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Sucesso na Rota da Sanidade Ceva 2024 em Santa Maria de Jetibá

Encontro reuniu especialistas da avicultura de postura em uma das mais importantes regiões produtivas do país, e a primeira do estado do Espírito Santo, para discutir saúde animal e inovações tecnológicas no setor

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Na quinta-feira (20), a Rota da Sanidade Ceva 2024 Aves de Postura, promovida pela Ceva Saúde Animal, fez sua parada em Santa Maria de Jetibá. O evento, realizado no Freillich Huss, reuniu profissionais da indústria de avicultura de postura de toda a região, onde discutiram soluções para os desafios locais e apresentaram inovações tecnológicas visando a saúde animal e o bem-estar das aves.

Com uma programação de alto nível com a presença de especialistas do setor, que abordaram temas cruciais para a manutenção da sanidade aviária e a maximização dos resultados econômicos de forma sustentável, o Gerente de Marketing Aves de Ciclo Longo da Ceva Saúde Animal, Felipe Pelicioni, fez sua avaliação: “Foi um evento de enorme sucesso, onde conseguimos reunir os principais líderes e produtores da região para apresentarmos nossas tecnologias e inovações, como a Novamune, a única vacina contra Gumboro exclusiva para poedeiras, e nossas vacinas contra Laringotraqueíte, que representam a melhor e mais eficiente opção para o controle dessa enfermidade, além de serem certificadas como vacinas promotoras do bem-estar animal.”

Como líder do setor e conhecedora dos desafios produtivos da região, a Rota da Sanidade Ceva apresentou uma programação técnica que abordou os principais desafios da indústria, onde os presentes tiveram acesso a informações e atualizações, além da oportunidade de tirar dúvidas com os especialistas palestrantes, entre eles: Felipe Pelicioni, Luiz Sesti, Samantha Lourenço e Fernando Resende.

Localizado na Região Serrana do Espírito Santo, Santa Maria de Jetibá é referência com 92% da produção estadual concentrada no município.

Empresas Solução inovadora Fiproline duo

Controle estratégico dos principais ectoparasitas do rebanho aumenta a produtividade e o bem-estar animal

FIPROLINE DUO® revoluciona o controle de carrapatos, moscas dos chifres, berne, bicheira e moscas dos estábulos, oferecendo uma solução inovadora aos pecuaristas.

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Os ectoparasitas representam uma ameaça significativa ao rebanho bovino brasileiro, causando impactos econômicos substanciais, com perdas estimadas em US$6,8 bilhões anuais (GRISI et al., 2014). Entre os principais ectoparasitas que afetam o gado estão o carrapato (Rhipicephalus microplus), a mosca dos chifres (Haematobia irritans), o berne (larvas da mosca Dermatobia hominis), a bicheira (larvas da mosca Cochliomyia hominivorax) e a mosca dos estábulos (Stomoxys calcitrans).

Os prejuízos determinados por esses ectoparasitas resultam tanto de sua ação direta, como irritação, espoliação de sangue e tecidos nos animais parasitados, quanto dos efeitos indiretos, relacionados aos custos de tratamento, transmissão de doenças e danos ao couro. A irritação dos animais parasitados promove menor bem-estar, dispêndio de energia, menor ingestão de alimentos, interferindo negativamente no desempenho. Na tentativa de se livrarem das infestações os bovinos gastam energia, com movimentos constantes da cabeça, cauda, pernas – coices e batidas dos pés no solo – e até mesmo devido a maior atividade do sistema imune. Aliado a isso, a menor ingestão de alimentos prejudica o desempenho reprodutivo e produtivo, afetando diretamente a rentabilidade da pecuária.

Desta forma, o primeiro passo para combater esse desafio no campo é conhecer melhor como se comportam estes ectoparasitas. Com relação ao ciclo de vida de vida, eles possuem uma fase que ocorre nos animais (hospedeiros) denominada Fase Parasitária, e outra fase que ocorre no ambiente chamada Fase Não Parasitária.

