semana, os prêmios aos produtores, técnicos e cooperativas destaques do ano de 2014, durante solenidade no auditório da Aurora Matriz, em Chapecó. Prestigiaram o evento presidentes e representantes das cooperativas filiadas, gerentes, técnicos, assessores das unidades Aurora, produtores rurais e familiares dos homenageados.

A premiação tem como objetivo valorizar quem faz a diferença no Sistema Aurora nos processos de terminação Suicooper III e Creche. Para selecionar os três técnicos destaques foram utilizados como critérios de avaliação os itens de conversão alimentar, mortalidade na propriedade e no transporte, resultado da auditoria dos técnicos, visita aos produtores e efetividade da aplicação do método Suicooper III.

O primeiro colocado ganhou uma viagem ao exterior para participar de evento da suinocultura e o segundo e o terceiro classificados foram presenteados com viagem para participar de eventos nacionais do setor.
O técnico destaque foi Marcelo José Mandrik (Copérdia). Na segunda colocação ficou o técnico Uilton Joarez Todescatt (Cooperalfa). Na terceira colocação ficou o técnico Claudir Luiz Sgarbossa (Copérdia).

Na categoria produtor, os critérios de avaliação foram conversão alimentar, mortalidade na propriedade e no transporte, participação nos programas de Qualidade Total, infraestrutura da propriedade, aplicação do método Suíno Ideal e fidelidade ao Sistema. Os ganhadores da categoria receberão como premiação uma viagem para Brasília, na qual conhecerão a estrutura da unidade Aurora e farão um passeio turístico.

O produtor com maior desempenho e qualificado em primeiro lugar foi Nelson Antônio Appelt, do município de Seara. O produtor iniciou suas atividades na suinocultura com ciclo completo com a Chapecó e em dezembro de 2007 passou a ser integrado ao sistema parceria, pelo Suicooper III.

Na segunda colocação ficou o produtor Oscar Ziglioli Aroldi (Cooperalfa), que possui uma propriedade de 12 hectares de terra, localizada na linha Lomba Grande em Arvoredo.

Na terceira colocação ficou o produtor Selfredo Albrecht (Cooperalfa), que iniciou a atividade de suinocultura na cooperativa no sistema de ciclo completo em 1979. Atualmente, possui uma propriedade de 44 hectares de terra, localizada na linha Lageado Forte, município de Seara.

Como destaque excelência entre os produtores foi homenageado, pelo segundo ano consecutivo, Anacleto Debastiani (Cotrel), do município de Severiano de Almeida (RS), que tem como sucessor seu filho Paulo Everton Debastiani. A família possui uma propriedade de 24 hectares e tem como principias atividades a suinocultura, bovinocultura de leite, fruticultura e produção de pepinos.

Em 2001 começou a entregar suínos para a Cotrel e dois anos depois migrou para produção de leitão, na qual permaneceu até 2011. No ano seguinte iniciou no sistema de Suicooper III. E já no primeiro ano conquistou o melhor resultado.

Atualmente, possui 950 suínos, com uma produção média de 3 mil animais ano. “O caminho da excelência está relacionado com a dedicação, acompanhamento técnico, compromisso e interesse em fazer melhor”, explicou o produtor. Além disso, a propriedade tem como diferencial a organização e a gestão.
“Para nós é um orgulho receber essa homenagem da Aurora. Representa que vale a pena se dedicar porque é a valorização do nosso trabalho. Nos motiva a fazer mais e melhor e também aumenta a nossa responsabilidade”, comentaram.

Na categoria técnico destaque creche 2014 foi homenageado Juliano Perotoni (Copérdia/Aurora). E o produtor destaque foi Gebrair Tizatto.

Na categoria cooperativa, os critérios de avaliação foram conversão alimentar, mortalidade na propriedade, mortalidade no transporte, peso de abate e uso de nutrição Aurora, sempre levando em consideração os resultados do ano. Em primeiro lugar ficou Coopervil, segundo Cooperitaipu e em terceiro Cooperalfa.

O presidente da Aurora Mário Lanznaster parabenizou todos os homenageados e incentivou para que busquem melhores resultados. “Muitos analistas afirmam que 2015 será um ano difícil, mas nós vemos como uma oportunidade de fazer o melhor. Em todas as atividades sempre há maneiras de melhorar”, ressaltou. Também observou que “onde está o técnico premiado, também está uma propriedade de excelência que traz resultados para a cooperativa e tem uma família satisfeita”.

PROGRAMA

O programa “Suíno Ideal” visa melhorar a eficiência da cadeia produtiva. A iniciativa surgiu por meio de um diagnóstico da cadeia de suínos realizada no primeiro semestre de 2007 que resultou em uma proposta de implantação do projeto iniciado em agosto do mesmo ano.

De acordo com o coordenador do programa, Sandro Luiz Tremea, o “Suíno Ideal” é um processo de melhoria contínua e para atender às demandas de mercado, buscando inovações tecnológicas que agreguem valor à cadeia. “Isto se consegue por meio da implantação de padrões de manejo e de assistência técnica. A aplicação destes procedimentos nas rotinas dos técnicos e produtores seguramente garantirá as melhorias que o mercado exige”, realçou.

Com o programa, observou-se o potencial de ganho na cadeia, nos quesitos de mortalidade no campo, mortalidade no transporte, uniformização das carcaças, redução de doenças e conversão alimentar.
 

Fonte: Ass. Impr. da Aurora

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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