“No caso do carrapato, a Fase Parasitária se inicia quando os estágios jovens (larvas) se instalam e fixam-se nos hospedeiros para se alimentarem e desenvolverem os estágios adultos machos e fêmeas. As fêmeas adultas são denominadas teleóginas (no campo são costumeiramente chamadas de mamonas ou jabuticabas). Ao final da fase parasitária, que tem duração média de 21 dias em condições normais, as teleóginas repletas de sangue e ovos, destacam-se dos hospedeiros e caem no solo, onde buscam locais protegidos da luz solar direta, iniciando a fase não parasitária do ciclo de vida que culmina com o surgimento no ambiente de novas larvas infestantes. Assim, após chegarem ao solo as teleóginas passam por um período de descanso antes de iniciar a postura dos ovos que futuramente originarão novas larvas infestantes. Como toda a fase não parasitária ocorre no ambiente a mesma é fortemente influenciada pelas condições climáticas, especialmente a temperatura e a umidade relativa do ar médias. Assim, o período de descanso antes do início da postura pode ser tão curto quanto 2 dias ou tão longo quanto 90 dias. O período de incubação dos ovos também pode variar tremendamente, ocorrendo entre 15 a 201 dias. Uma vez incubados, os ovos eclodirão e surgirão as larvas infestantes, que necessitam de um determinado período para adquirirem a capacidade de infestar os animais. A sobrevivência dessas larvas no ambiente também é impactada pelas condições climáticas, sendo mais curta durante épocas quentes e mais longa em temperaturas amenas. Então de acordo com as variações climáticas durante o ano teremos variações na intensidade das infestações.” explica Marcos Malacco, médico-veterinário gerente de serviços veterinários para bovinos da Ceva Saúde Animal.

Como citado, a fase não parasitária é fortemente impactada pelas condições ambientais. Quando estas condições são mais favoráveis ocorrem picos de infestações chamados gerações ou ondas de carrapatos e no Brasil, de maneira geral, ocorre de três a quatro destes eventos durante o ano. Em algumas regiões onde a umidade relativa do ar e as temperaturas médias são mais altas podem surgir até cinco destas gerações.

“Devemos ter em mente que na análise global da população de parasitos, incluindo os carrapatos, pelo menos 95% das fases encontram-se no ambiente e apenas 5% encontram-se nos animais. Então, medidas que visem reduzir ao máximo possível a população parasitária no ambiente devem ser tomadas e elas fazem parte do que chamamos de controle estratégico integrado de parasitos” afirma o profissional

As estratégias integradas incluem o uso de antiparasitários específicos de acordo com o parasito alvo, em épocas específicas e práticas de manejo que busquem a redução dos estágios não parasitários encontrados no ambiente. Dentro dessas práticas podemos empregar a rotação das áreas de pastagens entre animais de raças zebuínas e taurinas ou seus mestiços, uma vez que os zebuínos possuem certa maior resistência natural as infestações pelo carrapato que os taurinos. Desta forma quando os zebuínos ocupam as áreas ocupadas pelos taurinos, ajudam a reduzir as infestações nas áreas que eram ocupadas pelos taurinos e assim sucessivamente, sendo os zebuínos chamados como “animais aspiradores” de larvas infestantes, que terão dificuldade em se fixar e dar continuidade à fase parasitária do ciclo de vida ou originarão teleóginas de menor diâmetro, mais leve e, consequentemente, com menor número de ovos viáveis. Outro ponto importante é a identificação no rebanho dos animais mais susceptíveis às infestações (no campo denominados animais de sangue doce), pois estes são os focos de altas infestações (fábricas de carrapatos) para o ambiente e consequentemente para o restante do rebanho. Estes animais carregam consigo mais do que a metade do total de carrapatos do rebanho. Uma vez identificados devem ser descartados pois esta característica passa facilmente aos seus descendentes ou, pelo menos, isolados do restante o rebanho. Outras práticas como o controle de invasoras, a roçagem e limpeza das pastagens também auxiliam, pois reduzem os locais para refúgio dos carrapatos no ambiente.

Já a mosca dos chifres tem um ciclo de vida rápido, de 7 a 11 dias em condições favoráveis, permitindo até 30 gerações anuais. As infestações costumam ser mais intensas nas épocas do ano com temperatura média em torno dos 25ºC e UR ≥60%, sem excesso de chuvas mais intensas, como costuma ocorrer no início e no final das épocas mais chuvosas do ano nas regiões tropicais. Assim poderemos considerar como momentos estratégicos para controle da mosca dos chifres estas épocas, mas não prescindindo de outros tratamentos, denominados táticos, quando forem necessários. Tal necessidade deve ser avaliado de acordo com o nível de incômodo e estresse dos animais (movimentos constantes da cabeça e cauda buscando espantar as moscas.

O berne, causado pela larva da mosca Dermatobia hominis, é outro ectoparasita que necessita de atenção por parte dos pecuaristas em algumas regiões. É prevalente em regiões úmidas e quentes, porém com momentos de temperatura mais amena (noite por exemplo). Seu ciclo de vida inclui uma fase parasitária que pode durar entre 30 e 60 dias nos animais, onde as larvas se desenvolvem até o estágio final, e uma fase não parasitária no solo, que dura cerca de 30 dias em condições favoráveis. “As fêmeas da Dermatobia hominis utilizam outros insetos, denominados foréticos, colocando ovos sobre a superfície corporal destes insetos. Após um período de cerca de sete dias, no interior dos ovos aderidos aos foréticos temos surgimento da larva de primeiro estágio do berne. Estão quando esse forético pousa sobre animais de sangue quente, a larva do berne deixa o voe e ganha a pele do animal, perfurando-a e chegando ao tecido subcutâneo onde s einstala e inicia o ciclo parasitário. Vários insetos podem funcionar como foréticos para o berne como a mosca doméstica, a mosca dos chifres, os pernilongos e a mosca dos estábulos, por exemplo. Quando s moscas dos estábulos são os foréticos mais importantes podemos notar altas infestações por bernes nas partes baixas do corpo dos bovinos (membros, barriga, peito), locais preferidos de parasitismo por estas moscas” explica Malacco.

A bicheira, ocorre por infestações de larvas da mosca Cochliomyia hominivorax, quando a mesma coloca seus ovos em ferimentos acidentais ou cirúrgicos recentes. A fase parasitária é bastante rápida e pode haver grande destruição dos tecidos parasitados (enzimas proteolíticas produzidas pelas larvas). A destruição tecidual gera toxinas que podem levar os animais parasitados a morte.

Por fim, a mosca dos estábulos, costuma ser um problema comum em propriedades próximas a fontes de matéria orgânica, como usinas sucroalcooleiras e culturas de café. Seu ciclo não parasitário se desenvolve em matéria orgânica como restos de cochos de alimentação (silagens, cana ou capim picado), palhas ou cascas de culturas, esterco, camas da avicultura, por exemplo. A vinhaça, um resíduo da produção sucroalcooleira, é extremamente atrativa. Em condições favoráveis a fase não parasitária do ciclo de vida ocorre rapidamente, entre 15 e 30 dias. Portanto para o controle das infestações, além do emprego de mosquicidas, a gestão adequada da matéria orgânica é crucial para controlar essa infestação.

Como visto, o controle eficaz dos ectoparasitas no rebanho bovino requer uma abordagem integrada, combinando o uso estratégico de antiparasitários com práticas de manejo que visem a redução da infestação ambiental.

Com o propósito de auxiliar os pecuaristas no combate a esses vilões da produtividade, a Ceva Saúde Animal desenvolveu Fiproline duo®, um ectoparasiticida polivalente com características exclusivas que proporcionam benefícios ímpares, melhorando o bem-estar animal e servindo com ótima opção para auxiliar o desempenho produtivo do rebanho brasileiro quando desejamos o controle das infestações pelos principais ectoparasitos dos bovinos.

Fiproline Duo

Fiproline duo® é o único ectoparasiticida não combinado à base de Fipronil na concentração de 3%, ou seja, é três vezes mais concentrado. Esta alta concentração permite que um frasco de Fiproline duo® trate pela via pour on três vezes mais animais do que os produtos à base de Fipronil 1%, resultando em uma solução mais econômica e eficiente para os produtores.

Indicado para o controle dos principais ectoparasitas dos bovinos, como o carrapato do boi (Rhipicephalus microplus), a mosca dos chifres (Haematobia irritans), bicheiras (larvas da mosca Cochliomyia hominivorax), berne (larvas da mosca Dermatobia hominis) e a mosca dos estábulos (Stomoxys calcitrans), sendo esta última uma exclusividade quando comparado a outros produtos à base de fipronil. O produto pode ser aplicado tanto pela via Pour On quanto pela via Spot On, oferecendo maior comodidade e economia de tempo e mão de obra. Quando aplicado pela via pour on a dose é de 1 mL/30 quilos de peso vivo (trêss vezes mais peso vivo tratado quando comparado a produtos com fipronil 1%). Já pela via spot on a dose indicada é de 1 mL/15 quilos de peso vivo que deve ser aplicada em um ponto sobre a superfície corporal do animal, preferencialmente na parte média superior logo atrás da escápula (paleta). Independentemente do peso vivo do animal, não há dose máxima por nenhuma das duas vias de aplicação.

O Fiproline duo® está disponível nas apresentações: frascos de 250 mL (outra exclusividade), um litro e bombonas de cinco litros, todas prontas para uso e adequadas para diferentes necessidades de aplicação. A validade do produto é de dois anos após a data de fabricação, com um período de uso de até seis meses após a abertura da embalagem.

“Outro diferencial importante do Fiproline duo® é o menor período de carência para o abate dos animais tratados, sendo de apenas 67 dias. Isso torna o produto uma excelente opção para o controle de infestações por ectoparasitos no início da fase de engorda e terminação. Além disso, o Fiproline duo® é eficaz contra todos os estágios parasitários do carrapato e impacta negativamente, de forma significativa, os índices reprodutivos de alguma teleógina que porventura escape ao tratamento. Portanto haverá redução na postura, na eclodibilidade dos ovos e, consequentemente, no surgimento de novas larvas infestantes no ambiente. Adicionalmente, sua formulação exclusiva proporciona rápido início de controle das infestações pelas moscas dos chifres e dos estábulos, além de proporcionar a prevenção e o tratamento das bicheiras, melhorando o bem-estar animal e a produtividade” detalha Malacco.

O Fiproline duo® é o único Fipronil que pode ser usado via pour on e spot on representando uma solução inovadora e eficaz para o controle dos principais ectoparasitas, oferecendo vantagens econômicas, operacionais e ambientais, sendo um aliado indispensável na lida diária com o gado e um componente essencial nos programas de controle estratégico integrado.

Fonte: Assessoria Ceva Saúde Animal
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Empresas Noite de imersão

Qualidade Técnica do I Encontro Técnico de Avicultura Polinutri atraiu grande público em São Bento do Una (PE)

Quase uma centena de profissionais da avicultura participaram do evento

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Equipe Polinutri durante o evento realizado para avicultores em São Bento do Una (PE) / Divulgação

No dia 4 de julho, aconteceu o I Encontro Técnico Polinutri na Câmara de Vereadores de São Bento do Una (PE), reunindo quase uma centena de profissionais da área para uma noite de imersão no conhecimento das mais recentes pesquisas, atualizações, soluções tecnológicas e experiências voltadas para a nutrição de aves.

“O evento superou nossas expectativas, comprovando o grande interesse dos profissionais presentes na busca por informações técnicas que possam gerar valor nos resultados zootécnicos e econômicos em seus estabelecimentos”, exaltou o Representante Regional da Polinutri, Lídio Cintra.

Para Lídio, a iniciativa também reflete um grande pilar de atenção da Polinutri na região, enaltecido por ele como “um reforço do compromisso da Polinutri no desenvolvimento sustentável da cadeia de produção da avicultura nordestina.”

A programação contou com palestras de respeitados especialistas, autoridades em seus respectivos campos de estudo, que apresentaram respostas para os principais gargalos identificados entre os avicultores regionais. “Contamos com a apresentação do professor Perazzo, uma das maiores autoridades do Brasil em nutrição, atuando ao lado do Prof. Dr. Horácio Rostagno (Universidade Federal de Viçosa, UFV), membro responsável pela confecção das tabelas brasileiras de nutrição para aves”, sublinhou Lídio.

Além disso, os presentes acompanharam informações valiosas nas palestras de Everton Muro, Coordenador Técnico de Nutrição da Polinutri; Fernando Perazzo, Professor de Zootecnia na UFPB; e Sérgio Carrer, Gerente Regional de Nutrição e Formulação da companhia, que trataram dos seguintes temas: a avaliação de ovos de poedeiras comerciais, a qualidade dos ingredientes e seus impactos na produção das aves, e a importância da qualidade da mistura em fábricas de rações sobre a qualidade da casca e o desempenho das aves.

“O retorno foi muito positivo, dada a qualidade das palestras que trouxeram considerações técnicas aprofundadas, possibilitando uma visão holística das necessidades e desafios de nossa região”, completou o Representante Regional da Polinutri.

Fonte: Assessoria
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Empresas Saúde animal

Ceva Saúde Animal reuniu mais de 50 profissionais na etapa Maringá (Paraná) da Rota da Sanidade Ceva Aves de Corte

Foi uma grande oportunidade para debater os desafios de saúde animal no inverno, com foco nos problemas respiratórios por meio de uma programação dirigida ao perfil e características da produção avícola local

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Rota da Sanidade levou para Maringá informações de alto nível e reuniu mais de 50 profissionais Fotos: Divulgação/Ceva

A Ceva Saúde Animal promoveu mais uma etapa do seu projeto itinerante, a Rota da Sanidade Ceva – Aves de Corte, em Maringá (Paraná). O evento, realizado na manhã do dia 27 de junho, contou com a presença de especialistas convidados, autoridades do setor e do time de Serviços Veterinários da Ceva. O encontro proporcionou uma imersão completa, com palestras e debates focados na saúde animal, especialmente em temas relacionados ao inverno, período crítico para problemas respiratórios na avicultura de corte. “Os profissionais puderam acompanhar palestras do Prof. Dr. Antonio Piantino e do Dr. Jorge Chacón, duas grandes autoridades nas áreas de doenças respiratórias em aves” comentou Tharley Carvalho, Gerente de Marketing Aves de Ciclo Curto da Ceva Saúde Animal Brasil.

Tharley Carvalho, Gerente de Marketing Aves de Ciclo Curto da Ceva Saúde Animal Brasil

Para ele, a etapa da Rota da Sanidade Ceva em Maringá foi mais um grande êxito. “Reunimos diversos profissionais de uma região do país que é referência na produção avícola para discutir problemas tão relevantes que podem prejudicar seus negócios em um momento muito crítico da criação: as baixas temperaturas”. Isso porque é no inverno que os desafios respiratórios se intensificam e as empresas precisam estar preparadas para lidar com esses desafios. “A etapa teve uma ótima adesão, onde os presentes puderam acompanhar palestras de suma importância para o controle estratégico e efetivo de enfermidades que acometem sobremaneira as aves nesta época do ano” detalhou Tharley Carvalho, Gerente de Marketing Aves de Ciclo Curto da Ceva Saúde Animal Brasil.

Guilherme Eiji Barboza, Gerente de Contas Chaves da região Sul, deixou suas observações sobre outra característica marcante do evento, que foram as trocas de informações entre palestrantes e participantes. “É muito gratificante saber que estamos apoiando o dia a dia desses profissionais. Muitos questionamentos foram sanados e houve a possibilidade de acessar o conhecimento desses dois grandes nomes do setor avícola que ficaram à disposição dos participantes. Isso demonstra que estamos no caminho certo” considerou.

Dr. Jorge Chacón

Dentre os principais pontos de debate na etapa Maringá, destacaram-se: a predominância das cepas de bronquite a campo; a importância do uso de uma vacina segura e sem reação a campo; os danos causados às aves pelo uso de vacinas com cepas agressivas; e os impactos nas condenações por aerossaculite relacionados à bronquite e fatores ambientais.

Ao todo, a etapa da Rota da Sanidade Ceva – Aves de Corte em Maringá reuniu mais de 50 profissionais da indústria avícola regional. O projeto Rota da Sanidade Ceva tem como objetivo promover uma discussão regionalizada sobre os desafios locais, trazendo conhecimentos e fomentando debates profundos e pertinentes sobre os assuntos de maior relevância na produção avícola.

Prof. Dr. Antonio Piantino

“Reunimos um grupo de profissionais altamente qualificados, e isso reforça a importância do projeto de levar um evento itinerante, nos dando mais certeza de continuar o projeto para outros lugares, tendo como novas paradas o estado de São Paulo e o Nordeste nos próximos meses” anunciou o Gerente de Marketing.

Fonte: Assessoria Ceva
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